FCHS (DCEC) - Capítulos de Livros em Editoras Nacionais
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- Opto, a nova forma de ver televisão em portuguêsPublication . Santos, Ana; Weber, Patricia; Nogueira, Ana Gabriela C. Frazão; Silva, Dora Santos; Cardoso, Fátima Lopes; Ito, Liliane de LucenaNo relatório da ANACOM 2021, Portugal é o quarto país da UE27 em que o serviço streaming mais cresceu, assegurando, os portugueses, a 15ª posição do ranking europeu. De acordo com o mesmo texto, estes números vêm confirmar os de 2020, ano em que, no nosso país, o vídeo streaming on demand chegou aos 34%, um acréscimo de 20% relativamente a 2018, justificado pelo período de pandemia. Outro dado de relevo que esse mesmo documento indica é que são os indivíduos entre os 16 e os 34 anos, estudantes com ensino superior e rendimentos mais elevados, que apresentam mais recetividade (e acesso) ao streaming. Isto quer dizer que hoje, como nunca, a tecnologia conceptualiza espaços e tempos, imiscuindo-se, sem reservas, em todas as áreas e, por isso, de todas as conceptualizações de tipologias geracionais que cada avanço cronológico sistematizou, chegámos à “geração de screenagers” (Muanis, 2013). De facto, mais de que uma transformação, a adaptabilidade e abrangência do Media proporcionou a que a televisão se metamorfoseie evolutivamente do analógico ao digital, primeiro, e do broadcast ao streaming, fintando, sub-repticiamente, a morte anunciada. É, aliás, principalmente neste Media que se confirma McLuhan (1994), na constatação de que um Media, em vez de desaparecer, modifica-se. Falamos de convergência (McQuail, 2003) e de remediação (Bolter & Grusin, 2000), de que o ‘prime time’ dá lugar ao ‘my time’, de uma nova realidade com grande impacto e poder de influência nos modos de fazer, de circular e de assistir televisão (Rios, 2021). Mas até quando? Ou seja, poderão, de facto, as novas plataformas de streaming ditar o fim paulatino do broadcast, ou, pelo contrário, constituem, de facto, um aliado na (re)invenção dos conceitos de produzir e ver televisão? Em Portugal há um serviço, pioneiro e, até ao momento único, em língua portuguesa. A OPTO, foi lançada em 2020 e, segundo assume o seu canal propulsor, é “uma nova forma de ver a SIC”. De acordo com o site oficial (Opto, 2022), o serviço streaming da SIC leva ao público mais de 8 mil horas dos melhores conteúdos nacionais e não só. Acima de tudo, é uma estratégia diferente da RTP Play. Na verdade, ambas reclamam, para si, o pioneirismo e poderão fazê-lo, mas por circunstâncias distintas: ao contrário da RTP Play e também da TVI Player, a OPTO é o primeiro serviço nacional pago, sujeito a subscrição, com conteúdos exclusivos e em língua portuguesa e é aquela que mais se assemelha à Netflix, o motor de todo este novo paradigma. O presente texto, tem por base uma dissertação de mestrado apresentada na Universidade Fernando Pessoa e é suportado por uma pesquisa qualitativa de metodologia mista. Ou seja, para melhor ficar a conhecer a interface e funcionalidade da plataforma de streaming OPTO, teve-se por base Yin (2016) e Chizzotti (2018) e não só se efetuou a sua observação e análise quantitativa dos conteúdos disponibilizados pela OPTO em comparação com a RTP Play, (o serviço streaming da televisão pública nacional), mas também foi realizado um conjunto de onze entrevistas baseadas em questões semiabertas e dirigidas. De uma forma transversal, pode-se resumir os conteúdos recolhidos como a confirmação de McLuhan, ou seja, tanto o broadcast como o streaming têm lugar neste novo panorama do audiovisual, bastando, para tal, soluções criativas por parte dos players, já para não falar dessa convergência omnipresente e multiscreen, uma complementaridade que se torna cada vez mais evidente.
- Combinatória, geração textual e as novas fronteiras da literatura computacionalPublication . Torres, Rui; Ribas, Luísa; Carvalhais, Miguel
- Remain calmPublication . Torres, Rui; Portela, Manuel; Torres, Rui; Albuquerque, Teresa; Ferreira, José Luís
- Livros e corpos em diálogoPublication . Torres, Rui; Malufe, Annita Costa; Marques, Diogo; Carvalho, Isabel; Guimarães, João Paulo; Dias, Sandra Guerreiro
- Nota de aberturaPublication . Ribeiro, Rui Miguel; Torres, Rui; Ministro, Bruno
- Uma nova camada na realidade: realidade aumentada, eletrónica e publicidadePublication . Mesquita, Francisco; Borba, Eduardo Zilles; Zuffo, MarceloNeste trabalho apresentamos uma re exão sobre os potenciais de aplicação da realidade aumentada e da electrónica na composição de ações publicitá- rias em espaços urbanos. Do outdoor interativo ao pseudo-holograma, são apresentados e discutidos casos aplicados no mercado europeu, nomeada- mente na Inglaterra, a m de diagnosticar algumas das potencialidades da RA no setor publicitário. Em suma, podemos adiantar que o ensaio veri cou que em ambos os casos observados – Pepsi e Domino’s – a relação entre transeunte, publicidade e espaço urbano é alongada devido a possibilidade de interatividade com a peça e, também, devido a sua espetacularidade ao proporcionar a formatação de um cenário híbrido, no qual a paisagem física (real) e os objetos digitais (virtual) se misturam para criar uma nova percep- ção de realidade.
- Deambulações na cidade sobre a arte urbana e a modaPublication . Mesquita, Francisco; Muller, MadeleineA cidade é a centralidade do mundo. Por lá se constroem realidades que espelham e alimentam o Homem contemporâneo, num exercício ora en- quanto anêur ora narcísico. Passa por essa exercitação a recon guração permanente do que somos e jogamos na própria urbe e, por conseguinte, na construção do mundo. A moda e a arte urbana são, a bem dizer, uma das suas expressões maiores e edi cantes, uma vez que nela residem e dela se alimentam, num movimento perpétuo. O texto que aqui se solta é um olhar descomprometido sobre esses dois fe- nómenos sociais de contornos variáveis e multidiversi cados. É, neste senti- do, um exercício deambulante sobre duas das manifestações mais fecundas da cidade, esse lugar de vivências e interseções in nitas.
- Outra Outra [Prefácio de "Outro Outro" de Salette Tavares]Publication . Torres, Rui
- Pensar o texto é ler a imagem é recriar o texto-imagemPublication . Torres, Rui
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