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- Covid-19: alternativas terapêuticas e os seus efeitos adversosPublication . Michel, Xavier Louis Edouard; Silva, Carla Sousa e; Ferreira da Vinha, AnaA COVID-19 é uma doença emergente, reportada pela primeira vez em 2019, e responsável pela atual pandemia. O objetivo deste trabalho de revisão bibliográfica passa por estudar as alternativas terapêuticas e profiláticas, disponíveis e promissoras, que podem ser utilizadas no combate ao SARS-CoV-2, assim como os seus efeitos adversos na saúde humana. Muitas abordagens têm sido propostas, investigadas e usadas pela comunidade científica para o combate a esta pandemia, incluindo antivirais, antimaláricos, antiparasitários, antibióticos, imunoterapia, vacinas, entre outras. Algumas destas opções parecem ter eficácia e segurança, dependendo do estágio da doença (estágio de prevenção, estágio inicial, estágio tardio). Contudo, atualmente ainda não há cura conhecida para a doença COVID-19, mas várias abordagens terapêuticas ou profiláticas continuam em fase de desenvolvimento. Por exemplo, a Organização Mundial de Saúde prossegue a realização de ensaios clínicos de medicamentos, já usados para outras doenças, para tratar a covid-19. Embora a vacinação, amplamente distribuída nos países mais ricos, pareça ser uma arma segura e eficaz para controlar esta doença, é essencial torná-la igualmente acessível a países de renda baixa / média. A economia é um fator importante a ter em conta na situação atual, decisivo para garantir que, a nível global, não deve haver falta de profilaxia nem tratamento, de forma a que todos os esforços sejam feitos para controlar a COVID-19.
- Ozonoterapia em medicina dentária: revisão narrativaPublication . Teixeira, Joana Rute Machado Costa Dinis; Bulhosa, José FriasObjetivos: Avaliar a aplicabilidade da Ozonoterapia em Medicina Dentária, averiguando as vantagens resultantes da utilização do ozono como suporte aos tratamentos dentários convencionais. Métodos: Pesquisa bibliográfica no PubMed, utilizando as palavras-chave ‘ozone and dentistery and therapy’, por tipo de artigo, estudos em humanos, artigos em Inglês entre 2016 e 2020. Excluídos estudos in vitro e em animais. Resultados: A Ozonoterapia parece ser promissora na redução bacteriana e biocompatibilidade, cicatrização, higiene oral, sensibilidade e irrigação de canais radiculares. Sem efeitos adicionais para a dor e terapia periodontal. O número reduzido de estudos foi uma limitação de análise. Conclusões: O ozono tem inúmeras aplicações na Medicina Dentária, atuando como agente bactericida, virucida, germicida, cicatrizante, regenerador, antioxidante e anti-inflamatório direto sobre a cavidade oral. A sua utilização é benéfica tanto aliada a procedimentos dentários convencionais como isoladamente. No entanto, sugere-se a expansão de novos e diferentes estudos criteriosos, com a finalidade de expandir e credibilizar a Ozonoterapia.
- Percepção do impacto na cavidade oral do uso intenso de máscaras de proteçãoPublication . Silva, Paula Filipa Moreira da; Bulhosa, José FriasIntrodução: Em Junho de 2020 a Organização Mundial de Saúde promulgou como medida não farmacêutica o uso obrigatório de máscaras de proteção na comunidade como uma barreira para evitar a contaminação pelo vírus da COVID-19. O balanço da utilização de máscara como medida de proteção e contenção do vírus é bastante positivo. No entanto, as consequências da sua utilização intensiva são ainda pouco exploradas na literatura. Materiais e Métodos: Um questionário para avaliar a perceção do impacto do uso de máscara na cavidade oral foi aplicado a um conjunto de pacientes de clínicas dentárias. Foi realizada uma análise estatística quantitativa com recurso ao SPSSv.27 para avaliação de significância estatística entre associação entre as variáveis em estudo. O nível de significância considerado foi de p=0,05. Resultados: Dos 205 inquiridos, 22,4 % associam a existência de alteração recente de bem-estar recentes na cavidade oral com o uso intenso de máscara de proteção. As alterações mais reportadas são a secura da mucosa oral (40,5 %), alterações mandibulares (14,3%) e halitose (14,3%). Não há diferenças estatisticamente significativos entre sexos. O uso de máscara por períodos de 9-12 horas por dia apresenta associação positiva com uma maior perceção de alteração do bem-estar da cavidade oral, uma maior secura da boca e com alteração na oclusão dos lábios, com diferenças estatisticamente significativas (p=0,045). Destes, 60% apresenta como principal alteração a secura da mucosa oral e 13,3% apresentam alterações na articulação temperomandibular (ATM). Conclusão: As alterações auto-percecionadas de boca seca e mau hálito parecem estar associadas ao uso intensivo de máscara, uma vez que a frequência do relato da sintomatologia aumenta progressivamente em acordo com o tempo de utilização. Estudos futuros são necessários de modo a comprovar esta associação.
