Grupo Tecnologia, Redes e Sociedade
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Agrega o trabalho de Investigação e Desenvolvimento de um conjunto de especialistas de diferentes áreas e escolas, em torno do uso da tecnologia e a sua aplicação para a melhoria da qualidade de vida.
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Percorrer Grupo Tecnologia, Redes e Sociedade por Domínios Científicos e Tecnológicos (FOS) "Engenharia e Tecnologia"
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- A Inteligência Artificial como vetor de integração entre a investigação e a prática pedagógica: a utilização de agentes de IA na aprendizagem das Ciências ForensesPublication . Borges Gouveia, Luis; *TRS - TecnologiasNo atual cenário de constante evolução das Ciências Forenses, a integração de novas propostas tecnológicas na formação académica é imperativa para garantir a excelência e o rigor da prática pericial. A apresentação propõe a exploração do potencial transformador dos agentes de Inteligência Artificial (IA) como ferramenta pedagógica inovadora na aprendizagem das Ciências Forenses, alinhando-se com a missão do congresso de reformular o ensino e a investigação na área. O recurso à IA informa uma proposta que promova uma formação mais integrada e harmonizada. Inclui estratégias concretas para a utilização da IA em ambiente académico, desde a simulação de cenários de crime complexos, à análise de grandes conjuntos de dados para fins de investigação, até ao desenvolvimento de tutores virtuais personalizados que se adaptam ao ritmo de aprendizagem de cada interação realizada. A IA pode potenciar o fortalecimento da ligação entre a investigação científica e a atividade pericial de rotina. A capacidade da IA para processar e analisar publicações científicas relevantes pode acelerar a transposição do conhecimento para a prática, assegurando que os futuros peritos estejam na vanguarda da inovação. Importa, neste contexto, debater os desafios e as considerações éticas inerentes à adoção da IA, salientando a importância de uma implementação criteriosa que complemente, e não substitua, o raciocínio crítico, a competência e experiência humana. A IA, quando utilizada de forma estratégica e ética, pode constituir uma poderosa aliada na formação de uma nova geração de especialistas forenses, melhor preparados para os desafios de um mundo em constante mudança e para a busca da verdade baseada em evidências científicas sólidas.
- A United Nations Charter for the Digital Age – When machines govern without mandate and humans watch without power, the problem is not technological. It is constitutional.Publication . Borges Gouveia, Luis; Future Group - APDSIThis APDSI presentation (July 2026) argues that the 1945 United Nations Charter is obsolete for a world defined by cross-border autonomous systems and digital flows. It characterizes the current situation as a "constitutional void" rather than just a technological challenge, asserting that 2026 represents a critical "window of opportunity" for global action. The core problem identified is that current AI models are "unfinished business," lacking semantic understanding and causal reasoning. This creates a civilizational danger where the human mind, now seen as critical infrastructure, is threatened by algorithmic manipulation and "algorithmic coloniality"—a concentration of power in the US and China that erodes the cognitive sovereignty of the Global South. Additionally, the digital economy is not immaterial; it is colliding with the planet’s biophysical limits regarding energy, water, and rare minerals. To address this, the APDSI proposes a new global legal framework based on five non-negotiable principles: - Responsibility: Human primacy in all decisions. - Democracy: Legitimacy must prevail over technical efficiency. - Irreversibility: Prohibiting essential technological dependencies that cannot be reversed. - Zero Opacity: The inalienable right to an explanation. - Sovereignty: The right of peoples to determine their own technological governance. Specific proposed articles include protecting Cognitive Sovereignty as an international public good, ensuring Distributive Justice by taxing labor-replacing automation, and prohibiting the use of technological dependency as a weapon. The presentation also lists absolute bans on self-replicating AI, autonomous lethal weapons, and mass biometric surveillance. The implementation strategy involves activating Article 109 of the UN Charter to convene a General Review Conference. Portugal is highlighted as the ideal mediator for this movement, using its "smart power" and relationships with the Global South to ensure human dignity prevails over technocracy.
