ESSFP (OTA) - Terapêutica da Fala
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Percorrer ESSFP (OTA) - Terapêutica da Fala por orientador "Peixoto, Vânia"
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- Associação entre competências comunicativas e a inibição em crianças de idade pré-escolarPublication . Costa, Sofia Oliveira da; Pestana, Pedro Melo; Peixoto, VâniaIntrodução: A inibição comportamental e as competências comunicativas são construtos fundamentais no desenvolvimento infantil. A inibição, uma característica do temperamento definida como a tendência para reagir com cautela ou retração a situações novas, pode influenciar o funcionamento social e emocional da criança. Objetivo: Analisar a associação entre as competências comunicativas e a inibição em crianças de idade pré-escolar. Metodologia: A amostra foi constituída por 473 crianças, com idades compreendidas entre os 2 e os 8 anos (Média = 4.88; DP = 1.03), a frequentar estabelecimentos de ensino nas zonas Norte e Centro de Portugal. Para a recolha de dados, foram utilizados a Escala de Comunicação para a Idade Pré-Escolar (ECIPE), na sua versão para educadores, e a Bateria de Avaliação do Temperamento Infantil – Forma Revista (TABC-R), preenchida pelos pais. A análise estatística recorreu a correlações de Spearman para investigar a associação entre as variáveis. Resultados: Os resultados da ECIPE indicaram um desempenho globalmente positivo nas competências comunicativas. A pontuação média para a inibição, avaliada pela TABC-R, foi de 34.16. Foi encontrada uma correlação negativa, fraca mas estatisticamente significativa, entre a idade e a inibição, sugerindo que a inibição tende a diminuir com o aumento da idade. Contudo, não foram encontradas correlações estatisticamente significativas entre os scores de inibição e as pontuações totais ou das subescalas da ECIPE. Conclusão: Neste estudo, não foi encontrada uma associação estatística direta entre o nível de inibição reportado pelos pais e as competências comunicativas avaliadas pelos educadores. Os resultados sugerem que, nesta amostra, as duas variáveis se manifestam como construtos independentes. A diminuição da inibição com a idade é consistente com a literatura sobre o desenvolvimento infantil. A ausência de uma correlação direta sublinha a necessidade de abordagens de avaliação e intervenção multidimensionais, que considerem a complexa interação de fatores temperamentais, contextuais e desenvolvimentais na promoção das competências da criança.
- Avaliação das competências conversacionais da criança: tradução e adaptação da “Escala das competências socio-conversacionais” para o português europeuPublication . Alves, Joana Patrícia Valente; Peixoto, VâniaUm dos aspectos do desenvolvimento comunicativo é a capacidade da criança ser assertiva e responsiva durante as trocas na conversação em contextos do cotidiano e didácticos. O objectivo do estudo é investigar, classificar e compreender como é que as crianças participam nas conversas, ou seja, como é que a criança é capaz de iniciar uma conversa, continuar no mesmo tópico de conversa, fazer perguntas e responder às perguntas, determinar, com que idade os comportamentos de comunicação de assertividade e responsividade (produzidos de forma verbal ou não-verbal) podem ser considerados “adquiridos” ou “em aquisição” em crianças com idades compreendidas entre os 12 e 36 meses e relacionar a idade e aquisição de comportamentos de assertividade e responsividade com o género, número de irmãos, ordem na fratria, habilitações literárias dos pais e com quem a criança passa o dia. O questionário “Escala das Competências Sócio-Conversacionais” foi desenvolvido para os pais, em uma amostra de 50 crianças portuguesas com idades entre os 12 e 36 meses e com desenvolvimento típico da linguagem de acordo com a percepção parental. Os resultados indicam que a capacidade de responsividade no geral é mais desenvolvida que a da assertividade havendo pouca influência entre os itens avaliados por apresentarem níveis iguais tanto na assertividade como na responsividade.
- Classificação dos erros de escrita em alunos do 2° ao 4° ano, através de um texto narrativoPublication . Pereira, Marine Inês Guerreiro; Peixoto, VâniaA análise dos erros é baseada numa abordagem semiológica relacionada com a consciência fonológica, com o intuito de fornecer informações detalhadas sobre o processo cognitivo e linguístico envolvido na tomada de decisão ortográfica. Os resultados destacam a importância da literacia emergente e das habilidades de linguagem, ortografia e grafia no desenvolvimento da expressão escrita. A classificação dos erros utilizada neste estudo aprofunda as questões cognitivo-linguísticas envolvidas na decisão ortográfica. Com base numa sequência de imagens, foi pedido a alunos do 2º, 3º e 4º ano que realizassem uma narrativa escrita elicitada por essas imagens. Obtiveram-se 45 narrativas (17 do 2º ano, 11 do 3º ano e 17 do 4º ano) de crianças com idades compreendidas entre os 7 e 11 anos. Posteriormente, os erros de escrita foram classificados de acordo com a tipologia de Alves (2009). Através da análise das narrativas escritas, foi possível observar-se que o domínio linguístico é um dos mais afetados e, consequentemente, o erro fonológico o mais observado. Ao nível dos erros fonológicos foram diversas as alterações, mas, essencialmente ao nível da acentuação, da sílaba, do formato silábico e ao nível do segmente. Sugere-se que este trabalho possa estender-se a uma maior quantidade de participantes a fim de se registar alguma consistência nos tipos de erros com maior frequência e, posteriormente, pensar em medidas preventivas, ao nível do pré-escolar e início da escolaridade para diminuir esta situação.
- Desenvolvimento da linguagem aos 24 meses de idade: fatores de risco relacionados com a criançaPublication . Silva, Catarina Sousa; Peixoto, Vânia; Maia, FátimaSabemos que o domínio da linguagem é fulcral na sobrevivência no mundo moderno e pode, se deficitária, prejudicar uma integração completa e absoluta na vida social. Neste contexto, existe muita investigação com o objetivo de obter uma melhor compreensão do processo de aquisição de linguagem com o objetivo, em última análise, de garantir que a competência da criança neste processo seja bem-sucedida. Para tal é imprescindível considerar os contextos e os fatores envolventes a que cada criança está exposta. Objetivo: Verificar o repertório lexical de crianças (entre os 23 e 25 meses de idade) falantes do português e a associação entre a quantidade de palavras faladas e as variáveis: tempo de gestação, peso ao nascimento, intercorrências neonatais e tempo de uso de ecrãs. Método: 54 pais de crianças com idades compreendidas entre os 23 e os 25 meses, dos Distritos de Porto e Braga, participaram do estudo. Preencheram o questionário sociodemográfico e o "Inventário MacArthur de Desenvolvimento Comunicativo - Palavras e Frases (16-30 meses).". Foi aplicada estatística descritiva e inferencial. Resultados: A média das palavras emitidas foi de 212. Os fatores estudados não apresentaram correlações significativas com as medidas linguísticas analisadas. Conclusão: Com base na interpretação e análise dos dados apurados o estudo demostra que existe uma evolução significativa da média das palavras aos 23 meses (144, 07), aos 24 meses (238,77) e aos 25 meses (231,88). reforçando o rápido crescimento do vocabulário conforme o avanço da idade nesta faixa etária, corrobora também, o fato de as crianças com 24 meses já possuírem um repertório maior que 50 palavras. Para o estudo dos fatores de risco será necessário, provavelmente, um alargamento amostral.
- Desenvolvimento linguístico aos 24 meses: fatores de risco relacionados com a famíliaPublication . Miranda, Daniela Lopes; Maia, Fátima; Peixoto, VâniaO desenvolvimento da linguagem é determinante para o desenvolvimento em diversas vertentes da vida da criança. A qualidade das interações precoces pode influenciar este processo de um modo positivo ou negativo. Entre diversos fatores apontados pela literatura, destacam-se os fatores relacionados com a família. Objetivo: Descrever o desenvolvimento linguístico em crianças com idades em torno dos 24 meses, nomeadamente no que se refere à quantidade de palavras produzidas, a um conjunto de aspetos morfológicos e sintáticos, e à extensão média dos enunciados; e verificar a existência de associações entre os parâmetros de desempenho linguístico observados e fatores de risco relacionados com a família: idade dos pais, escolaridade dos pais, rendimento, fratria, ordem na fratria, e antecedentes familiares de problemas de comunicação/linguagem/fala. Método: Estudo transversal de caráter descritivo e que integra análise correlacional. A amostra de conveniência é composta por 54 pais de crianças entre os 23 e os 25 meses de idade, integradas em estabelecimentos de ensino no norte do país. Foi aplicado um questionário de caracterização sociodemográfica e clínica e o Inventário de Desenvolvimento Comunicativo MacArthur-Bates: Palavras e Frases (16-30 meses). A análise dos dados foi realizada recorrendo à estatística descritiva e inferencial, tendo sido utilizado o software Statistical Package for Social Sciences (SPSS), versão 29.0.2.0. Todas as questões éticas foram salvaguardadas. Resultados: Nas tarefas da linguagem, verificaram-se evoluções significativas aos 24 meses, sendo este um marco importante no desenvolvimento da linguagem. Verificou-se também um aumento na produção lexical e nos aspetos morfossintáticos associados às variáveis escolaridade e rendimento dos pais. Conclusão: Por volta dos 24 meses verifica-se um aumento relevante no desenvolvimento lexical e morfossintático. A escolaridade e o rendimento dos pais, parecem influenciar o desenvolvimento linguístico, tal como verificado noutros estudos. Uma amostra mais alargada será necessária para a obtenção de dados mais robustos.
- Estudo da relação entre o perfil comunicativo e o perfil sensorial em crianças com perturbação do espetro do autismoPublication . Oliveira, Adriana Filipa Pinho; Peixoto, VâniaA Perturbação do Espectro do Autismo foi descrita em 1943 por Leo Kanner, e, hoje em dia, através do DSM V, é caracterizada por perturbação do neurodesenvolvimento, caracterizada pelo comprometimento da interação social, comunicação verbal e não-verbal e comportamento restrito e repetitivo. É através da comunicação e da linguagem que podemos demonstrar experiências e conhecimentos. Na Terapia da Fala, podemos determinar o perfil comunicativo, caracterizado pelas características e competências conversacionais, tendo em conta a sua capacidade para iniciar uma conversa ou capacidade de responder a outro interlocutor. Na área da Terapia Ocupacional é possível identificar o perfil sensorial, determinado pelas características individuais relacionadas com a forma como cada pessoa processa e responde aos estímulos sensoriais do ambiente ao seu redor. Tendo em conta que o Perfil comunicativo e o Perfil sensorial são duas das características fundamentais que determinam a funcionalidade e participação nos contextos naturais por parte da Pessoa com PEA, o nosso estudo tem por objetivo estudar a relação entre os perfis comunicativos e os perfis sensoriais em crianças com Perturbação do Espetro do Autismo. Foram avaliadas crianças com PEA, entre os 18 meses e 12 anos de idade, através de instrumentos de relato parental, nomeadamente, LUI- Language Use Inventory (dos 18M aos 47 M), CCC- Checklist da Comunicação das Crianças (dos 48 M aos 12 A), e o Perfil Sensorial. Foram avaliadas 29 crianças da região norte de Portugal. Dos resultados encontrados e na área da terapia da fala, foi possível encontrar uma maior prevalência em dificuldades de inteligibilidade e fluência do discurso, de coerência e relações pessoais. Do foro sensorial, o perfil de procura sensorial e registo pobre, corresponderam a uma maior incidência entre a população em estudo. Os objetivos do estudo não foram totalmente atingidos por falta de tempo para conclusão de uma análise inferencial com consequências ao nível de resultados, discussão e conclusão.
- Exposição a conteúdos multimédia em língua não-materna vs. o desenvolvimento da linguagem em crianças com idade pré-escolar - perceção de terapeutas da fala, educadores e cuidadoresPublication . Dantas, Cátia Sofia Oliveira; Peixoto, VâniaIntrodução: Atualmente é consensual a influência do meio envolvente e experiências vivenciadas pela criança no desenvolvimento da linguagem. Objetivo: Compreender a perceção dos inquiridos acerca do impacto da exposição a conteúdos multimédia em língua não-materna no desenvolvimento da linguagem, comparar o número de horas que as crianças estão expostas aos conteúdos multimédia em língua não-materna com a perceção acerca do impacto desta exposição no desenvolvimento, compreender se foram verificadas alterações, relativas a este tipo de exposições, durante os períodos de confinamento. Método: Aplicou-se um questionário a terapeutas da fala, educadores e cuidadores, referente à perceção que estes tinham relativamente ao impacto da exposição a conteúdos multimédia, em língua não-materna, no desenvolvimento da linguagem da criança, em idade pré-escolar. Resultados: 97,7% da população em estudo contacta com crianças que estão expostas a conteúdos multimédia em língua não-materna, e cerca de 50% afirma uma exposição de 1-2 horas diárias. Sendo que 70,4% afirmou um aumento desta exposição durante o período de confinamento. De uma forma geral a amostra considera haver impactos no da criança devido a este tipo de exposição. Conclusão: A amostra em estudo apresenta uma perceção variável da existência de impactos no desenvolvimento da linguagem devido à exposição a conteúdos multimédia em língua não-materna.
- Fatores de risco e trajetória do desenvolvimento de linguagem entre os 24 e os 30 mesesPublication . Caridade, Lara Fernandes; Peixoto, Vânia; Maia, FátimaObjetivo: O presente trabalho tem como objetivo analisar os fatores de risco e a trajetória do desenvolvimento da linguagem em crianças entre os 24 e os 30 meses, destacando as principais características e condicionantes deste período crítico do desenvolvimento infantil. Métodos: Foi realizado um estudo observacional com uma amostra de crianças nesta faixa etária, selecionadas segundo critérios rigorosos de inclusão e exclusão. Utilizou-se o instrumento padronizado “Inventário de Desenvolvimento Comunicativo MacArthur Bates: Palavras e Frases 16-30 meses” e o “Questionário de Caracterização Sociodemográfica e Clínica” na faixa etária dos 24 aos 30 meses para avaliação do desenvolvimento linguístico, bem como questionários dirigidos aos pais sobre antecedentes familiares, condições socioeconómicas e fatores de risco perinatais. Os dados foram analisados estatisticamente para identificar associações entre os fatores de risco e o desempenho linguístico. Resultados: Observou-se uma correlação positiva no desenvolvimento entre os 24 e 30 meses, indicando que crianças com maior desenvolvimento inicial mantêm essa tendência. Apesar disso, as correlações são moderadas a fracas (inferior a 0.5). No desenvolvimento lexical e expressivo, houve um aumento no número médio de palavras faladas e compreendidas entre as duas fases (18-24 meses e 24-30 meses), com os maiores saltos em "Palavras conectivas" (376%) e "Palavras e expressões para fazer perguntas" (231%). Observou-se um aumento significativo e consistente no vocabulário produzido (de 100-200 para 400-500 palavras) e melhoria nas capacidades morfológicas e sintáticas ("Formas de Palavras I", "Verbos Difíceis", "Formas de Palavras II"). A associação entre o desenvolvimento linguístico e fatores sociodemográficos revelou correlações fracas (entre -0.20 e 0.30). O nível de escolaridade dos pais e o nível socioeconómico mostraram correlações positivas fracas, ligeiramente mais fortes na primeira fase. O tempo de ecrã apresentou uma correlação negativa fraca na primeira fase (τ = -0.20), sugerindo que maior exposição pode estar ligada a menor desenvolvimento do vocabulário. Outros fatores como número de irmãos, ordem na fratria, idade dos pais, tempo de gestação e peso ao nascimento tiveram correlações muito fracas. Conclusão: O período dos 24 aos 30 meses é uma fase crítica de rápido desenvolvimento linguístico, com variabilidade individual influenciada por fatores como a escolaridade dos pais, a qualidade das interações comunicativas e o tempo de exposição a ecrãs. A identificação e intervenção precoces são cruciais para um desenvolvimento saudável e para prevenir consequências negativas a longo prazo. Apesar das limitações metodológicas (como dificuldades no preenchimento de questionários e desistências), este estudo confirma a existência de trajetórias estáveis e a influência de fatores ambientais modificáveis, reforçando a importância de intervenções precoces baseadas em evidências e abordagens personalizadas centradas na criança e na família.
- Perceção dos pais sobre o estigma da perturbação do espectro do autismo na comunidade: tradução e adaptação para o português europeuPublication . Silva, Inês Manuela Albuquerque da; Peixoto, VâniaO presente projeto de graduação tem como objetivo a aquisição do grau de licenciada em Terapêutica da Fala. O tema deste estudo é “Perceção dos pais sobre o estigma acerca da Perturbação do Espetro do Autismo na comunidade: Tradução e Adaptação para o Português Europeu”. Os objetivos visam traduzir e adaptar para o Português Europeu, comparar as qualidades psicométricas com o instrumento original, analisar as características sociodemográficas da criança, tais como, a idade da criança quando foi diagnosticada com PEA, o género e o grau de suporte e analisar as horas de intervenção que a criança recebe por semana. No fim do estudo, concluiu-se que os pais apresentam sentir estigma por parte da comunidade acerca da Perturbação do Espectro do Autismo.
- Práticas centradas na família, intervenção mediada por pais e teleprática: perceção do terapeuta da falaPublication . Oliveira, Alexandra Manuela Carvalho; Peixoto, VâniaCada vez mais se reconhece o papel dos cuidadores no desenvolvimento de competências das crianças, visto que eles estão presentes nos seus contextos naturais. A prática centrada nas famílias engloba a intervenção mediada por pais, na qual lhes permite uma participação mais ativa. Atualmente, com os serviços à distância é importante compreender se os terapeutas da fala recorrem a estas práticas. Deste modo, foi elaborado um questionário online como instrumento de recolha de dados, com o objetivo de caracterizar a prática dos terapeutas da fala e relacioná-la com a implementação das práticas centradas na família. Para a concretização deste formularamse objetivos com base no grau de frequência na adoção destas práticas, bem como na identificação de benefícios e desvantagens destas para os terapeutas da fala. A amostra é constituída por 65 terapeutas da fala. Após uma análise descrita dos dados quantitativos e uma análise de conteúdo das respostas abertas, verificou-se que, primeiramente os anos de experiência estão compreendidos entre 1 e 36 anos. A maioria dos inquiridos (94%) aplica nas suas intervenções PCF, contudo mais de metade (58%) não recorre a intervenções mediadas por pais, contudo a maioria dos inquiridos implementa na sua prática profissional o uso da molalidade de teleprática (91%). Concluiu-se ainda que existe alguma ambiguidade, por parte dos TF´s, relativamente ao modo de intervenção destas práticas. Registaram-se ainda vantagens e desvantagens à implementação destas práticas.
