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| Projeto de pós-graduação_41834 | 7.56 MB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Introduction: Rubber dam isolation plays a vital role in paediatric dentistry by improving moisture and infection control and increasing the success of restorative and pulpal procedures. Despite its clinical advantages, it is often underutilised in paediatric patients due to several barriers, including lack of training, perceived difficulty of application, and concerns about patient cooperation. Understanding current usage patterns and perceptions of rubber dam isolation among dental professionals is essential to optimise clinical outcomes and standardise care in paediatric dentistry.
Objectives: This study aimed to assess the knowledge, use, and perception of rubber dam isolation among general dentists and paediatric dental specialists. The primary objectives were to determine the frequency of rubber dam isolation application, identify patterns between its use and the academic training or experience of clinicians, and explore whether training influences its implementation in paediatric contexts. Secondary objectives included identifying reasons for non-use, perceived benefits and challenges, and resources considered useful in promoting the technique.
Methodology: A structured online survey was conducted and distributed via social networks, email, QR codes, in-person visits to dental clinics, attendance in technical courses, and personal contacts. The questionnaire, adapted from validated studies in the literature, was aimed at dentists who treat paediatric patients. A total of 111 valid responses were received. The data was analysed using descriptive statistics and inferential tests to assess associations between variables.
Results: Most participants are female (73.9%), reflecting an ongoing feminisation of the dental profession. The ages range from 23 to 67 years, and 24.3% have qualifications in paediatric dentistry, while 75.7% do not. The majority (95.5%) reported having been introduced to rubber dam isolation during their undergraduate training, and 78.4% considered this training sufficient. Most respondents recognised the clinical benefits, with 89.2% believing that it contributes to the success of dental treatments. The technique was used more frequently by those with postgraduate training or specialisation in paediatric dentistry. The main barriers to the use of rubber dam isolation include the difficulty in placement and the perception of resistance on the part of paediatric patients, although most children tolerate it well (39.6%). A statistically significant association was found between academic training and perception of child acceptance (p = 0.049). Respondents identified practical workshops (76.6%) and professional update courses (64.9%) as the most useful resources for promoting the use of rubber dam isolation.
Conclusion: This study highlights the gap between theory and clinical implementation of the rubber dam isolation. Although most professionals recognise its benefits, routine use remains limited. Educational interventions, institutional support, and practical training are essential to promote wider adoption. These results underscore the importance of integrating the rubber dam isolation more effectively into undergraduate and postgraduate curricula to ensure consistent, high-quality paediatric dental care.
Introdução: O isolamento absoluto desempenha um papel vital em odontopediatria, melhorando o controlo da humidade e infeção e aumentando o sucesso dos procedimentos de restauração e pulpares. Apesar das suas vantagens clínicas, é frequentemente subutilizado em pacientes pediátricos devido a várias barreiras, incluindo a falta de formação, a perceção da dificuldade de aplicação e preocupações com a cooperação do paciente. Compreender os padrões de utilização atuais e as perceções do isolamento absoluto entre os profissionais de medicina dentária é essencial para otimizar os resultados clínicos e normalizar os cuidados em odontopediatria. Objectivos: Este estudo teve como objetivo avaliar o conhecimento, a utilização e a perceção do isolamento absoluto entre dentistas generalistas e especialistas em odontopediatria. Os objectivos primários foram determinar a frequência da aplicação do isolamento absoluto, identificar padrões entre a sua utilização e a formação académica ou experiência dos clínicos, e explorar se a formação influência a sua implementação em contextos pediátricos. Os objectivos secundários incluíam a identificação de razões para a não utilização, benefícios e desafios percebidos, e recursos considerados úteis na promoção da técnica. Metodologia: Foi realizado um inquérito estruturado distribuído online através de redes sociais, e-mail, códigos QR, visitas presenciais a clínicas dentárias, presença em cursos técnicos e contactos pessoais. O questionário, adaptado de estudos validados na literatura, foi dirigido a médicos dentistas que atendem pacientes pediátricos. Foram recebidas 111 respostas válidas. Os dados foram analisados por meio de estatística descritiva e testes inferenciais para avaliar associações entre variáveis. Resultados: A maioria dos participantes é do sexo feminino (73,9%), o que reflete uma feminização contínua da profissão. As idades variam entre os 23 e os 67 anos, e 24,3% possuem qualificações em odontopediatria, enquanto 75,7% não possuem. A maioria (95,5%) referiu ter sido introduzida ao isolamento absoluto durante a sua formação pré-graduada, e 78,4% consideraram esta formação suficiente. A maioria dos inquiridos reconheceu os benefícios clínicos, com 89,2% a acreditar que contribui para o sucesso dos tratamentos dentários. A técnica foi utilizada com mais frequência por aqueles com formação pósgraduada ou especialização em odontopediatria. As principais barreiras de utilização incluem a dificuldade de colocação e a perceção de resistência por parte dos pacientes pediátricos, embora a maioria das crianças o tolerasse bem (39,6%). Foi encontrada uma associação estatisticamente significativa entre a formação académica e a perceção da aceitação das crianças (p = 0.049). Os inquiridos identificaram os workshops práticos (76,6%) e os cursos de atualização profissional (64,9%) como os recursos mais úteis para promover a utilização do isolamento absoluto. Conclusão: Este estudo destaca a lacuna entre a teoria e a implementação clínica do isolamento absoluto. Embora a maioria dos profissionais reconheça os seus benefícios, a utilização rotineira continua a ser limitada. As intervenções educativas, o apoio institucional e a formação prática são essenciais para promover uma adoção mais ampla. Estes resultados sublinham a importância de integrar o isolamento absoluto de forma mais eficaz nos currículos de pré-graduação e pósgraduação para garantir cuidados dentários pediátricos consistentes e de alta qualidade.
Introdução: O isolamento absoluto desempenha um papel vital em odontopediatria, melhorando o controlo da humidade e infeção e aumentando o sucesso dos procedimentos de restauração e pulpares. Apesar das suas vantagens clínicas, é frequentemente subutilizado em pacientes pediátricos devido a várias barreiras, incluindo a falta de formação, a perceção da dificuldade de aplicação e preocupações com a cooperação do paciente. Compreender os padrões de utilização atuais e as perceções do isolamento absoluto entre os profissionais de medicina dentária é essencial para otimizar os resultados clínicos e normalizar os cuidados em odontopediatria. Objectivos: Este estudo teve como objetivo avaliar o conhecimento, a utilização e a perceção do isolamento absoluto entre dentistas generalistas e especialistas em odontopediatria. Os objectivos primários foram determinar a frequência da aplicação do isolamento absoluto, identificar padrões entre a sua utilização e a formação académica ou experiência dos clínicos, e explorar se a formação influência a sua implementação em contextos pediátricos. Os objectivos secundários incluíam a identificação de razões para a não utilização, benefícios e desafios percebidos, e recursos considerados úteis na promoção da técnica. Metodologia: Foi realizado um inquérito estruturado distribuído online através de redes sociais, e-mail, códigos QR, visitas presenciais a clínicas dentárias, presença em cursos técnicos e contactos pessoais. O questionário, adaptado de estudos validados na literatura, foi dirigido a médicos dentistas que atendem pacientes pediátricos. Foram recebidas 111 respostas válidas. Os dados foram analisados por meio de estatística descritiva e testes inferenciais para avaliar associações entre variáveis. Resultados: A maioria dos participantes é do sexo feminino (73,9%), o que reflete uma feminização contínua da profissão. As idades variam entre os 23 e os 67 anos, e 24,3% possuem qualificações em odontopediatria, enquanto 75,7% não possuem. A maioria (95,5%) referiu ter sido introduzida ao isolamento absoluto durante a sua formação pré-graduada, e 78,4% consideraram esta formação suficiente. A maioria dos inquiridos reconheceu os benefícios clínicos, com 89,2% a acreditar que contribui para o sucesso dos tratamentos dentários. A técnica foi utilizada com mais frequência por aqueles com formação pósgraduada ou especialização em odontopediatria. As principais barreiras de utilização incluem a dificuldade de colocação e a perceção de resistência por parte dos pacientes pediátricos, embora a maioria das crianças o tolerasse bem (39,6%). Foi encontrada uma associação estatisticamente significativa entre a formação académica e a perceção da aceitação das crianças (p = 0.049). Os inquiridos identificaram os workshops práticos (76,6%) e os cursos de atualização profissional (64,9%) como os recursos mais úteis para promover a utilização do isolamento absoluto. Conclusão: Este estudo destaca a lacuna entre a teoria e a implementação clínica do isolamento absoluto. Embora a maioria dos profissionais reconheça os seus benefícios, a utilização rotineira continua a ser limitada. As intervenções educativas, o apoio institucional e a formação prática são essenciais para promover uma adoção mais ampla. Estes resultados sublinham a importância de integrar o isolamento absoluto de forma mais eficaz nos currículos de pré-graduação e pósgraduação para garantir cuidados dentários pediátricos consistentes e de alta qualidade.
Descrição
Palavras-chave
Paediatric dentistry Rubber dam Isolation General dental practitioners Survey Questionnaire Odontopediatria Dique de borracha Isolamento Médicos dentistas generalistas Inquérito Questionário
