FCS (DCF) - Licenciaturas
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Browsing FCS (DCF) - Licenciaturas by advisor "Cerqueira, Fátima"
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- Anfotericina B, Cetoconazol, Itraconazol e Fluconazol - uso terapêutico e efeito sobre o sistema imunePublication . Veloso, Marta Isabel Paiva Pereira; Cerqueira, FátimaA realização deste trabalho tem como objectivo o estudo do efeito imunomodulador do polieno anfotericina B e dos azóis cetoconazol itraconazol e fluconazol, numa tentativa de compreender como é que a sua actividade sobre o sistema imunológico pode, ou não, influenciar o sistema imunológico. Os resultados obtidos a partir do estudo da actividade dos antifúngicos azólicos (fluconazol, cetoconazol e itraconazol) sobre os linfócitos T, demonstraram que alguns azóis estão envolvidos na mediação de actividades imunossupressivas da função das células T in vitro. O itraconazol é o fármaco com efeito supressor mais forte, enquanto que o fluconazol não causa inibição do Multi-Level Cell (MLC). A imunopotenciação selectiva pela anfotericina B ao nível da resposta humoral, depende dos antigénios das células T e, além disso, evidências de efeitos preferenciais dos linfócitos T em suspensão, também indicam que uma subpopulação de células T é importante para a expressão dos efeitos adjuvantes. Os efeitos sobre a resposta proliferativa ao nível do antigénio in vitro, sugerem que os linfócitos T são responsáveis pela resposta reforçada por sensibilidade de contacto, induzida pela anfotericina B. A principal conclusão tirada deste trabalho é que no caso de indivíduos imunodeprimidos sujeitos a terapêuticas de tratamento ou profilaxia com os fármacos — itraconazol, fluconazol cetoconazol e anfotericina B — em estudo, deve haver um rigoroso critério de escolha do fármaco a administrar, uma vez que o risco de diminuição de proliferação de linfócitos é um dos efeitos adversos que se poderá manifestar e que em nada irá ser favorável ao aumento das defesas no indivíduo a tratar.
- Avaliação da actividade antifúngica de óleos essenciais em leveduras do género CandidaPublication . Vieira, Sandra Cristina Barbosa; Cerqueira, FátimaO trabalho apresentado é justificado pelo aparecimento de resistências aos antifúngicos disponíveis comercialmente e também à necessidade de procura de novos agentes antifúngicos, nomeadamente entre os compostos naturais (Pinto et al., 2006; Saikia et al., 2001). Na medicina tradicional, o uso de óleos essenciais deve-se principalmente às suas propriedades como anti-sépticos, agentes antimicrobianos (nomeadamente como antifúngicos), entre outras actividades (Galarraga et al., 2008; Saikia et al., 2001). Nesse sentido foi testada a actividade de sete óleos essenciais contra Candida albicans e C. glabrata. (Cerqueira et al., 2008; Anexo1) Estes fungos são responsáveis por micoses superficiais e sistémicas, pelo que necessitam de novas opções terapêuticas para o seu tratamento. A actividade antifúngica dos óleos essenciais foi testada por determinação da Concentração Mínima Inibitória (CMI) usando o método das microdiluições em agar Sabouraud. Os resultados preliminares demonstram que os óleos essenciais de cravo-da-índia e o de tomilho têm uma actividade antifúngica potente contra os fungos testados. Os restantes óleos essenciais testados, nomeadamente lavanda, hortelã-pimenta, eucalipto, amêndoas doces e árvore do chá não apresentam actividade antifúngica. A sensibilidade destes fungos aos agentes antifúngicos comerciais (Anfotericina B e Itraconazol) foi também testada, uma vez que as espécies testadas foram isoladas de amostras clínicas. A principal conclusão tirada deste trabalho é a de que os óleos essenciais podem ser boas alternativas terapêuticas para o tratamento de candidoses superficiais e que a sensibilidade de outros fungos a estes compostos deve ser testada e também devem ser identificados outros compostos naturais activos.
- Azóis: farmacologia e interacções medicamentosasPublication . Moreira, Maria Inês de Macedo Carrilho Gonçalves; Cerqueira, FátimaNas últimas décadas, assistimos a um aumento exponencial das infecções fúngicas. Esta evolução deve-se a vários factores: avanço nas ciências médicas, aumento do número de pacientes imunodeprimidos e aparecimento de resistências aos antifúngicos. Durante muitos anos a classe médica possuía um número limitado de fármacos antifúngicos a que recorrer: a anfotericina B, o fluconazol e o itraconazol. Estes fármacos apesar de eficazes contra grande parte das infecções fúngicas apresentavam inconvenientes como toxicidade e limitação do uso devido ao desenvolvimento de mecanismos de resistências pelos fungos. Com o progresso da indústria farmacêutica, assim como da investigação, novos fármacos têm vindo a ser estudados e introduzidos no mercado, como é o caso do voriconazol, o posaconazol, a caspofungina e a micafungina. Outras novas moléculas encontram-se em fase de ensaio, esperando-se ser introduzidos na clínica em breve, como o albaconazol e o ravuconazol. O futuro dos compostos antifúngicos passa pela descoberta de alvos mais selectivos, de uma redução na toxicidade, efeitos adversos e interacções medicamentosas e no desenvolvimento de técnicas de diagnóstico mais rápidas e eficazes. Nesta revisão bibliográfica, tenta-se reunir e aprofundar os conhecimentos de uma classe de antifúngicos que se encontra em constantes desenvolvimento e investigação: os azóis. Os campos estudados aqui serão o uso clínico destes compostos, a sua farmacologia, os efeitos adversos mais comuns, as interacções medicamentosas e as resistências dos fungos aos compostos azólicos. In recent decades, there was a huge increase in fungal infections, and a worsening of their pathogenicity. This trend is due to several factors: advances in medical science, increase of immunocompromised patients and emergence of resistance to antifungal agents. For many years the medical profession had a limited number of antifungal drugs to use: amphotericin B, fluconazole and itraconazole. Although these drugs are effective against most fungal infections, there are some drawbacks: toxicity and increased fungal resistance. With the progress of the pharmaceutical industry, as well as research, new drugs have been studied and marketed, as is the case of: voriconazole, posaconazole, caspofungin and micafungin. Other new molecules are in the testing phase and are expected to be introduced into the clinic soon as albaconazol and ravuconazol. The future of antifungal compounds involves the discovery of more selective targets, a reduction in toxicity, adverse effects and drug interactions and the development of faster and more efficient diagnostic techniques. This review attempts to gather and deepen the knowledge of a class of antifungals which is under constant development and research: the azoles. The fields studied here are: the clinical use of these compounds, their pharmacology, the most common adverse effects, drug interactions and resistance of fungi to azole compounds.
- Determinação da susceptibilidade de Candida spp. à Anfotericina B pelo método de microdiluiçãoPublication . Fontinha, Ana Luísa Dias; Cerqueira, FátimaAs leveduras do género Candida estão presentes na flora normal da pele e em algumas mucosas do Homem desde o nascimento, não deixando no entanto de ter a capacidade de provocar infecção. Quaisquer alterações orgânicas, independentes da natureza, favorecem a manifestação infecciosa deste fungo leveduriforme, principalmente quando existem condições que propiciam a sua proliferação exacerbada. Candida albicans é o agente mais frequentemente isolado nas candidoses. No entanto vários autores têm documentado um aumento de espécies de Candida não albicans nas últimas décadas, o que é preocupante, pois algumas espécies têm sensibilidade diminuída aos triazóis, (ex: C. glabrata), ou mesmo resistência à sua acção, (ex: C. krusei), ou à Anfotericina B, (ex: C. lusitaniae). Os principais grupos de antifúngicos em uso, com acção sobre espécies de Candida, compreendem polienos (Anfotericina B e Nistatina) e os derivados dos azóis, como os imidazóis (Cetoconazol e Miconazol) e os triazóis (Itraconazol, Fluconazol e Voriconazol). De entre os antifúngicos empregues na terapia de candidoses sistémicas, a Anfotericina B tem sido considerada o mais eficaz. Possui actividade fungicida “in vivo” e “in vitro” contra leveduras do género Candida spp, Cryptococcus neoformans e fungos filamentosos como Aspergillus spp, zigomicetos e fungos demáceos, além dos fungos dimórficos. No entanto, a sua forma endovenosa tem um uso limitado devido à alta toxicidade hepática, frequentemente associada com disfunção renal. Neste estudo foram utilizadas estirpes provenientes de amostras clínicas obtidas quer a nível hospitalar quer em ambulatório, tendo sido ao todo estudadas 58 isolados de Candidas. Foi utilizado o método de microdiluição em caldo, de acordo com a norma Reference Method for Broth Dilution Antifungal Susceptibility Testing of Yeast; Approved Standard- Second Edition, anteriormente designada de National Committee for Clinical Laboratory Standars (NCCLS). No entanto, este método revelou ser de difícil interpretação e não muito reprodutível, dependendo em grande parte do operador, quando utilizado para determinar a susceptibilidade à Anfotericina B. Por um lado devido à dificuldade em estabelecer um end-point para a determinação da concentração mínima inibitória (CMI), e por outro pela sua realização por parte de operadores pouco experientes. Para tal reforça-se a necessidade de procurar um método mais adequado, de forma a dar resultados fiáveis que representem a actividade “in vivo” da Anfotericina B relativamente a leveduras do género Candida, possibilitando assim uma ajuda para um tratamento mais adequado. O presente estudo foi realizado no sentido de avaliar a sensibilidade de diversas estirpes de Candida spp., isoladas de amostras clínicas, à Anfotericina B. Pretendia-se avaliar a prevalência de resistência e confirmar, ou não, a informação bibliográfica.
- Rastreio laboratorial da infecção pelo VIH em alunos da Universidade Fernando PessoaPublication . Benites, Catarina Vicente; Cerqueira, FátimaA infecção pelo vírus da Imunodeficiência Humana/Síndrome da VIH/SIDA, tem vindo a ganhar relevância já que é salientada por uma distribuição universal, adquirindo grande importância em termos de Saúde Publica. A epidemia da infecção VIH/SIDA matou mais de 20 milhões de pessoas nos últimos 20 anos e, até hoje, não foi possível encontrar nem uma cura, nem uma vacina eficazes para lutar contra esta ameaça que afecta pessoas de todas as idades, em todos os continentes. Apesar de não existirem fármacos capazes de eliminar por completo o vírus do organismo, os medicamentos anti-retrovíricos existentes conseguem baixar a carga vírica para valores mínimos e preservar a função imunológica do organismo, retardando a evolução da doença e proporcionando aos seropositivos para HIV uma maior esperança e melhor qualidade de vida. As doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) constituem hoje um dos principais problemas de saúde dos indivíduos sexualmente activos. Integrado no “1º simpósio em DSTs” (anexo 1) e no sentido de promover uma discussão aberta sobre o tema, foi realizado um rastreio no dia 28 de Novembro de 2007 na Faculdade de Ciências da Saúde na Universidade Fernando Pessoa (FCS-UFP) sobre a infecção VIH/SIDA. Este trabalho constitui como esforço de contribuição no rastreio da infecção gratuito para um total de 100 alunos de diferentes cursos da Universidade Fernando Pessoa, com idades compreendidas entre os 18 e os 38 anos e de ambos os sexos. Os testes laboratoriais de despiste da infecção pelo VIH foram realizados no soro dos indivíduos, recorrendo ao teste imunocromatográfico, VIKIA HIV1/2 (BioMérieux). Apenas 40 dos 100 alunos inscritos realizaram os testes, sendo que nenhum dos resultados foi positivo.
