FCS (MIMED) - Mestrado Integrado em Medicina Dentária
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Percorrer FCS (MIMED) - Mestrado Integrado em Medicina Dentária por orientador "Arcanjo, Alexandra"
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- Agenesia de terceiros molares na população jovem da zona norte de PortugalPublication . Marlangeon, Clovis Arnaud Hubert; Arcanjo, AlexandraA agenesia dentária é uma anomalia que indica a ausência de um ou mais dentes devido a um defeito de desenvolvimento. A agenesia dentária de terceiros molares é a mais frequente e tem impacto no planeamento dos cuidados em medicina dentária. A ausência congénita do terceiro molar pode ser vista não como uma anomalia, mas como uma evolução humana. Quando uma anomalia representa quase 25% da população, deverá continuar a ser considerada como tal? O objetivo desta tese de investigação é avaliar a prevalência de agenesia de terceiros molares numa amostra de pacientes que frequentam as Clínicas Pedagógicas de Medicina Dentária da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade Fernando Pessoa (CPMD FCS-UFP), numa população jovem da zona norte de Portugal. Os pacientes avaliados tinham entre 12 e 18 anos aquando da aquisição da radiografia panorâmica. Esta investigação visa recolher dados exatos para um estudo de maior escala, procurando determinar se se trata de uma tendência progressiva. Para isso, foi realizada uma pesquisa bibliográfica nas bases de dados online PubMed, ScienceAdvances e ScienceDirect, e foi feita uma recolha de dados posteriormente analisada em programas estatísticos. Os resultados obtidos mostram uma prevalência de 22,1% de agenesia na população jovem da zona norte de Portugal, sendo notória a diferença entre a agenesia na maxila e na mandíbula. Não foi identificado dimorfismo sexual ou diferença entre os lados. Além disso, não houve evidência estatisticamente significativa de uma evolução no aparecimento da agenesia de terceiros molares dentro da mesma geração.
- Avaliação através do CBCT da perda óssea em redor do implante: revisão narrativaPublication . Charbit, Shana; Arcanjo, AlexandraOs implantes desempenham um papel essencial na substituição de dentes perdidos, melhorando a qualidade de vida dos pacientes. No entanto, a perda óssea à volta dos implantes é uma potencial complicação que pode comprometer a sua estabilidade a longo prazo e o sucesso global de tratamento. O Tomografia Computorizada de Feixe Cónico (TCFC) pode ser utilizado para produzir imagens tridimensionais (3D) de dentes, tecidos duros, vias nervosas e ossos do paciente num só exame. A perda óssea após a colocação de implantes dentários é uma grande preocupação na Medicina Dentária, uma vez que pode ter um impacto significativo no sucesso a longo prazo destes procedimentos. Esta dissertação analisa esta problemática, utilizando o TCFC como principal ferramenta de avaliação. Esta revisão narrativa tem como objectivo responder à seguinte questão: o estudo da imagem 3D pode permitir uma melhoria na avaliação da estabilidade e prognóstico do implante?
- Avaliação do risco de hemorragia em doentes tratados com ácido acetilsalicílico e clopidogrel submetidos a extração dentária: revisão sistemáticaPublication . Indelicato, Giuseppe; Arcanjo, AlexandraA gestão de doentes em tratamento com fármacos antiplaquetários continua a representar um desafio na prática clínica da Medicina Dentária, especialmente no contexto de extrações dentárias. Esta revisão sistemática avaliou o risco de hemorragia pós-operatória em pacientes a tomar ácido acetilsalicílico e clopidogrel, com o objetivo de determinar se é necessário interromper a terapêutica ou se esta pode ser mantida em segurança. O estudo seguiu as diretrizes PRISMA e incluiu artigos das bases de dados PubMed, Web of Science e Wiley, selecionados segundo os critérios PICO. Foram analisados quatro estudos clínicos que compararam doentes que continuaram a terapêutica antiplaquetária com outros que a interromperam antes da cirurgia. Os resultados mostram uma tendência consistente: manter a terapêutica não aumenta significativamente o risco de hemorragia. Em todos os estudos, os episódios de sangramento foram ligeiros ou moderados, sendo facilmente controlados com medidas locais como compressão com gaze, sutura ou aplicação de agentes hemostáticos. O estudo de Shenoy não identificou diferenças entre os grupos, enquanto Dinkova confirmou a segurança das extrações em doentes medicados com clopidogrel ou aspirina. Gröbe observou um ligeiro aumento de risco com a terapêutica dupla, mas sempre dentro de limites geríveis. Dezsi salientou a eficácia de técnicas como a sutura para controlar o tempo de hemorragia. Conclui-se, portanto, que a interrupção preventiva da terapêutica antiplaquetária não se justifica na maioria dos casos e pode mesmo ser prejudicial. A sua continuação, aliada a estratégias locais eficazes e à adequada orientação do paciente, constitui o caminho mais seguro. Este trabalho reforça a necessidade de uma abordagem clínica atualizada e multidisciplinar, que assegure tanto a proteção cardiovascular como a segurança hemostática no contexto de intervenções na Medicina Dentária.
- Benefícios da medicina dentária para a saúde sistémica e sua integração no Serviço Nacional de Saúde: revisão narrativaPublication . Ribeiro, Pedro Emanuel da Costa Pereira; Arcanjo, AlexandraIntrodução: A Medicina Dentária tem-se vindo a afirmar, cada vez mais, como uma área do conhecimento científico aplicado à saúde com repercussões recíprocas diretas e indiretas sobre a sua vertente sistémica no ser humano, daí a gradual, ainda que morosa, incorporação nos vários sistemas de saúde, um pouco por todo o mundo. Objetivo: A presente dissertação tem como objetivo identificar e analisar os benefícios da integração da Medicina Dentária no Serviço Nacional de Saúde, na especificidade de cada uma das suas especialidades reconhecidas, considerando as existentes diversas tipologias e regimes das instituições no contexto português. Perspectiva ainda, reunir informação acerca de outras realidades da Medicina Dentária externas a Portugal, nomeadamente a da União Europeia, a do Brasil, a de Inglaterra e a dos Estados Unidos da América, em relação à sua integração nos respectivos sistemas de saúde, como quais as especialidades reconhecidas nessas realidades do globo. Metodologia: No sentido de alcançar os objetivos deste trabalho, realizou-se uma revisão narrativa da literatura, considerando qualquer tipologia de artigos redigidos na língua portuguesa e língua inglesa, como qualquer outro documento emanado por Entidade ou autoridade reconhecidas pelo Estado Português, nomeadamente legislação em vigor até à data. Determinou-se ainda a exclusão de qualquer documento ou produção científica que não se encontrasse redigido na língua portuguesa ou língua inglesa, tal como, se excluíram documentos já sem aplicabilidade legal no contexto português, quer seja por revogação, quer por legislação que se tenha, entretanto, sobreposto ou tenha anulado alguma anterior. Quanto ao aspecto temporal, estabeleceu-se a pesquisa até ao limite dos últimos 5 anos, no período compreendido entre 2019 e 2025. A formulação da questão desenvolveu-se sob a forma do acrónimo PICo, que é: População (P): Medicina Dentária; Intervenção (I): Integração e organização; Contexto (Co): Serviço Nacional de Saúde. Conclusão: Apesar de a evidência científica existente indicar a relação de reciprocidade entre a saúde oral e a saúde sistémica, não parece ter sido a suficiente para convencer a classe política a privilegiar políticas sólidas de integração de serviços de saúde oral no sector público português. Concluiu-se que existe uma significativa disparidade entre as realidades portuguesa, europeia, brasileira, inglesa e norte-americana, tanto nas especialidades estatalmente reconhecidas, tal como, na integração de serviços de saúde oral nos vários sistemas de saúde.
- Efeito da curcumina na mucosite oral pós radioterapia e quimioterapia: revisão sistemáticaPublication . D’Alessandro, Pietro; Arcanjo, AlexandraA mucosite oral corresponde à inflamação da membrana mucosa da cavidade oral secundária a tratamentos de radioterapia e/ou quimioterapia sendo as áreas mais afetadas o palato mole, áreas amigdalianas, mucosa oral e labial, língua, parede faríngea e mucosa laríngea. Esta condição pode surgir entre a segunda e a terceira semana do início do tratamento e durar até duas ou três semanas após o fim do tratamento. As intervenções no tratamento da mucosite oral visam principalmente aliviar os sintomas que esta provoca. Neste sentido, a curcumina mostra-se muito promissora como terapia de tratamento não farmacológico para a mucosite oral. Assim, o objetivo desta revisão sistemática é analisar os efeitos benéficos da curcumina na mucosite oral associada à quimioterapia e/ou radioterapia de cancro oral. Para tal, foi realizada uma pesquisa bibliográfica, nas bases de dados online de artigos científicos PubMed, ScienceDirect e Web of Science sendo que a estratégia de pesquisa nas várias plataformas passou pela utilização da seguinte combinação de palavras-chave: (Curcumin AND (oral mucositis) AND (head and neck cancer) AND (radiotherapy OR chemotherapy)). Foram definidos os seguintes critérios de inclusão: Ensaios clínicos incluindo ensaios clínicos randomizados, estudos piloto e estudos comparativos, estudos realizados em humanos, estudos que abordam especificamente os efeitos da curcumina na mucosite oral relacionada a tratamentos oncológicos (quimioterapia ou radioterapia) e artigos nos idiomas português e inglês publicados nos últimos 11 anos (2014-2024). Dos 573 artigos iniciais foram incluídos 10 estudos, sendo estes avaliados quanto ao seu risco de viés pela ferramenta RoB2. Pela análise dos estudos selecionados verificou-se que a curcumina parece ser eficaz, bem tolerada e segura na prevenção e melhoria da mucosite oral induzida por radioterapia / quimioterapia em pacientes com cancro oral. Os resultados para a aplicação oral ou tópica da curcumina são semelhantes, mas dentro da aplicação tópica o gel apresentou melhores resultados com uma recuperação mais rápida e completa, melhor cicatrização e com menos efeitos colaterais. No entanto, ensaios clínicos randomizados de qualidade multicêntricos com formulações inovadoras de curcumina são necessários para apoiar ainda mais as evidências na prevenção e tratamento da mucosite oral. São também necessários mais estudos clínicos para confirmar a dosagem precisa e o tempo de administração da curcumina no tratamento de doentes com esta patologia.
- Os efeitos quimioprotectores dos AINEs no carcinoma oral: narrativa integrativaPublication . Sekkiou, Abd Elhalim; Arcanjo, AlexandraEsta tese investiga os potenciais efeitos dos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) na prevenção do carcinoma oral, com um foco particular em seu papel no câncer de cabeça e pescoço (CCP). Através de uma revisão narrativa integrativa, examina dados de estudos epidemiológicos, ensaios clínicos e pesquisas sobre mecanismos biológicos para determinar como o uso de AINEs, particularmente a aspirina, pode reduzir o risco de desenvolver carcinoma espinocelular oral (CECO). Os achados de vários estudos apontam consistentemente para uma redução significativa no risco de CCP entre os usuários regulares desses medicamentos. O principal mecanismo envolve a inibição das enzimas ciclooxigenase (COX-1 e COX-2), levando à diminuição da produção de prostaglandinas pró-inflamatórias e promovendo a apoptose em células cancerígenas. No entanto, mais pesquisas são necessárias para entender melhor as dosagens ideais, a duração do uso e os possíveis efeitos colaterais. O uso de AINEs em estratégias de prevenção de câncer deve ser acompanhado por uma avaliação cuidadosa dos riscos e benefícios, particularmente em populações de alto risco, como fumantes e consumidores de álcool. A tese defende a implementação de ensaios clínicos randomizados para solidificar as evidências sobre a eficácia dos AINEs na prevenção do CCP.
- Impacto do gene p53 no prognóstico e tratamento dos carcinomas espinocelulares orais: revisão narrativaPublication . Tomé-Belmonte, Chloé Marie; Arcanjo, Alexandra; Bulhosa, José FriasIntrodução: O carcinoma espinocelular oral é um tumor maligno prevalente na cavidade oral, representando uma das principais causas de mortalidade entre os cancros de cabeça e pescoço. Sua etiologia está associada a fatores de risco como tabagismo, álcool e HPV. O gene TP53 codifica a proteína p53, um supressor tumoral essencial na integridade genómica. A p53 atua como fator de transcrição, regulando a reparação do ADN, o ciclo celular e a apoptose. Em condições normais, previne a proliferação de células com ADN danificado, evitando tumores malignos. Mutações no TP53 são comuns em diversos cancros, incluindo o carcinoma espinocelular oral. Essas mutações podem levar à perda da função supressora ou à aquisição de funções oncogénicas. Consequentemente, há proliferação celular descontrolada e aumento da resistência tumoral a terapias convencionais. Compreender o papel das mutações do TP53 no carcinoma espinocelular oral é essencial para aprimorar estratégias diagnósticas e terapêuticas. Estudos indicam que essas mutações podem servir como biomarcadores para triagem de lesões orais malignas. A investigação detalhada das alterações no TP53 e seu impacto no comportamento do carcinoma espinocelular oral é crucial para desenvolver terapias mais eficazes, melhorando prognóstico e qualidade de vida dos pacientes. Objetivo: O objetivo deste trabalho foi determinar o impacto do gene P53 no pronóstico e no tratamento dos carcinomas espinocelulares orais. Metodologia: Foram utilizadas as bases de dados digitais: PubMed e ScienceDirect. Foram aplicados os marcadores “AND” e “OR”. Foram estipulados critérios de inclusão, nomeadamente, artigos publicados nos últimos dez anos (2014-2024), maioritariamente em idioma inglês, mas, também em francês e português, contendo informação relevante sobre os carcinomas espinocelulares orais, a proteína p53 e suas mutações e as estratégias terapêuticas. A pesquisa englobou artigos de revisões narrativas, revisões sistemáticas, meta-análises, sites governamentais e uma tese de doutoramento. Os critérios de exclusão são os artigos com resumos inacessíveis.
- Piezocirurgia versus técnicas convencionais em apicectomia: revisão sistemáticaPublication . Dal Pont, Giulia; Arcanjo, AlexandraA apicectomia é um procedimento de microcirurgia endodôntica destinado a preservar dentes com patologia periapical persistente que não responde ao tratamento ortógrado. Envolve a ressecção dos 3 mm apicais, a remoção do tecido patológico e a preparação de uma cavidade retrógrada para obturação. Os avanços microcirúrgicos permitem uma preparação apical mais conservadora e precisa, com cortes mantidos perpendiculares ao longo eixo do dente para reduzir as ramificações apicais e a exposição dentinária. A osteotomia pode ser realizada com brocas ou dispositivos piezoelétricos, oferecendo estes últimos um corte seletivo, redução de lesões nos tecidos moles, menor hemorragia e superfícies mais lisas que favorecem a cicatrização. Esta revisão sistemática compara a piezocirurgia e as técnicas convencionais para avaliar a sua eficácia relativa. Para tal, foi realizada uma pesquisa bibliográfica nas bases de dados online de artigos científicos PubMed Central, ScienceDirect e Google Scholar, e a estratégia de pesquisa nas várias plataformas envolveu a utilização da seguinte combinação de palavras-chave: (((apicoectomy) OR (apicoectomy)) AND ((piezosurgery) OR (piezoelectric)) AND ((rotary instruments) OR (rotational instruments) OR (bur))). Os seguintes critérios de inclusão foram definidos: estudos clínicos incluindo estudos clínicos randomizados e não randomizados, estudos comparativos e case reports; artigos publicados nos últimos 10 anos; estudos que comparem diretamente piezocirurgia e técnicas convencionais em apicectomia e que apresentem pelo menos um dos outcomes definidos. Dos 197 artigos iniciais, foram incluídos 5 estudos, os quais foram avaliados quanto ao risco de viés utilizando a ferramenta RoBDEMAT. A análise dos estudos selecionados demonstrou que a piezocirurgia parece ser uma técnica eficaz, precisa e segura na realização da apicectomia, apresentando resultados comparáveis ou ligeiramente superiores às técnicas convencionais. Contudo, são necessários ensaios clínicos randomizados de elevada qualidade e estudos in vivo para validar a transposição destes benefícios laboratoriais para o contexto cirúrgico real. Mais investigação é também necessária para padronizar os protocolos de corte e confirmar se a superioridade qualitativa da piezocirurgia se traduz efetivamente num aumento da taxa de sucesso clínico a longo prazo.
- Terceiros molares inclusos: coronectomia vs exodontiaPublication . La Scala, Francesco; Arcanjo, AlexandraA remoção de terceiros molares erupcionados, parcialmente impactados ou totalmente impactados continua a ser uma das operações de cirurgia oral mais comuns. Embora o procedimento seja amplamente praticado, pode resultar em diversas complicações, incluindo danos nos nervos alveolar inferior e lingual. Estes acidentes são frequentemente causados pela íntima relação entre o nervo e as raízes dos dentes. A técnica de coronectomia foi proposta como uma maneira de remover a coroa de um dente enquanto preserva as raízes, reduzindo assim a possibilidade de danos nervosos. As radiografias panorâmicas podem revelar sinais associados a um alto risco de lesão nervosa durante a remoção. O primeiro conjunto de indicadores da possível conexão inclui escurecimento da raiz, deflexão da raiz, estreitamento da raiz e estreitamento do canal do nervo. A tomografia computorizada de feixe cónico pré-operatória oferece estimativas de risco mais concretas e a sua eficácia é maior comparativamente à radiografia panorâmica. Assim, o objetivo desta revisão sistemática é avaliar se a coronectomia pode ser considerada uma técnica fiável para reduzir as lesões do nervo alveolar inferior, avaliando adicionalmente as restantes complicações que podem surgir. Para isso, foi efetuada uma pesquisa bibliográfica nas bases de dados PubMed e Elsevier utilizando os critérios PICO, onde a população estudada incluiu indivíduos que necessitam de extração de terceiros molares e que apresentam possível dano para o nervo alveolar inferior. A intervenção analisada foi a coronectomia dos terceiros molares, comparada com a exodontia de terceiros molares em contacto com o nervo alveolar inferior. O outcome considerado foi a incidência de lesão do nervo alveolar inferior, bem como possíveis complicações pós-cirúrgicas. Foram incluídos sete estudos clínicos, prospetivos e retrospetivos publicados nos últimos 10 anos. A sua avaliação metodológica foi feita através das ferramentas elaboradas pelo Joanna Briggs Institute. Da análise destes estudos verifica-se que a técnica de coronectomia, ou odontectomia parcial intencional, reduz de maneira significativa, comparada à exodontia, os riscos de lesões ou danos ao nervo alveolar inferior, bem como as complicações que podem surgir posteriormente. No entanto, deve-se ter em conta que o sucesso desta técnica depende não só da habilidade técnica do médico dentista, como também da correta indicação e seleção do paciente, pelo que se deve realizar uma avaliação pré-operatória bastante cuidadosa, com a ajuda de exames de imagem, para a obtenção de diagnóstico e indicação da coronectomia.
- The role of diabetes mellitus in oral cancer: an umbrella review of SR and MAPublication . Almeida, Filipa Daniel Formosinho; Arcanjo, Alexandra; Manso, M. ConceiçãoThe objective of this study was to assess whether there is a positive association between Diabetes Mellitus (type 1, type 2, or gestational diabetes) and the development of head and neck cancer. An umbrella review was conducted through a systematic search in the Cochrane, EBSCO, Wiley, ScienceDirect, and PubMed databases from January 2000 to January 2024. The umbrella review was registered in PROSPERO (CRD42024512151). Both systematic reviews and meta-analyses of observational studies were included. Article selection followed the PRISMA guidelines, and methodological quality and risk of bias were assessed using the Joanna Briggs Institute Critical Appraisal Checklist. Study overlap was analyzed using the GROOVE tool. Seven systematic reviews were included. Among 20 associations of different head and neck cancers with various types of diabetes, 9 (45%) showed a statistically significant positive correlation. The most robust evidence was found for the relationship between diabetes and overall cancer (RR fixed effects=1.22, 95%CI=1.16-1.29, p<0.001). For oral cancer, a significant increase was observed with RRR=1.13 (p=0.009), OR=1.32 (p<0.001), HR=1.73 (p<0.05), and RR=1.28 (p<0.05). For oropharyngeal cancer, a significant increase was found with RR=1.18 (p<0.05) and HR=1.53 (p<0.05). For head and neck cancer, a significant increase was observed with HR=1.47 (p<0.05), and for nasopharyngeal cancer, OR=1.40 (p<0.05). High heterogeneity was noted in four systematic reviews, highlighting the need for more standardized studies. It is concluded that while Diabetes Mellitus has been widely studied concerning cancer risk, there remains a gap in robust evidence regarding its specific association with oral cancer.
