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FCHS (DCEC) - Artigos em Revistas Científicas Internacionais com Arbitragem Científica

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  • The “attack on democracy” in the USA: an analysis of the front page presentation of 21 newspapers in seven countries
    Publication . Weber, Patricia
    This article analyzes how the January 6, 2021, invasion of the U.S. Capitol was presented on the front pages of newspapers in seven countries. The demonstration, held by President Trump’s supporters, aimed to prevent the proclamation Joe Biden’s victory, elected in November 2020. To understand how the event was reported by 21 newspapers, a hybrid methodology of quantitative and qualitative content analysis, which is considered a trend in communication research (FONSECA, 2005) and with methods proposed by Bardin (2002), applied by Sousa (2006) and Rosenthal (2014), is used. We analyze: space dedicated to the event, textual and visual elements. The newsworthiness of the fact is verified through the space dedicated on the front pages, the formatting of headlines with prominent letters, the use of photos that endorse the titles based on political speeches, and the unprecedented nature of the action, which reveals the fragility of democracy in the country.
  • Tendências da pesquisa em jornalismo em Portugal: 1974 – 2010
    Publication . Sousa, Jorge Pedro; Prado, Ana Lúcia
    Este trabalho procura desenhar as tendências dos estudos jornalísticos em Portugal entre 1974 e a actualidade. Incide na leitura e análise dos livros consagrados à pesquisa sobre jornalismo que, durante esse tempo, foram publicados no país, por autores portugueses. Concluise que a natureza ensaística anterior a 1974 dos estudos jornalísticos portugueses foi substituída por uma perspectiva “científica”, marcada, no entanto, pelo hibridismo teórico e metodológico. Todavia, podem definir-se nove campos, ou tendências, de pesquisa sobre jornalismo em Portugal: 1) Teoria do jornalismo; 2) Produção jornalística; 3) Sociologia dos jornalistas; 4) Jornalismo, política e democracia; 5) Análise das mensagens jornalísticas; 6) História do jornalismo; 7) Economia e gestão dos media jornalísticos; 8) Direito, ética e deontologia do jornalismo; e 9) Jornalismo de proximidade, sendo mais relevantes as linhas sobre história do jornalismo, análise de mensagens jornalísticas e produção jornalística. Podem somar-se, ainda, as reflexões ensaísticas sobre a praxis profissional dos jornalistas, resultantes, por exemplo, do trabalho dos provedores dos leitores.
  • Sociologia da comunicação: o trabalho pioneiro de José Júlio Gonçalves em Portugal
    Publication . Sousa, Jorge Pedro
    Neste trabalho procura resgatar-se a obra de José Júlio Gonçalves, um dos pioneiros da sociologia da informação e da comunicação em Portugal. Recorreu-se à pesquisa bibliográfica e à revisão de literatura. Conclui-se que o autor se preocupou em diagnosticar o estado do jornalismo no mundo português, incluindo as então colónias africanas e asiáticas, recuperando factos olvidados pela história, nomeadamente a intervenção portuguesa na expansão da imprensa e da tipografia. Também faz um diagnóstico jurídico-sociológico à situação do jornalismo português de então, insinuando, sem emitir juízos de valor, que a censura era um instrumento de propaganda do Governo, que, como todos os governos, zelava pelos seus interesses através da política de informação adoptada.
  • A discussão sobre a introdução do ensino superior do jornalismo em Portugal: das primeiras menções ao primeiro curso de graduação
    Publication . Sousa, Jorge Pedro
    Em Portugal, o primeiro curso de graduação em Comunicação Social surgiu somente em 1979, na Universidade Nova de Lisboa (UNL). Em 1986, foi fundada a primeira escola superior devotada especificamente ao ensino do Jornalismo: a Escola Superior de Jornalismo do Porto. O primeiro curso superior que optou pela designação de Jornalismo foi o da Universidade de Coimbra, fundado em 1993. No entanto, desde o final do século XIX que se debate a introdução do ensino superior de jornalismo no país. Neste texto, revisitam-se algumas das contribuições que historicamente foram dadas ao debate nacional sobre o ensino superior do jornalismo desde o final do século XIX até 1979, ano da fundação do curso da UNL. Entre as conclusões, deve salientar-se a ideia de que a introdução do ensino superior do jornalismo em Portugal não foi pacífica e contou com diversos adversários, inclusivamente entre os próprios jornalistas. Aliás, a resistência à formação superior específica em Jornalismo para o exercício da profissão de jornalista ainda hoje se manifesta no seio do próprio Sindicato dos Jornalistas. Esta organização sindical continua a defender que, embora desejável, a titularidade de um diploma de graduação em Jornalismo e/ou Ciências da Comunicação não deve ser obrigatória para quem quer exercer a profissão.
  • Para uma historiografia da historiografia portuguesa do jornalismo: os livros pioneiros
    Publication . Sousa, Jorge Pedro
    Este trabalho, baseado em pesquisa bibliográfica, apresenta, sinteticamente, as obras pioneiras dedicadas à história do jornalismo publicadas em Portugal por autores portugueses até à revolução de 25 de abril de 1974. Procurou-se resgatar obras obscurecidas pela história, dando conta, simultaneamente, dos assuntos nelas abordados e das suas eventuais peculiaridades discursivas. Mostra-se que as histórias do jornalismo em Portugal, que começarama a ser publicadas, como noutros países, no século XIX e princípios do século XX, dividiram-se por várias categorias, nomeadamente: histórias biográficas (26%); histórias do jornalismo regional e local (18%); histórias do jornalismo português (15%); e histórias do jornalismo colonial (13%). Considera-se que, entre as obras mais relevantes, duas delas merecem particular atenção: Elementos para a História da Imprensa Periódica Portuguesa, de Alfredo da Cunha (1941a), uma obra notável pelo seu pioneirismo e que proporcionou abundantes dados sobre a história do jornalismo português até 1820, muitas vezes referidos, sem menção à origem, em obras posteriores; e História da Imprensa Periódica Portuguesa, de José Manuel Tengarrinha (1965, reeditada em 1989), obra que ainda hoje é a mais representativa da historiografia portuguesa sobre jornalismo, sendo uma das que documentam, em Portugal, o abandono das teses da historiografia positivista nascidas no século XIX em favor de uma concepção mais complexa e multidimensional da história.
  • Os pioneiros da teorização do jornalismo em Portugal e a definição do território do jornalismo e dos jornalistas
    Publication . Sousa, Jorge Pedro
    Neste trabalho, procura-se lançar um olhar panorâmico sobre a forma como os pioneiros da teorização do jornalismo em Portugal conceptualizaram esta actividade e os seus principais agentes, os jornalistas, até 1974, ano da reimplantação da democracia no país. Observa-se que os autores pioneiros que se dedicaram à teorização do território do jornalismo e dos jornalistas em Portugal esgrimiram argumentos contrários sobre o conceito de jornalismo e de jornalista, havendo mesmo quem visse no jornalismo industrial e profissionalizado um aviltamento da actividade. Os teóricos portugueses não hesitaram, de facto, em analisar criticamente o jornalismo e a conjuntura em que este foi sendo exercido ao longo dos tempos, tal como não hesitaram em procurar fornecer-lhe um quadro referencial de valores e práticas susceptível de o moralizar, elevar e dignificar.
  • Liberdade de imprensa em Portugal: José Agostinho de Macedo
    Publication . Sousa, Jorge Pedro
    José Agostinho de Macedo (1761-1831) foi um desbragado e truculento polemista português que se distinguiu pela crítica feroz que, após a Revolução Liberal de 1820, fez ao jornalismo panfletário e “partidário”, à proliferação de periódicos e à liberdade de imprensa. Este trabalho pretende contribuir para o conhecimento da teoria crítica do jornalismo desenvolvida por Macedo, defendendo-se nele a tese de que o referido autor identificou alguns dos problemas que levariam o jornalismo panfletário artesanal a ser substituído pelo jornalismo informativo industrial ainda no decorrer do século XIX, como a falta de qualidade, os insultos, as propostas políticas irrealistas e o exacerbamento crítico. Acusou, ainda, o jornalismo de dividir os portugueses.
  • Uma reportagem antes da "reportagem" - a relação da muito notável perda do Galeão Grande São João
    Publication . Sousa, Jorge Pedro
    Análise da relação da muito notável perda do Galeão Grande São João como um exemplo quinhentista de proto-reportagem.