Logo do repositório
 
Publicação

A psicologia cognitiva em meios judiciais: o empoderamento da justiça portuguesa

dc.contributor.advisorCunha, Pedro
dc.contributor.authorGomes, Vânia Andrea Oliveira
dc.date.accessioned2012-11-29T13:16:32Z
dc.date.available2012-11-29T13:16:32Z
dc.date.issued2012
dc.descriptionTrabalho apresentado à Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para a obtenção do grau de Licenciada em Criminologiapor
dc.description.abstractO presente projeto de graduação procura abordar a psicologia cognitiva como meio de facilitar e empoderar a justiça portuguesa. Começa-se por definir a psicologia cognitiva e descrever os seus domínios, e é ainda efetuada uma ligação entre este ramo da psicologia e a sua interação no meio judicial, nomeadamente no que respeita à sua influência sobre o testemunho. Outra parte fundamental deste projeto é a descrição de uma técnica de inquirição, a entrevista cognitiva, para a obtenção de um testemunho mais verdadeiro. O principal objetivo deste projeto é, sem dúvida, a integração da psicologia cognitiva e a forma como ela interage e ajuda os meios judiciais. A metodologia seguida no estudo em questão foi a indutiva, pois de observações particulares criam-se “leis gerais”, ou seja, primeiro observa-se o fenómeno, posteriormente levantam-se hipóteses, de seguida testa-se as hipóteses e finalmente formula-se uma “lei geral”. No enquadramento prático, o projeto pretende essencialmente verificar se as variáveis selecionadas (o género, a faixa etária, o contato ocular e movimento corporal das testemunhas e a presença ou ausência das questões condicionantes/capciosas) poderão interferir ou não na capacidade de a testemunha se lembrar ou não de um determinado acontecimento. Para tal, é usado um inquérito de observação (anexo A) de forma a avaliar as variáveis supra mencionadas, sendo que, numa fase posterior da investigação, os dados serão alvo de tratamento e análise estatística através do programa informático SPSS. Deste estudo espera-se que algumas variáveis operacionalizadas no inquérito interfiram na capacidade de a testemunha se recordar dos eventos questionados pelo interrogador/entrevistador, o que constitui, aliás, a hipótese central do estudo a levar a cabo.por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10284/3402
dc.language.isoporpor
dc.publisher[s.n.]por
dc.subjectPsicologia cognitivapor
dc.subjectPsicologia cognitiva em meios judiciaispor
dc.subjectFatores constitutivos de um testemunhopor
dc.subjectEntrevista cognitivapor
dc.subjectPsicologia cognitiva na mediaçãopor
dc.titleA psicologia cognitiva em meios judiciais: o empoderamento da justiça portuguesapor
dc.typebachelor thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspor
rcaap.typebachelorThesispor

Ficheiros

Principais
A mostrar 1 - 1 de 1
A carregar...
Miniatura
Nome:
PG_21853.pdf
Tamanho:
167.64 KB
Formato:
Adobe Portable Document Format
Licença
A mostrar 1 - 1 de 1
Miniatura indisponível
Nome:
license.txt
Tamanho:
1.71 KB
Formato:
Item-specific license agreed upon to submission
Descrição: