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- Sinais e sintomas otológicos em pacientes com disfunções temporomandibularesPublication . Pombo, Carolina Torres; Barbosa, CláudiaAs Disfunções Temporomandibulares são um problema significativo de saúde pública e afetam aproximadamente 5% a 12% da população. Estas disfunções são alterações patológicas da articulação temporomandibular, dos músculos da mastigação e de todos os tecidos e estruturas associadas. Os sintomas otológicos mais frequentemente relatados na literatura associados às disfunções temporomandibulares são: tinnitus, otalgia, sensação de plenitude auricular, diminuição da acuidade auditiva e vertigo. Esta revisão narrativa da literatura tem como objetivo avaliar a associação entre sinais e sintomas otológicos e disfunções temporomandibulares, alertando que é necessário realizar triagem destes sintomas otológicos, na área de Medicina Dentária. Apesar das evidências de que a prevalência de sinais e sintomas otológicos nos indivíduos com disfunções temporomandibulares é superior à população em geral, os estudos sobre se o tratamento destas pode levar à melhoria dos sinais e sintomas otológicos são escassos pelo que no futuro esta deverá ser uma área de investigação.
- Traumatismos dentários na população odontopediátrica da clínica da Faculdade de Ciências da SaúdePublication . Rodrigues, Emmanuela Sofia Ferreira; Crespo, ManuelaObjetivo: Conhecer a prevalência de traumatismos dentários numa amostra da população pediátrica que frequenta as Clínicas de Medicina Dentária da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade Fernando Pessoa, bem como as idades que ocorreram esses traumatismos, e se após estes houve recurso a algum tipo de tratamento. Métodos: Foi realizado um estudo observacional retrospetivo, na qual foram recolhidos dados relativos aos traumatismos dentários, constantes das fichas de triagem de Odontopediatria preenchidas entre Janeiro de 2016 a Junho de 2018, nas Clínicas de Medicina Dentária da Faculdade de Ciências da Universidade Fernando Pessoa. Os dados obtidos foram analisados através do IBM ® SPSS® v.25.0 (Statistical Package for the Social Sciences). Resultados: Na amostra houve uma prevalência de traumatismo dentário de 14%. No total dos 25 doentes que sofreram traumatismo dentário apenas 24% recorreram a tratamento. Quanto ao género, no masculino houve discreto predomínio dos traumatismos (masculino 56%; feminino 44%), não havendo, contudo, associação estatística entre género e traumatismo dentário. A faixa etária que mais traumatismos sofreu foi a pré-escolar, com 64%, porém também não se demonstrou associação entre traumatismo e idade. A idade e o género também não influenciaram o recurso ao tratamento após um traumatismo dentário. Conclusões: Os traumatismos dentários constituem um problema de saúde publica, particularmente prevalentes nas crianças. Por isso, devemos alertar a população sobre as consequências dos mesmos, a necessidade de os prevenir, procurando tratamento imediato, com o objetivo de minimizar as complicações associadas.
- Sistemas adesivos universais: revisão da literaturaPublication . Pereira, Carolina Duarte; Carvalho, AlexandrineIntrodução: Os adesivos dentários universais são o tema deste trabalho centrando-se nos seus constituintes, tipos, marcas, vantagens e desvantagens e resultados clínicos. Objetivo: Esta revisão de literatura pretende aprofundar o conhecimento á cerca dos adesivos universais. Métodos: Esta revisão foi elaborada, com recurso a base de dados informáticas como a PubMed, B-on. Foi suportada por artigos de revisão, meta-análises e estudos clínicos. Esta pesquisa foi sujeita a aplicação de critérios de inclusão e exclusão. Resultados: Analisaram-se duas meta-análises e dois estudos in vitro comparando diferentes tipos de adesivos universais com diferentes estratégias adesiva em substratos dentários diferentes. Os parâmetros clínicos observados foram descritos. Conclusão: Após as conclusões obtidas, podemos afirmar que não há evidência científica suficiente para deixar os operadores confiantes no uso dos AU e, por conseguinte, a sua aplicação em momentos mais desafiadores da prática clínica.
