ESSFP (OTA) - Terapêutica da Fala
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Percorrer ESSFP (OTA) - Terapêutica da Fala por assunto "Afasia progressiva primária"
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- Afasia progressiva primária: tradução e adaptação cultural de um instrumento de medidaPublication . Pinto, Taís Mendes; Vieira, Daniela Oliveira; Cadório, InêsNo âmbito do projeto de graduação com vista à obtenção da Licenciatura de Terapia da Fala foi realizada a tradução, adaptação cultural e linguística de um teste de avaliação da linguagem (Progressive Aphasia RatIng Scale - PARIS), para o Português Europeu (PE), tendo sido o mesmo elaborado para a população com Afasia Progressiva Primária (APP). Para o efeito do mesmo, serão seguidas diferentes etapas metodológicas, entre as quais a tradução, na qual foi pedida a colaboração de dois tradutores independentes e realizada uma fusão das mesmas de forma a obter uma primeira versão do documento, em língua portuguesa. Posteriormente, foram contactados outros dois tradutores independentes para a realização da retrotradução, tendo a síntese das mesmas seguido para o autor do documento original. Na fase final, a primeira versão do documento, resultado da síntese dos tradutores, seguiu para um painel de peritos, de forma a averiguar a equivalência transcultural dos itens traduzidos. Com a realização deste trabalho, espera-se disponibilizar uma prova de avaliação do perfil linguístico de pessoas com Afasia Progressiva Primária, que será posteriormente validada para o Português Europeu.
- Contributo para a validação do conteúdo da versão portuguesa do instrumento “Progressive Aphasia Rating Scale” (PARIS): validade e aceitabilidadePublication . Lecat, Louise Marie; Cadório, Inês; Vieira, Daniela OliveiraAs demências que afetam a linguagem, como a afasia progressiva primária (APP), exigem instrumentos de avaliação adequados para um diagnóstico preciso e acompanhamento clínico eficaz. A Progressive Aphasia Rating Scale (PARIS) é um instrumento criado especificamente para avaliar a gravidade da alteração linguística nesses quadros. Este estudo faz parte de um projeto mais amplo de adaptação da versão portuguesa do PARIS, com foco na sua validação. O principal objetivo foi contribuir para a validação abrangente desta versão específica do instrumento. A avaliação foi aplicada a um painel de 56 pessoas divididas entre indivíduos saudáveis e pacientes com diferentes diagnósticos (Doença de Alzheimer, Afasia Progressiva Primária, Défice Cognitivo Ligeiro e Demência). A validade de critério foi examinada por meio da comparação com um instrumento de referência já validado. A validade de construto foi explorada com análise fatorial e análise das correlações entre itens, para verificar se o instrumento mede efetivamente a afasia progressiva primária. Os resultados revelaram boas evidências de validade e aceitabilidade da versão portuguesa do PARIS. Apesar das limitações, como o tamanho relativamente reduzido da amostra, os achados sustentam a relevância da adaptação portuguesa e oferecem suporte para sua utilização em contextos clínicos e de investigação em países lusófonos.
- Contributo para validação psicométrica do “Progressive Aphasia RatIon Scale” (PARIS)Publication . Pereira, Zélia Ivone de Sousa; Vieira, Daniela Oliveira; Cadório, InêsA afasia é um défice neurológico que afeta predominantemente a linguagem, prejudicando a fala e a escrita. O objetivo deste estudo foi validar psicometricamente o Progressive Aphasia RatIon Scale (PARIS), desenvolvido por Dr. Marc Teichmann, para o contexto português, avaliando-se, para isso, a fiabilidade e validade do instrumento numa amostra composta por 56 participantes, incluindo adultos saudáveis (AS) e adultos com patologias, com diagnóstico de Afasia Progressiva Primária (APP), doença de alzheimer (DA), défice cognitivo ligeiro (DCL) e demência não especificada (DEM). A consistência interna, acordo inter e intra-avaliador foram também analisadas, tendo os resultados vindo a demonstrar que a versão portuguesa do PARIS não só é viável como contrariamente ao que acontece com outros instrumentos. O PARIS denota-se não só adequado, mas promissor para a análise clínica de APP em Portugal.
