FCHS (DCPC) - Ciência Política e Relações Internacionais
URI permanente para esta coleção:
Navegar
Percorrer FCHS (DCPC) - Ciência Política e Relações Internacionais por orientador "Vasconcelos, Luísa"
A mostrar 1 - 3 de 3
Resultados por página
Opções de ordenação
- Análise comparativa das abordagens austríaca e keynesiana em resposta ao ciclo recessivo pós-subprime: estudo de Chipre, Irlanda e Portugal nos períodos de resgatePublication . Torres, Raul Correia; Vasconcelos, LuísaO presente trabalho analisa comparativamente as abordagens das escolas austríaca e keynesiana em resposta ao ciclo recessivo suscitado pela crise do subprime, com enfoque nos casos particulares de Chipre, Irlanda e Portugal. Procede-se a uma análise qualitativa, assente num estudo descritivo com base em revisão de literatura e observação de dados estatísticos recolhidos junto do Eurostat, para o período 2008-2013. Inicia-se com a explicitação da crise do subprime e os seus efeitos na economia da União Europeia, nomeadamente, o ciclo recessivo que provocou. De seguida, apresenta-se a resposta por parte dos Estados-Membros ao contexto recessivo e os respetivos impactos nas economias, culminando na crise das dívidas soberanas. São analisados os resgates financeiros a Chipre, Irlanda e Portugal e averigua-se a conformidade das políticas orçamentais adotadas aquando do resgate na perspetiva das escolas austríaca e keynesiana.
- Envelhecimento demográfico e padrões de produtividade económica em Portugal (2000-2024)Publication . Magalhães, José Pedro Regadas; Vasconcelos, LuísaO envelhecimento demográfico em Portugal constitui um dos fenómenos mais marcantes das últimas décadas, refletindo alterações profundas na estrutura etária da população. A par do aumento da esperança média de vida, o país regista taxas de fertilidade persistentemente baixas, que têm originado um desequilíbrio geracional acentuado com implicações no funcionamento da economia e da sociedade. Neste contexto, este trabalho analisa o envelhecimento demográfico em Portugal entre 2000 e 2024 e a sua relação com a produtividade económica, considerando as qualificações da força de trabalho, composição etária e predominância das PME. Parte-se do princípio de que o envelhecimento não implica, por si só, maior produtividade, mas admite-se a possibilidade de uma relação positiva dependendo do mercado de trabalho e tecido empresarial. A abordagem é qualitativa e descritiva, assente em revisão de literatura e análise de dados do Eurostat. Para o período considerado, observa-se que Portugal se posicionou entre os países da União Europeia com maior proporção de população idosa e menor taxa de fertilidade, apresentando dificuldades estruturais no crescimento da produtividade. Verifica-se uma progressiva participação de trabalhadores mais velhos no mercado de trabalho e uma melhoria nas qualificações dos mais jovens, mas subsistem limitações no aproveitamento do capital humano disponível, afetando a competitividade. As conclusões apontam para a necessidade de reforçar políticas públicas nas áreas da educação, formação ao longo da vida, adaptação tecnológica e reorganização do trabalho para assegurar a sustentabilidade económica diante a mudança demográfica.
- Impacto do IDE no crescimento económico: revisão de teoriasPublication . Pereira, Bruno Miguel Gouveia; Vasconcelos, LuísaO presente estudo realiza uma análise abrangente do impacto do investimento direto estrangeiro no crescimento económico. É conduzida uma revisão de várias teorias económicas relacionadas com o tema, designadamente teorias relacionadas com o comércio internacional, teorias baseadas em mercados imperfeitos e teoria das taxas de câmbio em mercados de capitais imperfeitos. Adicionalmente, é examinada a situação de recente Portugal como destino atrativo para o investimento direto estrangeiro, assinando-se as suas principais características, desafios e perspetivas. Os resultados dessa revisão teórica e empírica fornecem uma visão mais ampla do conceito de investimento direto estrangeiro, bem como das vantagens e desafios a ele associados, tanto para as empresas investidoras quanto para os países recetores, explicitando em particular o caso português.
