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| Projeto de pós-graduação_40877 | 492.98 KB | Adobe PDF |
Orientador(es)
Resumo(s)
Background: The potential impact of alcohol consumption on periodontal health remains insufficiently explored despite growing interest in behavioral risk factors. While the role of tobacco is well established, alcohol's effects on the periodontium are less clearly defined and may involve complex interactions at the microbial, immunological and clinical levels. Objective: This integrative review aimed to assess whether alcohol consumption affects periodontal health by synthesizing data from human studies, animal models and microbiota-focused research. It sought to identify consistent patterns across different methodologies and to evaluate the clinical relevance of alcohol as a risk factor in periodontology.
Methods: A comprehensive literature search was conducted in PubMed, Scopus and the Cochrane Library, between April and May 2025, following PRISMA 2020 guidelines. Studies published between 2015 and 2025 in English were included if they investigated the relationship between alcohol and periodontal outcomes. Nine articles were selected for final analysis, covering epidemiological data, microbiota composition, immune responses and periodontal parameters.
Results: The included studies showed that alcohol consumption is associated with microbial dysbiosis, increased inflammatory markers and worsening of clinical periodontal indicators. Both human and animal data demonstrated dose-dependent effects, with heavier alcohol intake linked to more pronounced periodontal deterioration. Functional microbial changes and systemic mediators such as liver enzymes and glucose levels were also implicated. These effects were observed even in non-smokers, suggesting an independent role of alcohol.
Conclusion: Alcohol consumption may contribute to periodontal disease through both local and systemic mechanisms, including microbial imbalance, immune activation and metabolic changes. Given the consistency of findings across studies, alcohol should be considered in periodontal risk assessment. Further research is needed to clarify causal relationships, to differentiate the effects of beverage types and to evaluate implications for peri-implant health.
Introdução: O potencial impacto do consumo de álcool na saúde periodontal permanece insuficientemente explorado, apesar do crescente interesse nos fatores de risco comportamentais. Enquanto o papel do tabaco está bem estabelecido, os efeitos do álcool no periodonto não estão claramente definidos e podem envolver interações complexas a nível microbiano, imunológico e clínico. Objetivo: Esta revisão integrativa teve como objetivo avaliar se o consumo de álcool afeta a saúde periodontal, sintetizando dados de estudos em humanos, modelos animais e investigação centrada na microbiota. Procurou-se identificar padrões consistentes em diferentes metodologias e avaliar a relevância clínica do álcool como fator de risco em periodontologia. Métodos: Realizou-se uma pesquisa abrangente da literatura no PubMed, Scopus e na Biblioteca Cochrane, entre abril e maio de 2025, seguindo as diretrizes do PRISMA 2020. Incluíram-se estudos publicados entre 2015 e 2025, em inglês que investigassem a relação entre álcool e resultados periodontais. Selecionaram-se nove artigos para análise final, abrangendo dados epidemiológicos, composição da microbiota, respostas imunitárias e parâmetros periodontais. Resultados: Os estudos incluídos mostraram que o consumo de álcool está associado à disbiose microbiana, ao aumento dos marcadores inflamatórios e ao agravamento dos indicadores clínicos periodontais. Tanto os dados relativos a humanos como a animais demonstraram efeitos dose-dependentes, com uma maior ingestão de álcool associada a uma deterioração periodontal mais pronunciada. As alterações microbianas funcionais e os mediadores sistémicos, como as enzimas hepáticas e os níveis de glicose, também foram implicados. Estes efeitos foram observados mesmo em não fumadores, sugerindo um papel independente do álcool. Conclusão: O consumo de álcool pode contribuir para a doença periodontal através de mecanismos locais e sistémicos, incluindo desequilíbrio microbiano, ativação imunitária e alterações metabólicas. Dada a consistência dos resultados dos estudos, o álcool deve ser considerado na avaliação do risco periodontal. É necessária mais investigação para clarificar as relações causais, diferenciar os efeitos dos tipos de bebidas e avaliar as implicações para a saúde peri-implantar.
Introdução: O potencial impacto do consumo de álcool na saúde periodontal permanece insuficientemente explorado, apesar do crescente interesse nos fatores de risco comportamentais. Enquanto o papel do tabaco está bem estabelecido, os efeitos do álcool no periodonto não estão claramente definidos e podem envolver interações complexas a nível microbiano, imunológico e clínico. Objetivo: Esta revisão integrativa teve como objetivo avaliar se o consumo de álcool afeta a saúde periodontal, sintetizando dados de estudos em humanos, modelos animais e investigação centrada na microbiota. Procurou-se identificar padrões consistentes em diferentes metodologias e avaliar a relevância clínica do álcool como fator de risco em periodontologia. Métodos: Realizou-se uma pesquisa abrangente da literatura no PubMed, Scopus e na Biblioteca Cochrane, entre abril e maio de 2025, seguindo as diretrizes do PRISMA 2020. Incluíram-se estudos publicados entre 2015 e 2025, em inglês que investigassem a relação entre álcool e resultados periodontais. Selecionaram-se nove artigos para análise final, abrangendo dados epidemiológicos, composição da microbiota, respostas imunitárias e parâmetros periodontais. Resultados: Os estudos incluídos mostraram que o consumo de álcool está associado à disbiose microbiana, ao aumento dos marcadores inflamatórios e ao agravamento dos indicadores clínicos periodontais. Tanto os dados relativos a humanos como a animais demonstraram efeitos dose-dependentes, com uma maior ingestão de álcool associada a uma deterioração periodontal mais pronunciada. As alterações microbianas funcionais e os mediadores sistémicos, como as enzimas hepáticas e os níveis de glicose, também foram implicados. Estes efeitos foram observados mesmo em não fumadores, sugerindo um papel independente do álcool. Conclusão: O consumo de álcool pode contribuir para a doença periodontal através de mecanismos locais e sistémicos, incluindo desequilíbrio microbiano, ativação imunitária e alterações metabólicas. Dada a consistência dos resultados dos estudos, o álcool deve ser considerado na avaliação do risco periodontal. É necessária mais investigação para clarificar as relações causais, diferenciar os efeitos dos tipos de bebidas e avaliar as implicações para a saúde peri-implantar.
Descrição
Palavras-chave
Alcohol consumption Periodontal health Oral microbiota Gingivitis Periodontitis Consumo de álcool Saúde periodontal Microbiota oral Gengivite Periodontite
