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- Brain, cognition, and psychoanalysis: a scoping reviewPublication . Giovagnoli, Anna Rita; Patrikelis, Panayiotis; Parente, Annalisa; Parisi, Alessandra; Meneses, Rute FBackground: Cognitive functions and brain connectivity could be influenced by psychoanalytic psychotherapy (PP), thus representing neurobiological parameters for therapy-induced changes. This study searched empirical studies on cognition and the brain to evaluate which functions have been assessed, with which instruments, and what changes have been documented in brain connectivity after PP. Methods: We used the guidelines and checklist of the Preferred Reporting Items of Systematic Reviews and Meta-analyses Extension for Scoping Reviews. The literature search was performed on the Medline–PubMed, American Psychological Association-PsycINFO, Elton Bryson Stephens Company, and Cochrane databases, and Google Scholar, including articles on patients with non-psychotic disturbances published from 1980 to September 2024. Results: Fifty-nine articles were collected. Five articles reported on cognitive outcomes. Abstraction and mentalization remained stable after individual PP in patients with adjustment disorders or anorexia nervosa. Executive functions, emotional intelligence, spatial short-term memory, attention, and balance between relatedness and self-definition improved after group PP applied alone or combined with individual PP. Twelve studies using functional magnetic resonance imaging, positron emission tomography, single-photon emission computerized tomography, or electroencephalography showed functional brain changes after different types of PP. Conclusions: An empirical approach has rarely been used to evaluate the impact of PP on the brain and cognition. The results of selected studies on neurotic and depressive disorders suggest that PP can stimulate cognitive function and brain connectivity. Further literature reviews are needed to clarify these issues and provide an avenue for research studies targeting PP in different conditions. Communication between neurology and psychoanalysis is indispensable.
- The effectiveness of a positive group psychotherapy on the promotion of young adults' mental healthPublication . Fonte, Carla; Melo, Mariana Tribuzi Carmo CostaBackground: Positive mental health has had different definitions, but the current one embraces the presence of levels of well-being and decreased levels of psychopathology. This vision of positive mental health has increased the interest in developing positive psychological intervention programs and activities that promote mental health, increasing levels of well- being and decreasing levels of psychopathology. This study aimed to verify the impact and effectiveness of a positive psychotherapy based group intervention plan, in a non-clinical sample on the increase of well-being and reduction of psychopathology. Method: The sample was selected by non-random convenience, consisting of 40 participants, who were subdivided into an experimental group and a comparison group, each consisting of 20 elements. The experimental group is made up by 11 men (55%) and 9 women (45%), with ages between 18- 27 years old, being the average of ages 20,70 (SD= 2,830). The comparison group is composed by 10 women (50%) and 10 men (50%) aged between 18 and 27 years old, being the average of the ages 22 (SD=6,808). To evaluate the effectiveness of the program, an assessment was done in two moments (pre and posttest), using the MHC-SF (for well-being assessment) and the DASS-21 (for psychopathology assessment) as assessment measures. Results: The results obtained show a significant improvement in social well-being as well as a reduction in the levels of psychopathology (anxiety, depression, and stress). Conclusions: These results demonstrate that participation in the program is beneficial for mental health promotion. It is suggested that a larger sample size and a randomization process may be used in future research.
- O papel da idade na felicidade dos indivíduos: estudo da vida agradável, comprometida e significativaPublication . Fonte, Carla; Coelho, Ana Catarina da RochaNos anos recentes variada investigação tem sido desenvolvida para melhor compreender o construto felicidade, procurando identificar os determinantes da mesma. Este tópico atraiu a atenção de diferentes investigadores, das mais variadas áreas científicas. Neste âmbito apresenta-se um estudo com a finalidade de continuar a aprofundar a compreensão científica deste fenómeno, tendo como objetivo geral analisar qual o papel que a variável idade pode ter na felicidade, nas suas dimensões de vida agradável, vida comprometida e vida significativa. No estudo que se apresenta participaram 471 indivíduos, 133 do sexo masculino e 338 do sexo feminino, tendo como idades compreendidas entre os 18 e os 86 anos. Os dados foram recolhidos através de um Questionário Sociodemográfico e o Inventário de Psicoterapia Positiva. No geral os resultados mostraram que existe uma correlação forte positiva entre a idade e a felicidade, mais especificamente, entre a idade e a dimensão vida comprometida, ou seja, quanto maior for a idade dos indivíduos, maior também são os seus níveis de felicidade. Os dados obtidos neste estudo parecem sugerir que os indivíduos mais velhos conseguem identificar e usufruir mais dos pontos fortes e competências, encontrando situações onde as mesmas podem ser usadas, o que permite melhorar a sua felicidade e comprometimento com a vida.
- Questionário breve de avaliação da experiência com a música: contributos para a validação portuguesaPublication . Fonte, Carla; Marques, Alexandra; Lopes, Telma; Silva, IsabelNo contexto português, a avaliação da experiência com a música tem sido uma área de crescente interesse, no entanto, a falta de instrumentos específicos adequados à cultura e idioma ainda é evidente. Este estudo tem como objetivo principal traduzir, adaptar e validar para a população portuguesa o Brief Music Experience Questionnaire (BMEQ). A amostra é constituída por 369 adultos sendo 64,5% homens e 35,5% mulheres, com idades entre os 18 e 67 anos, com média de 34 anos. Foram utilizados para a recolha de dados a versão portuguesa do BMEQ, a Escala Continuum de Saúde Mental e a Escala de Ansiedade, Depressão e Stress. A versão traduzida e adaptada do BMEQ demonstrou boas propriedades psicométricas, em termos de sensibilidade e fidelidade. A análise de componentes principais revelou a existência de 6 fatores, interpretadas nas subescalas: compromisso com a música; aptidão musical inovadora; conexão social; reação emocional; efeito psicoativo positivo; reação comportamental à música, que explicam cerca de 60% da variância do instrumento. Foram encontrados bons resultados também em termos de validade interna e externa, indicando que este se apresenta como um instrumento válido para avaliar a experiência subjetiva individual com a música, seja para investigadores ou professores no contexto nacional.
- Relação entre fadiga por compaixão e autocuidado em psicólogos portuguesesPublication . Tavares, Francisca; Fonte, CarlaPara um bom desempenho profissional na prática psicológica, as estratégias de autocuidado têm sido desta cadas na literatura como relevantes na promoção do bom funcionamento dos psicólogos, atuando de forma preventiva na fadiga por compaixão. Neste sentido, o presente estudo teve como objetivo geral analisar a relação existente entre fadiga por compaixão e autocuidado em uma amostra de 106 participantes, consti tuída por psicólogos com idades entre 22 e 61 anos, M= 31,11 (DP= 8,12). A recolha de dados foi efetuada por meio de um questionário sociodemográfico, da Escala de Qualidade de Vida Profissional e da Escala de Avaliação do Autocuidado para Psicólogos. Os resultados sugerem que os participantes apresentam elevados níveis de satisfação por compaixão, apoio profissional e desenvolvimento profissional. Verificam-se baixos níveis de burnout, stress traumático secundário, equilíbrio de vida, estratégias cognitivas e equilíbrio diário. Constatou-se ainda que, os indivíduos que recorrem à supervisão e à intervisão como estratégias de auto cuidado apresentam níveis mais elevados de satisfação por compaixão. Dessa forma, os resultados obtidos revelam-se importantes para a compreensão dos conceitos de fadiga por compaixão e demonstram a eficácia da intervisão e da supervisão como estratégias de autocuidado na promoção da saúde desses profissionais.
- Relação entre sentido de vida, ansiedade, depressão e stress em adultosPublication . Sá, Daniela Filipa; Fonte, Carla; Pimentão, CristinaO sentido de vida tem sido um constructo a receber atenção por parte dos investigadores da ciência psicológica, que têm procurado compreender a importância do mesmo para saúde mental. Neste âmbito desenvolveu-se um estudo com o objetivo de contribuir ao conhecimento científico deste domínio. Especificamente procurou-se analisar a relação entre o sentido de vida e a ansiedade, depressão e stress. Participaram 471 adultos, com idades compreendidas entre os 18 e os 86 anos. A coleta de dados procedeu-se através de um Questionário Sociodemográfico, do Questionário de Sentido de Vida e da Escala de Ansiedade, Depressão e Stress. Os resultados indicaram que os indivíduos com elevada presença de sentido tinham menores níveis de depressão, ansiedade e stress, e que os indivíduos com elevado nível de procura de sentido revelam maiores níveis de ansiedade, depressão e stress.
- The role of personality in the capacity to lovePublication . Fonte, Carla; Pires, Sara; Ferreira, Maria JoséIntroduction. The main objective of this study was to analyze the role of the Big Five personality traits (extraversion, agreeableness, conscientiousness, neuroticism, and openness to experience) in the capacity to love. The capacity to love involves the ability to engage in, invest in, and sustain a committed romantic relationship, arising from complex developmental processes beginning in childhood and evolving throughout life. Although it may appear as a dispositional attribute, limited evidence exists regarding its association with personality traits. Method. A total of 839 participants aged 18 to 74 were included. Data were gathered using a Sociodemographic Questionnaire, the Big Five Inventory (BFI), and the Capacity to Love Inventory (CTL-I). These instruments were adapted for digital formats and disseminated online. Results. A positive association was found between the personality traits and the CTL dimensions. Four traits —agreeableness, openness to experience, extraversion, and emotional stability— showed a modest contribution to predicting the CTL, with agreeableness emerging as the strongest predictor and most correlated trait. Statistically significant differences also appeared in all the sociodemographic variables examined. Conclusions. These findings indicate a relationship between personality and the capacity to love, thereby enhancing our understanding of personal functioning systems and certain individual difficulties. The results underscore practical implications for tailoring personalized interventions in relationship counseling, emotional regulation, and the development of social skills and empathy, ultimately promoting individual mental health and healthier relationships.
- Self-care and internship in psychology: building a healthy professional practicePublication . Braga, António Sérgio; Cunha, Pedro; Fonte, CarlaIntroduction: Professional practice in psychology involves significant emotional and ethical demands, particularly in the early stages of a psychological career. Despite the growing discussion surrounding self-care, the integration of this topic into academic psychology training remains overlooked, and there is still a lack of research in this area. Objectives: This study aimed to assess the perceptions of final-year psychology students undertaking curricular or professional internships regarding the relevance of self-care to professional practice. It also sought to identify the strategies used by these interns and to understand the role of such strategies in developing good professional practice. Methodology: A qualitative methodology was adopted, involving eight semi-structured interviews with psychology interns. Data analysis followed the principles of thematic analysis as proposed by Braun and Clarke. Results: The participants demonstrated a clear understanding of the concept of self-care, identifying various strategies such as physical activity, meditation, hobbies, psychotherapy, a balanced diet, adequate sleep, and social support. They recognized self-care as inseparable from professional practice, viewing it as both an ethical commitment and a health-promoting strategy. However, they pointed out the lack of content on the topic within academic training as well as the scarcity of institutional support resources for psychology interns. Conclusion: The findings highlight the urgent need to integrate the theme of self-care into psychology training programs. Promoting self-care practices from the academic stage may foster more self-aware, empathetic, and resilient professionals, helping to prevent early burnout and enhance the quality of clinical interventions.
- Sentido de vida, saúde mental e bem-estar em adultos: que relações?Publication . Santos, Raquel; Fonte, Carla; Pimentão, CristinaDescobrir um sentido de vida é uma inquietação do ser humano que desde sempre existiu sendo considerado um objeto de estudo e foco de várias reflexões e teorias. Filósofos como Aristóteles e Epicuro afirmaram que o sentido da vida consiste em alcançar a verdadeira felicidade, reflectindo a necessidade de dar um significado à existência humana. Inicialmente, a investigação sobre o senti do da vida, ao tentar compreender a procura do indivíduo por um sentido, seguiu uma abordagem existencial, sendo que final do século XX, aquando da emergência da Psicologia Positiva emerge um maior investimento e conhecimento por parte da comunidade científica em torno destas questões, sendo o sentido da vida, considerado uma das componentes do bem-estar. Apresenta-se um estudo que teve como objectivo analisar a relação entre o sentido de vida, a saúde mental e o bem-estar numa amostra de 247 adultos, com idades compreendidas entre os 18 e os 69 anos. Os dados foram recolhidos com recurso ao Questionário de Sentido de Vida e à Escala Continuum de Saúde Mental. Os resultados indicaram que os indivíduos com níveis elevados de presença de sentido de vida apresentavam níveis igualmente elevados de bem-estar, enquanto que, por sua vez, os indivíduos com níveis elevados de procura de sentido de vida, apresentaram níveis menores de bem estar, sublinhando a forte relação entre estas duas dimensões.
