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Publicação

O fantástico de Edgar Poe na poética de Mário de Sá-Carneiro

dc.contributor.authorHilário, Fernando
dc.date.accessioned2012-02-17T17:36:38Z
dc.date.available2012-02-17T17:36:38Z
dc.date.issued2010
dc.description.abstract«a “angústia da influência” de Harold Blom parece ser evidente em Sá-Carneiro, e traduzir- -se-á na oscilação entre a sedução da descoberta e o desejo de apropriação-inovação – há como que uma consciência que o leva, por um lado, a não desbaratar o legado que o fascina e, por outro, a inflectir no sentido da transformação, reconvertendo, parcial ou totalmente, a matéria significante de outrem numa plástica sua.» “Essencialmente, o que aproxima Poe e Sá-Carneiro, ou o que entre eles coincide, é o desejo de a obra ser em absoluto o triunfo de uma estética discursiva ou sígnica, isto é, a capacidade inventiva de criar um logos, em ruptura com o instituído, que instale a desordem para uma ordem outra, que cause estranheza, e acabe, eventualmente, por se constituir em escândalo para uns e elevação para outros, como aconteceu com Eureka, do poeta do Corvo, e desde logo em Orpheu 1 e 2, respectivamente, com Indícios de Oiro e Poemas Sem Suporte, de Mário de Sá-Carneiro“. “the “anguish of the influence” from Harold Bloom seems to be evident in Sá-Carneiro, and it will appear in the balancing between the discovery seduction and the wish of appropriation- innovation – there is a kind of consciousness that takes him, on the one hand, not to waste the legacy that fascinates him and, on the other hand, to move towards some transformation, converting partially or totally, someone else’s significant matter into its own plastic art”. What makes Poe and Sá Carneiro similar, or what they have in common, is the wish to create the absolute triumph of a discursive or semiotic aesthetics, that is, the inventive capacity to create a logos against the established, which installs the disorder for another order. This may cause strangeness and may eventually lead to a scandal for some, and fulfillment for others, as it has happened with Eureka, by the poet of The Raven , as well as with Orpheu 1 e 2, respectively with Indícios de Oiro and Poemas Sem Suporte, by Mário de Sá-Carneiro.por
dc.identifier.citationRevista da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais. Porto. ISSN 1646-0502. 7 (2010) 80-91.por
dc.identifier.issn1646-0502
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10284/2803
dc.language.isoporpor
dc.publisherEdições Universidade Fernando Pessoapor
dc.relation.ispartofseriesRevista da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais;7 (2010)
dc.subjectPoepor
dc.subjectSá-Carneiropor
dc.subjectDescobertapor
dc.subjectDesejopor
dc.subjectApropriação-inovaçãopor
dc.subjectDiscoverypor
dc.subjectDesirepor
dc.subjectAppropriation-innovationpor
dc.titleO fantástico de Edgar Poe na poética de Mário de Sá-Carneiropor
dc.typejournal article
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.endPage91por
oaire.citation.startPage80por
rcaap.rightsopenAccesspor
rcaap.typearticlepor

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