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Percepção da parentalidade e psicossintomatologia: estudo com pais/mães e diferentes tipologias familiares

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Abstract(s)

A parentalidade constitui uma das principais dimensões do ciclo vital adulto, contudo, traz responsabilidades adicionais e desafios emocionais que podem impactar o bem-estar psicológico dos progenitores. A adoção de estilos educativos positivos e a qualidade das relações familiares podem ser afetadas pela saúde mental dos progenitores. O objetivo deste estudo é investigar a relação entre os estilos educativos parentais e a sintomatologia psicológica dos progenitores em diferentes tipos de estruturas familiares. Trata-se de um estudo quantitativo, de natureza correlacional e transversal. A amostra é composta por 139 progenitores com idades compreendidas entre os 23 e os 77 anos (M = 46.16; DP = 8.55), de ambos os sexos. Foi utilizado um questionário sociodemográfico e clínico e dois instrumentos: o Brief Symptom Inventory 18 (BSI-18) e o Egna Minnen Betraffande Uppfostran – Parents (EMBU-P). Os resultados revelaram correlações negativas significativas entre os sintomas ansiosos e depressivos e o suporte emocional, bem como com o grau de confiança parental. Níveis elevados de psicossintomatologia associaram-se a maior stress parental, sendo que sintomas depressivos revelaram-se particularmente associados a pior relação emocional, menor envolvimento e comunicação com os filhos. Famílias monoparentais apresentaram níveis superiores de psicossintomatologia do que as famílias nucleares. Assim sendo, os resultados evidenciam a influência da saúde mental dos progenitores na forma como percecionam e exercem a parentalidade e apontam para a necessidade de estratégias de apoio psicológico e intervenção familiar, especialmente em contextos vulneráveis, promovendo práticas educativas mais saudáveis e relações familiares mais equilibradas.
Parenting is one of the main dimensions of the adult life cycle, bringing additional responsibilities and emotional challenges that can impact the psychological well-being of parents. The adoption of positive parenting styles and the quality of family relationships can be affected by the mental health of parents. The aim of this study is to investigate the relationship between parenting styles and the psychological symptomatology of parents in different types of family structures. This is a quantitative, correlational and crosssectional study. The sample consists of 139 parents aged between 23 and 77 years (M =46.16; DP = 8.55), of both sexes. A sociodemographic and clinical questionnaire and two instruments were used: the Brief Symptom Inventory 18 (BSI-18) and the Egna Minnen Betraffande Uppfostran – Parents (EMBU-P). The results revealed significant negative correlations between anxious and depressive symptoms and emotional support, as well as with the degree of parental trust. High levels of psychosymptomatology were associated with greater parental stress, and depressive symptoms were particularly associated with worse emotional relationships, less involvement and communication with children. Single-parent families had higher levels of psychosymptomatology than nuclear families. Therefore, the results show the influence of parents' mental health on the way they perceive and exercise parenting and point to the need for psychological support and family intervention strategies, especially in vulnerable contexts, promoting healthier educational practices and more balanced family relationships.

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Keywords

Parentalidade Estilos educativos parentais Psicossintomatologia EMBU-P BSI-18 Parenting Parenting educational styles Psychosymptomatology

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