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Pessoa

Nogueira, Ana Gabriela C. Frazão

Resultados da pesquisa

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  • NOS.nl: innovación y accesibilidad para definir el periodismo y la alfabetización
    Publication . Nogueira, Ana Gabriela C. Frazão; Weber, Patricia; Fieiras Ceide, César; Túñez López, José Miguel; Rodríguez Castro, Marta
  • Integración del neuromarketing y la neurocomunicación en la formación académica
    Publication . Nogueira, Ana Gabriela C. Frazão; Popp, Tadiane Regina; Weber, Patricia; Ferreira, Ana Cátia; Barrientos-Báez, Almudena
  • Opto, a nova forma de ver televisão em português
    Publication . Santos, Ana; Weber, Patricia; Nogueira, Ana Gabriela C. Frazão; Silva, Dora Santos; Cardoso, Fátima Lopes; Ito, Liliane de Lucena
    No relatório da ANACOM 2021, Portugal é o quarto país da UE27 em que o serviço streaming mais cresceu, assegurando, os portugueses, a 15ª posição do ranking europeu. De acordo com o mesmo texto, estes números vêm confirmar os de 2020, ano em que, no nosso país, o vídeo streaming on demand chegou aos 34%, um acréscimo de 20% relativamente a 2018, justificado pelo período de pandemia. Outro dado de relevo que esse mesmo documento indica é que são os indivíduos entre os 16 e os 34 anos, estudantes com ensino superior e rendimentos mais elevados, que apresentam mais recetividade (e acesso) ao streaming. Isto quer dizer que hoje, como nunca, a tecnologia conceptualiza espaços e tempos, imiscuindo-se, sem reservas, em todas as áreas e, por isso, de todas as conceptualizações de tipologias geracionais que cada avanço cronológico sistematizou, chegámos à “geração de screenagers” (Muanis, 2013). De facto, mais de que uma transformação, a adaptabilidade e abrangência do Media proporcionou a que a televisão se metamorfoseie evolutivamente do analógico ao digital, primeiro, e do broadcast ao streaming, fintando, sub-repticiamente, a morte anunciada. É, aliás, principalmente neste Media que se confirma McLuhan (1994), na constatação de que um Media, em vez de desaparecer, modifica-se. Falamos de convergência (McQuail, 2003) e de remediação (Bolter & Grusin, 2000), de que o ‘prime time’ dá lugar ao ‘my time’, de uma nova realidade com grande impacto e poder de influência nos modos de fazer, de circular e de assistir televisão (Rios, 2021). Mas até quando? Ou seja, poderão, de facto, as novas plataformas de streaming ditar o fim paulatino do broadcast, ou, pelo contrário, constituem, de facto, um aliado na (re)invenção dos conceitos de produzir e ver televisão? Em Portugal há um serviço, pioneiro e, até ao momento único, em língua portuguesa. A OPTO, foi lançada em 2020 e, segundo assume o seu canal propulsor, é “uma nova forma de ver a SIC”. De acordo com o site oficial (Opto, 2022), o serviço streaming da SIC leva ao público mais de 8 mil horas dos melhores conteúdos nacionais e não só. Acima de tudo, é uma estratégia diferente da RTP Play. Na verdade, ambas reclamam, para si, o pioneirismo e poderão fazê-lo, mas por circunstâncias distintas: ao contrário da RTP Play e também da TVI Player, a OPTO é o primeiro serviço nacional pago, sujeito a subscrição, com conteúdos exclusivos e em língua portuguesa e é aquela que mais se assemelha à Netflix, o motor de todo este novo paradigma. O presente texto, tem por base uma dissertação de mestrado apresentada na Universidade Fernando Pessoa e é suportado por uma pesquisa qualitativa de metodologia mista. Ou seja, para melhor ficar a conhecer a interface e funcionalidade da plataforma de streaming OPTO, teve-se por base Yin (2016) e Chizzotti (2018) e não só se efetuou a sua observação e análise quantitativa dos conteúdos disponibilizados pela OPTO em comparação com a RTP Play, (o serviço streaming da televisão pública nacional), mas também foi realizado um conjunto de onze entrevistas baseadas em questões semiabertas e dirigidas. De uma forma transversal, pode-se resumir os conteúdos recolhidos como a confirmação de McLuhan, ou seja, tanto o broadcast como o streaming têm lugar neste novo panorama do audiovisual, bastando, para tal, soluções criativas por parte dos players, já para não falar dessa convergência omnipresente e multiscreen, uma complementaridade que se torna cada vez mais evidente.
  • Integración del neuromarketing y la neurocomunicación en la formación académica
    Publication . Nogueira, Ana Gabriela C. Frazão; Weber, Patricia; Popp, Tadiane Regina; Ferreira, Ana Cátia; Cuesta, Ubaldo; Barrientos-Báez, Almudena
    Se puede resumir Egolf (2012) al considerar que la neurocomunicación es la aplicación de la Neurociencia y el comportamiento humano a la Comunicación, lo que permite crear interacciones más precisas a partir de la comprensión de las necesidades humanas, cómo piensa y se comporta el ciudadano-consumidor. Considerando que la neurocomunicación es una ciencia aplicada que une la razón, la emoción y la biología cerebral, se asume que esta sugiere la optimización de la eficacia del proceso comunicativo, prestando especial atención a los sesgos cognitivos de la recepción y respuesta a los mensajes. Potenciar éticamente la Comunicación para estructuras y modelos que se centran en el cuidado de ‘cómo comunicamos’ permite a la neurociencia aplicada al consumo comprender, por ejemplo, por qué y cómo compramos o, si se aplica al Design, ‘cómo percibimos y reaccionamos visualmente’. Sutil Martín (2013, s/p) refiere que la neurociencia «tienen una extraordinaria relevancia en el seno de las organizaciones empresariales entendidas como nodos fundamentales que configuran la actividad económica así como entornos donde se produce un importante tipo de relaciones sociales, las relaciones laborales» asumiendo, también, que el objetivo principal deberá ser «entrenar el cerebro del nuevo directivo para que pueda responder exitosamente a la velocidad con que se le exige actuar» (2013, p. 12) dentro y fuera de la empresa. Por otro lado, Becker y Cropanzano (2012, p. 1056) señalan que «la neurociencia organizacional se entiende mejor como un paradigma o marco interpretativo que arroja nueva luz sobre los problemas existentes, además de plantear cuestiones que de otro modo podrían no tenerse en cuenta», mientras que Natal y Carruesco, (2015, s/p) asumen que «el consumidor exige soluciones que se adapten de forma personalizada a sus necesidades, porque siente que, entre toda la oferta comercial existente, encontrará a alguien que le ofrezca exactamente lo que desea». Partiendo de esta línea de pensamiento, se podría considerar la neurocomunicación aplicada como una erramienta mimética, es decir, al potenciar las relaciones emocionales, la memoria y la inteligencia, ella sistematiza y se asemeja al comportamiento del cerebro. En realidad, de forma tangible y cotidiana, la neurocomunicación aplicada potencia la relación humana con cualquier acción, contexto o decisión, influyendo, de este modo, en los grupos y en la sociedad (ahora sin fronteras), controlando y originando, una inteligencia social y comportamientos conscientes. En este sentido, esta investigación se basa en la creciente importancia de las neurociencias aplicadas a la comunicación y al marketing, áreas que demandan profesionales capacitados para satisfacer las exigencias del mercado actual.
  • A infografia como estratégia neurocomunicativa para a literacia jornalística na sociedade online
    Publication . Nogueira, Ana Gabriela C. Frazão; Vizoso, Angel; Weber, Patricia; Barrientos-Báez, Almudena
    A Infografia é, também no Jornalismo, a composição visual que permite, entre outras coisas, despertar e atrair a atenção, economizar tempo de exposição, otimizar a capacidade percetiva, favorecer a compreensão, melhorar a integração cognitiva, acelerar a aprendizagem e aumentar a retenção da informação. No online, esta dinâmica amplia uma plataforma baseada em informações e ferramentas de acesso e processamento onde os jornalistas se ocupam em realimentar os seus conteúdos com o desenvolvimento da própria informação e a interação com os usuários num ambiente de identidade portátil e comunidades informativas. Neste processo intermedia dos conteúdos, a leitura de rastreio do usuário depende da observação e o click, dos estímulos.