FCHS (DCEC) - Ciências Empresariais
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Percorrer FCHS (DCEC) - Ciências Empresariais por orientador "Rocha, Fátima"
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- O impacto da inteligência artificial e da automatização na gestãoPublication . Figueiredo, Bárbara de Sousa; Rocha, FátimaEste projeto de graduação tem como objetivo investigar o impacto da inteligência artificial e da automatização na gestão financeira, destacando o seu potencial para melhorar a eficiência e a precisão das operações financeiras. A inteligência artificial e a automatização envolvem um conjunto de tecnologias e de processos que utilizam algoritmos avançados e sistemas automatizados para analisar dados, realizar tarefas repetitivas e apoiar as tomadas de decisões estratégicas. Os objetivos específicos deste estudo passam por: identificar os processos que já se encontram automatizados na empresa sobre a qual incide este projeto, descrever em que consiste cada um dos processos anteriormente mencionados e ainda identificar as vantagens que existem em automatizar cada um deles. A análise será conduzida através de uma abordagem empírica, a fim de permitir uma compreensão detalhada dos processos que foram automatizados. Relativamente à análise, esta será direcionada para a empresa onde realizei o meu estágio curricular, o grupo Unilabs. No seguimento do meu estágio, e uma vez que o mesmo foi realizado no Departamento Financeiro, foram-me disponibilizadas informações sobre os processos que foram automatizados através da utilização da inteligência artificial. Esta informação permitirá uma análise pormenorizada e contextualizada dos processos que sofreram tais alterações. Os resultados deste estudo proporcionarão uma compreensão profunda dos impactos da IA e da automatização na gestão financeira, destacando os principais benefícios, como o aumento da eficiência operacional, redução de erros, melhor gestão de riscos e decisões mais informadas. Com base nos resultados obtidos, o projeto de graduação fornecerá recomendações práticas para a implementação eficaz da inteligência artificial e da automatização na gestão financeira.
- Impacto da subida das taxas de juro no orçamento das famílias e das empresas em PortugalPublication . Carneiro, Carolina Gonçalves; Rocha, FátimaEste trabalho tem como objetivo analisar o impacto da subida das taxas de juro no orçamento das famílias e das empresas em Portugal, com especial destaque para o período entre 2022 e 2024. O aumento da inflação levou o Banco Central Europeu (BCE) a aumentar as taxas de juro para controlar a subida dos preços. Como consequência, as prestações do crédito à habitação aumentaram, reduzindo o rendimento disponível de muitas famílias e obrigando-as a diminuir o consumo e, em alguns casos, a recorrer às suas poupanças. O estudo analisa também os efeitos desta situação nas empresas, que passaram a enfrentar maiores custos de financiamento e uma redução do investimento. Em simultâneo, a inflação fez aumentar os custos de produção, dificultando a atividade económica e afetando principalmente as pequenas e médias empresas. Estas alterações tiveram impacto no crescimento da economia portuguesa, verificando-se um abrandamento do consumo, do investimento e do Produto Interno Bruto (PIB). Para a realização deste trabalho foi utilizada uma metodologia baseada na análise de livros, artigos científicos, relatórios e dados estatísticos de entidades como o Banco de Portugal, o Banco Central Europeu e o Instituto Nacional de Estatística. A interpretação dos resultados foi apoiada na teoria keynesiana, permitindo compreender a relação entre as taxas de juro, o consumo, o investimento e o crescimento económico. Conclui-se que a subida das taxas de juro teve um impacto significativo nas famílias, nas empresas e na economia portuguesa. Embora a descida gradual das taxas em 2024 tenha contribuído para uma melhoria da situação, muitos dos efeitos ainda continuam a sentir-se, demonstrando a importância da política monetária na estabilidade económica.
- O planeamento financeiro e o controlo de custos em empresas familiaresPublication . Costa, Inês Correia; Rocha, FátimaO principal objetivo deste projeto de graduação é investigar de que forma as empresas familiares se planeiam financeiramente e, de que forma é que controlam os seus custos, analisando a importância destas práticas para a sustentabilidade, continuidade e eficiência da gestão organizacional. As empresas familiares assumem um papel relevante na economia, distinguindo-se pela forte ligação entre a família e a gestão do negócio, embora enfrentem frequentemente desafios relacionados com a sucessão familiar, a implementação de mecanismos estruturados de gestão e a adaptação às exigências do mercado. Numa primeira fase, o trabalho apresenta um enquadramento teórico dos principais conceitos associados ao tema, nomeadamente as empresas familiares, o planeamento financeiro, o controlo de custos e a eficiência da gestão. São igualmente abordadas as principais características das empresas familiares, bem como algumas dificuldades relacionadas com a organização da gestão, a tomada de decisão e a implementação de práticas de planeamento e controlo financeiro. De seguida, é analisada a importância do planeamento financeiro enquanto instrumento de apoio à tomada de decisão, permitindo uma melhor organização dos recursos financeiros e uma maior capacidade de adaptação das organizações. Paralelamente, o controlo de custos é apresentado como um elemento essencial para a monitorização das despesas, identificação de desperdícios e melhoria da eficiência operacional das empresas. Depois, é desenvolvida uma análise da literatura relativa à eficiência da gestão e à sustentabilidade empresarial neste tipo de empresas, destacando os principais contributos dos artigos analisados, bem como as limitações e falhas identificadas na investigação. Os resultados dos estudos revistos evidenciam que a implementação de práticas de gestão mais estruturadas, associadas ao planeamento financeiro e ao controlo de custos, contribuem para melhorar o desempenho organizacional, apoiar as tomadas de decisão e reforçar a continuidade das empresas familiares.
- Qual é o impacto de uma mudança de layout e aposta na melhoria contínua numa secção industrial a nível de produtividade?Publication . Moreira, Marco António Beleza; Rocha, FátimaNuma era de enorme competitividade empresarial, a procura pela sobrevivência das empresas origina uma procura por melhorias na sua organização aos mais diversos níveis, consciencializando-as para que não podem ser estáticas, já que as mesmas são constituídas por pessoas e máquinas direcionadas para um mercado consumidor em constante mudança. Desta forma é necessária uma constante evolução, traduzindo-se numa constate adaptação das empresas para que possam atender esta dinâmica constante. O estudo sobre layout e melhoria contínua assume um papel importante na organização de todos os componentes envolvidos no processo produtivo da forma mais eficiente possível. Procura-se reduzir custos, que não se traduzem em valor acrescentado ao produto e para isso e necessário tornar todo o processo produtivo mais eficiente e fomentar a proximidade entre departamentos. O aproveitamento de uma forma eficiente dos recursos, a melhoria contínua dos processos produtivos e o conforto do operador, são objetivos, inerentes ao layout, aos quais a empresa deve dar atenção. Assim, o presente estudo compreende o impacto de uma mudança de layout e da aposta na melhoria contínua numa secção industrial. Foi realizado um estudo dos impactos destes dois fatores numa empresa industrial, e a análise dos resultados seguiu uma técnica quantitativa. Os resultados alcançados comprovam a importância de uma mudança de layout e aposta na melhoria contínua para o aumento de produtividade de uma secção de produção.
- Riscos climáticos e avaliação de ativos: o impacto dos fatores ESGPublication . Castro, Filipa Alexandra Leite de; Rocha, FátimaO presente projeto de graduação analisa a integração dos fatores ESG na avaliação de ativos financeiros, focando-se no impacto material dos riscos climáticos sobre o tecido empresarial. Num cenário macroeconómico e regulatório em célere mutação, impulsionado pela introdução das normas europeias de reporte de sustentabilidade (ESRS) do EFRAG e pelas diretrizes prudenciais do Banco Central Europeu, os riscos ambientais transitaram de meras externalidades para vetores críticos de risco financeiro material. Adotando uma metodologia qualitativa assente num estudo de caso múltiplo, a investigação examina e compara as estratégias de duas grandes empresas cotadas no mercado português, operando em setores distintos: a Sonae, exposta predominantemente a riscos climáticos físicos, e a The Navigator Company, altamente influenciada por riscos de transição. Através da análise documental dos relatórios financeiros e de sustentabilidade de 2025, o estudo demonstra como os fenómenos climáticos extremos e a descarbonização impactam diretamente as demonstrações financeiras das organizações. Os resultados revelam que a Sonae mitiga os riscos físicos agudos através da proteção do justo valor dos seus ativos imobiliários (Sonae Sierra) e do fortalecimento de sistemas de gestão de risco corporativo (Enterprise-Wide Risk Management). Por sua vez, a Navigator responde aos riscos de transição por via de uma reconfiguração expressiva do seu investimento de capital (CapEx), direcionando recursos significativos para a eficiência energética e transição fabril a fim de evitar a obsolescência de ativos (stranded assets). Conclui-se que uma governação robusta e um desempenho ESG sólido atuam diretamente como redutores do prémio de risco e do custo médio ponderado de capital (WACC), preservando o valor e a continuidade das empresas. Adicionalmente, o estudo adverte para a premente necessidade de transpor estas práticas de resiliência e planos de contingência climática para o universo das Pequenas e Médias Empresas (PMEs) em Portugal, cuja vulnerabilidade estrutural ameaça a sua estabilidade operacional e avaliação de mercado.
