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- Evolução do plano curricular das ciências farmacêuticasPublication . Gomes, Victor Manuel Moura; Barata, PedroNeste estudo, apresentamos a evolução do Plano Curricular das Ciências Farmacêuticas em Portugal. Em primeiro lugar, iremos fazer a contextualização das Ciências Farmacêuticas no quadro do desenvolvimento destas ciências, quer no plano internacional, quer, mais particularmente, em Portugal, onde se fará referência à atividade do boticário, antecessor do atual farmacêutico. Seguidamente, faremos uma reflexão acerca da evolução dos planos curriculares ao longo do último século. E, à medida que percorremos as várias alterações curriculares, iremos analisar a luta entre o que seria necessário a nível de afirmação científica e o que era politicamente e socialmente permitido. Iremos ainda referir as implicações decorrentes da implementação do Processo de Bolonha na reforma curricular atual, dando conta da importância do currículo em permanente construção, numa incessante busca de maturação.
- Saúde mental, vivências académicas e associativismo em estudantes do Ensino Superior: um estudo exploratórioPublication . Macedo, Inês Pereira; Fonte, CarlaDepois de muitos anos estando como indefinida e imensurável, a saúde mental deixou de se focar exclusivamente na ausência de doença ou patologia para começar a alargar a sua definição a conceitos mais positivos que incluem dimensões como o bem-estar e a felicidade (Keyes, 2007; Pais-Ribeiro, 2001; Lamers Westrhof, Bohlmeijer, klooster & Keyes, 2011). A saúde começa a ser lida como um todo, em que o indivíduo é avaliado segundo um estado completo de bem-estar, donde advém as suas capacidades positivas e o seu funcionamento, bem como a ausência de doença ou enfermidades (Keyes, 2007). As vivências académicas têm uma grande tónica na vida do estudante. Na realidade, aquando da mudança para o ensino superior, os estudantes estão sujeitos a inúmeras pressões, desde à possível separação física como à própria exigência do novo método de ensino (Costa & Leal, 2004; Sequeira, Carvalho, Sampaio, Lluch-Canut & Roldán-Merino, 2014). Neste sentido, esta nova fase da trajetória de vida apresenta-se como um desafio, podendo este impactar ao nível da saúde mental e bem-estar estudantes do ensino superior (Costa & Leal, 2004; Sequeira et al., 2014: Fernandes, 2007). O seguinte estudo apresenta como objetivo analisar a relação entre as vivências académicas e as atividades associativas dos estudantes universitários e os níveis de saúde mental/psicopatologia e saúde mental/bem-estar. Neste estudo participaram 234 estudantes portugueses com idades entre os 17 e os 56, com uma média de 23.71 e desvio-padrão 5.508. Desses estudantes, 178 eram do sexo feminino e 56 do sexo masculino. Os dados foram recolhidos utilizando um Questionário Sócio-Demográfico, a Versão Portuguesa da Escala de Bem-Estar Mental de Warwick- Edinburgh (WEMWBS), a Escala Continuum de Saúde Mental-Versão Reduzida (Adultos) (MHC-SF), a Escala de Ansiedade, Depressão e Stress (EADS- 21) e o Questionário de Vivências Académicas (QVA-r). Os resultados obtidos indicam que, globalmente, uma maior perceção e satisfação com a vida académica, se associa a melhores níveis de saúde mental e bem-estar, indicando que, os desafios enfrentados pelos estudantes, nos domínios pessoal, social, académico, institucional e vocacional, são variáveis relevantes para o seu processo de ajustamento, favorecendo assim os seus níveis de saúde mental e bem-estar.
- Serviços farmacêuticos - a problemática da dose unitária na farmácia comunitária: breve abordagem jurídicaPublication . Carneiro, Albana Guarani Marques Gomes; Barata, PedroEstá a dispensa de doses unitárias por farmácias comunitárias legalmente autorizada? A dispensa de doses unitárias em farmácias comunitárias é uma questão atual e relevante do ponto de vista socioeconómico pelo que merece uma reflexão integrativa naquilo que é denominado por “serviços farmacêuticos” e que não pode ser dissociada do ato farmacêutico. Semântica e tecnicamente diferente de unidose ou dose individualizada, diferença esta legislativamente reconhecida, carece de uma abordagem própria. Na ausência de legislação que regule expressamente a dispensa de doses unitárias em farmácias comunitárias, cumpre, recorrendo a instrumentos hermenêuticos, alcançar uma resposta juridicamente alicerçada.
