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Sistemas Multiplex para a deteção e caracterização molecular de infeções

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Resumo(s)

Atualmente existe uma enorme preocupação em estudar os microrganismos, em particular os patogénicos para o Homem, uma vez que a sua presença no organismo constitui um risco potencial para a saúde Humana. Por este motivo, nos últimos 10-20 anos, temos assistido a uma evolução significativa nas técnicas disponíveis para a identificação laboratorial dos agentes responsáveis por patologias de base infeciosa. Os novos métodos, especialmente os baseados na tecnologia dos ácidos nucleicos, apresentam enormes vantagens em termos de sensibilidade, especificidade e grande rapidez na obtenção de resultados. Por este motivo, têm sido cada vez mais utilizados na deteção e identificação de microrganismos com interesse diagnóstico, prognóstico e de orientação do tratamento. Diversas tecnologias moleculares são utilizadas em laboratório para detetar agentes patogénicos. As mais utilizadas dependem de plataformas de PCR, e mais recentemente de PCR-em-tempo-real, disponibilizando sensibilidade, especificidade e rapidez sem precedentes na história da microbiologia e virologia clínica. No entanto a elevada especificidade destas técnicas podem também constituir uma desvantagem em situações clínicas que possam ter etiologias associadas a um largo espetro de microrganismos. Por este motivo têm sido desenvolvidas estratégias moleculares para detetar simultaneamente múltiplos agentes: os designados Sistemas Multiplex. O primeiro destes sistemas a ser desenvolvido foi o PCR Multiplex o qual permite detetar e amplificar simultaneamente mais do que um organismo identificando assim o agente etiológico. Mais recentemente têm sido desenvolvidos outros métodos multiplex com o mesmo fim: Técnicas baseadas em Microchips (de hibridização ou de amplificação as quais permitem a deteção e identificação de até milhares de sequências e consequentemente centenas a milhares de agentes patogénicos em simultâneo) bem comos sistemas baseados na tecnologia X-Map (fusão da citometria de fluxo e hibridização em solução com partículas fluorescentes). Do mesmo modo, os sistemas baseados na amplificação e sequenciação do gene rRNA 16S permitem a deteção e identificação de praticamente qualquer bactéria patogénica, sem necessitar de qualquer suspeita prévia. Finalmente, o advento das técnicas de sequenciação de 2ª e 3ª geração permitiu o desenvolvimento de uma nova área científica: a Metagenómica, a qual procura caracterizar simultaneamente e completamente a composição microbiológica de ecossistemas complexos, sejam eles humanos (pele, urina, fezes, boca, etc) ou ambientais (ar, águas residuais, solo, etc). Atualmente existe uma enorme preocupação em estudar os microrganismos, em particular os patogénicos para o Homem, uma vez que a sua presença no organismo constitui um risco potencial para a saúde Humana. Por este motivo, nos últimos 10-20 anos, temos assistido a uma evolução significativa nas técnicas disponíveis para a identificação laboratorial dos agentes responsáveis por patologias de base infeciosa. Os novos métodos, especialmente os baseados na tecnologia dos ácidos nucleicos, apresentam enormes vantagens em termos de sensibilidade, especificidade e grande rapidez na obtenção de resultados. Por este motivo, têm sido cada vez mais utilizados na deteção e identificação de microrganismos com interesse diagnóstico, prognóstico e de orientação do tratamento. Diversas tecnologias moleculares são utilizadas em laboratório para detetar agentes patogénicos. As mais utilizadas dependem de plataformas de PCR, e mais recentemente de PCR-em-tempo-real, disponibilizando sensibilidade, especificidade e rapidez sem precedentes na história da microbiologia e virologia clínica. No entanto a elevada especificidade destas técnicas podem também constituir uma desvantagem em situações clínicas que possam ter etiologias associadas a um largo espetro de microrganismos. Por este motivo têm sido desenvolvidas estratégias moleculares para detetar simultaneamente múltiplos agentes: os designados Sistemas Multiplex. O primeiro destes sistemas a ser desenvolvido foi o PCR Multiplex o qual permite detetar e amplificar simultaneamente mais do que um organismo identificando assim o agente etiológico. Mais recentemente têm sido desenvolvidos outros métodos multiplex com o mesmo fim: Técnicas baseadas em Microchips (de hibridização ou de amplificação as quais permitem a deteção e identificação de até milhares de sequências e consequentemente centenas a milhares de agentes patogénicos em simultâneo) bem comos sistemas baseados na tecnologia X-Map (fusão da citometria de fluxo e hibridização em solução com partículas fluorescentes). Do mesmo modo, os sistemas baseados na amplificação e sequenciação do gene rRNA 16S permitem a deteção e identificação de praticamente qualquer bactéria patogénica, sem necessitar de qualquer suspeita prévia. Finalmente, o advento das técnicas de sequenciação de 2ª e 3ª geração permitiu o desenvolvimento de uma nova área científica: a Metagenómica, a qual procura caracterizar simultaneamente e completamente a composição microbiológica de ecossistemas complexos, sejam eles humanos (pele, urina, fezes, boca, etc) ou ambientais (ar, águas residuais, solo, etc).

Descrição

Trabalho apresentado à Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para obtenção do grau de Mestre em Ciências Farmacêuticas

Palavras-chave

Agentes patogénicos PCR-em-tempo-real PCR Multiplex Microchips X-Map Sequenciação Sistemas Multiplex Pathogen agents Real-time PCR Multiplex PCR Microchips X-Map Sequencing Multiplex systems

Contexto Educativo

Citação

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