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- Neuropatia trigeminal pós-herpética: do diagnóstico ao tratamento - revisão narrativaPublication . Alves, Andreia Almeida; Barbosa, CláudiaA neuropatia trigeminal pós-herpética é uma dor neuropática periférica crónica, caracterizada por dor facial persistente ou recorrente, durante 3 meses ou mais, após um episódio agudo de herpes zóster. A sua incidência após este episódio é de aproximadamente 10%. Esta neuropatia trigeminal reduz drasticamente a qualidade de vida dos doentes, devendo o médico dentista estar em alerta para esta doença. A presente revisão narrativa tem como objetivo aprofundar o estudo da prevenção e tratamento desta patologia. O diagnóstico é clínico, e é realizado com base na história clínica e pela exclusão de outras dores neuropáticas orofaciais. Os métodos de prevenção recaem sobre a vacinação e as terapias antivirais. O tratamento de primeira linha é farmacológico, com recurso a anticonvulsivantes, antidepressivos e terapias tópicas. Encontram-se igualmente disponíveis tratamentos cirúrgicos e outras terapias alternativas.
- O outro lado da faceta dentária: erros de planeamento e de execuçãoPublication . Pinto, Sabrina; Domingues, JoanaActualmente o conceito de beleza passa por um sorriso bonito, considerado muitas vezes um indicador de saúde e sucesso, o que despoletou uma busca incessante por tratamentos com facetas dentárias. O objectivo deste trabalho é avaliar o protocolo de colocação das facetas dentárias e perceber quando pode ocorrer o insucesso da reabilitação. Para tal, foi realizada uma pesquisa bibliográfica recorrendo a base de dados PubMed, B-on, Science Direct, com as palavras-chave: “consequences”, “veneers”, “disadvantages”, “thickness”, “failure”, “adhesion”. Apenas foram incluídos artigos publicados entre 2000-2019, em língua inglesa e portuguesa. As facetas dentárias são óptimas quando os problemas dentários são mínimos, porém é importante perceber até que ponto é aceitável fazer um desgaste irreversível da estrutura dentária por um defeito pequeníssimo ou simplesmente estético. O sucesso e a longevidade do tratamento obtêm-se através da correcta avaliação clínica do caso, bem como a sua execução minuciosa.
- Molar-incisor hypomineralization revisited: aspects, distribution and aetiologyPublication . Salameh, NathalioA hipomineralização molar-incisiva (MIH) é um defeito disfuncional da mineralização do esmalte de um ou mais dos primeiros molares permanentes associados ou não aos incisivos permanentes. É caracterizada por opacidades demarcadas que variam de branco, amarelo a acastanhado. A gravidade é variável e pode levar à quebra do esmalte e causar acúmulo de placa, hipersensibilidade e cáries. A média de prevalência é de cerca de 13,3%, está espalhada em todo o mundo e existem diferentes variações por país e região. A etiologia ainda é desconhecida e está associada a fatores pré, peri e pós-natais, além de fatores genéticos envolvidos. A causa é multifatorial e está associada a circunstâncias ambientais.
