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- Higiene oral em pacientes acamados em unidade de terapia intensiva: revisão narrativaPublication . Martins, Thais de Barros; Guimarães, DuarteObjetivo: Apresentar técnicas e materiais para um método de higienização eficiente ressaltando a importância da presença do Médico Dentista nas unidades de cuidados intensivos e nas consultas domiciliares. Metodologia: Na base de dados PubMed, Google Académico, Science Direct e Scielo com artigos no período de 2013 a 2023. Tópicos abordados: O cuidado oral tem como objetivo a prevenção não só de patologias orais, mas também a patologias sistémicas. Há diversos obstáculos que impedem uma correta higiene oral desses pacientes e os tornam mais suscetíveis ao desenvolvimento de diversas alterações. Devido à significância da saúde oral, é necessário que o médico dentista acompanhe esses pacientes de perto a fim implantar protocolos padrões de higiene oral para evitar complicações e conceder instruções de como realizar a higienização para a equipa de saúde e familiares do paciente.
- Gestão da Informação nos sistemas de saúde - uma reflexão sobre a produção de dados nas organizações de saúdePublication . Gouveia, Luis Borges; Cordeiro, Silvério Brunhoso
- Canábis medicinal: efeitos adversos e interações medicamentosasPublication . Dias, Maria João Mendanha Pereira; Carvalho, Márcia; Moutinho, CarlaÀ luz das recentes mudanças legislativas, a canábis e seus derivados podem agora ser prescritos para uso medicinal em muitos países. Isso proporcionou novas oportunidades terapêuticas para o tratamento de uma variedade de doenças e sintomas clínicos, entre os quais a dor crónica, a espasticidade na esclerose múltipla, as convulsões na epilepsia refratária, as náuseas e/ou vómitos intratáveis, a depressão e a ansiedade. Uma vasta gama de produtos à base de canábis, incluindo flores secas, extratos da planta padronizados, produtos contendo apenas delta-9-tetrahidrocanabinol ou canabidiol e canabinoides sintéticos puros estão disponíveis para fins terapêuticos. No entanto, a canábis medicinal também pode apresentar riscos à saúde associados ao seu uso, sobretudo devido aos seus efeitos psicoativos. Esta dissertação teve por objetivo fazer uma revisão da literatura atual sobre os efeitos adversos e interações medicamentosas da canábis e/ou dos seus componentes. Com base nos dados de ensaios clínicos, os efeitos adversos mais comuns da canábis medicinal são distúrbios cognitivos e neuropsiquiátricos (sonolência, perda de peso, fadiga, tonturas, alterações comportamentais), gastrointestinais (náuseas, vómitos e diarreia) e cardíacos (taquicardia, bradicardia e hipotensão). O delta-9-tetrahidrocanabinol possui potencial de abuso e adição, mas isso não se verifica para o canabidiol, ou é residual. Há ainda o risco de reações adversas devido a interações com outros medicamentos, entre os quais se destacam os indutores/inibidores do citocromo P450 e os depressores do sistema nervoso central. Os grupos com maior probabilidade de desenvolverem complicações associadas ao uso de canábis medicinal são as grávidas, as crianças e adolescentes, e os idosos.
- Importância da amamentação no desenvolvimento craniofacial, perspetiva dos médicos pediatras: estudo transversalPublication . Pinto, Mariana Antunes; Rodrigues, Rita; Silva, CristinaObjetivo: Avaliar o conhecimento e atitudes sobre a importância da amamentação por parte dos médicos pediatras e verificar o incentivo e apoio dado às mães no início e durante a amamentação. Materiais e Métodos: Estudo transversal observacional com aplicação de um questionário online a 47 médicos pediatras. Também foi efetuada uma pesquisa de artigos publicados em bases de dados eletrónicas, como Pubmed, Google Scholar, B-on e Scielo, de janeiro a abril de 2023. Resultados: Da amostra de médicos pediatras, 97,9% incentiva a amamentação e aquando da alimentação com leite de fórmula 68,1% sugere que seja por biberão. Cerca de 30% dos médicos pediatras afirmou não abordar o tema da amamentação nas consultas pré-natais. Quanto ao encaminhamento das mães para grupos de apoio, perante dificuldades na amamentação, 38,3% da amostra afirmou não sugerir o acompanhamento. Durante a amamentação, 100% dos médicos pediatras afirmou avaliar a posição do bebé durante a amamentação, sendo que mais de 70% da amostra afirmou avaliar a posição do lábio, a respiração e a ingestão de ar. Cerca de 30% afirmou que a ausência da amamentação não condiciona o desenvolvimento craniofacial do lactente, 31,9% afirmou que não condiciona o desenvolvimento da oclusão e o padrão de deglutição, 59,6% o padrão respiratório e 57,4% a fonação. Conclusão: Uma elevada percentagem dos médicos pediatras refere incentivar a amamentação apesar de uma grande parte não abordar o assunto nas consultas pré-natais. Uma percentagem significativa (cerca de 30%) não reconhece a amamentação como um fator importante no desenvolvimento craniofacial e da oclusão.
- Plataforma inteligente para predição de risco de DCNT como meio complementar de diagnóstico para decisão clínica na atenção primária de saúdePublication . Costa, Oberdan; Gouveia, Luis Borges