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| Projeto de pós-graduação_40383 | 763.41 KB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Introduction: Foramen Enlargement has been the subject of growing interest in clinical endodontic practice due to its potential to enhance apical disinfection and improve the long-term success of root canal treatment. In maxillary anterior teeth, effective apical control is crucial to prevent post-treatment complications and ensure the long-term efficacy of the treatment. The process of apical calibration, particularly the selection of the Master Apical File of ISO size 0.25 or larger, influences the efficacy of root canal treatment by promoting better adaptation and apical cleaning. However, the impact of correctly determining the Master Apical File on the success of root canal treatment, specifically in maxillary anterior teeth, remains poorly understood. This study aims to provide clinical information on the role of correctly determining apical gauging, focusing on the optimal selection of the Master Apical File. To determine whether the choice of the Master Apical File in non-surgical endodontic treatment of maxillary anterior teeth performed over the last 5 years, at the FCS-UFP Dental Teaching Clinic and other private clinics in the Porto metropolitan area and the Algarve, selected on the basis of an ISO size ≥ 025, directly affects the efficacy and long-term success of their endodontic treatment. This comparative analysis sought to clarify the clinical benefits and limitations of determining the master apical file, with the ultimate aim of guiding evidence-based decisions regarding the selection of apical files. This comparative, observational study includes 154 cases of root canal treatment performed on maxillary teeth. Data collection focused on the size of the Master Apical file used, Apical Gauge, tooth treated, initial diagnosis, radiographic assessment and available clinical follow-up results. Statistical analysis was used to assess the relationship between the anterior maxillary teeth and the choice of the master apical file. Confidentiality and patient anonymity were ensured through the use of an alphanumeric code for each case. Conservative calibration prevailed (ISO ≤ 025: 56.5%), but 43.5% of cases the master apical filed used was ISO > 025. Significant associations identified: periapical lesions (OR= 7.46; p=0.002), endodontic retreatment (20.9% vs 10.3%; p 025, corresponding to 64.1% of cases in this group. On the other hand, the upper lateral incisors (12 and 22) had a higher proportion of ISO calibres ≤ 025 (64.8%). 53.8% of the canines had an apical gauge reading greater than 0.25. Significant associations reinforce individualised apical calibration using an apical gauge as an essential approach, bridging the gap between international guidelines and national clinical practice.
Introdução: A correta determinação do Gauging apical tem sido alvo de crescente interesse na prática clínica endodôntica pelo seu potencial no aumento da desinfeção apical e na melhoria do sucesso do Tratamento do Canal Radicular a longo prazo. Nos dentes anteriores maxilares, o controlo apical eficaz é crucial de modo a evitar complicações pós- tratamento e garantir a eficácia do tratamento a longo prazo. O processo de calibração apical, particularmente na escolha da Primeira Lima Apical (Master Apical File) de tamanho ISO 0,25 ou superior, influencia a eficácia do Tratamento do Canal Radicular, promovendo uma melhor adaptação e limpeza apical. No entanto, o impacto da correta determinação da 1ª lima apical no sucesso do Tratamento do Canal Radicular, especificamente em dentes anteriores maxilares, permanece pouco explorado. Este estudo tem como objetivo fornecer informações clínicas sobre o papel da correta determinação do gauging apical, concentrando-se na seleção ideal da Primeira Lima Apical. Determinar se a escolha da Primeira Lima Apical no tratamento endodôntico não cirúrgico de dentes anteriores maxilares realizados nos últimos 5 anos, na Clínica Pedagógica de Medicina Dentária da FCS-UFP e noutras clínicas privadas da área metropolitana do Porto e do Algarve, selecionada com base no tamanho ISO ≥ 0,25, afeta diretamente a eficácia e o sucesso a longo prazo do seu tratamento endodôntico. Esta análise comparativa procurou esclarecer os benefícios clínicos e as limitações da determinação da 1ª lima apical com o objetivo final de orientar decisões baseadas em evidências científicas na seleção da lima apical. Este estudo comparativo e observacional inclui 154 casos de Tratamento do Canal Radicular realizados em dentes anteriores maxilares. A recolha de dados incidiu, sobre o tamanho da Primeira Lima Apical utilizada, gauge apical, dente tratado, diagnóstico inicial, avaliação radiográfica e resultados de acompanhamento clínico disponíveis. A análise estatística foi utilizada para avaliar a relação entre os dentes anteriores maxilares e a escolha da primeira lima apical. A confidencialidade e o anonimato do paciente foram assegurados através da utilização de um código alfanumérico para cada caso. A calibração conservadora predominou (ISO ≤ 025: 56.5%), porém 43.5% dos casos houve ISO > 025. Associações significativas identificadas: lesões periapicais (OR= 7.46; p=0.002), retratamento endodôntico não cirúrgico (20.9% vs 10.3%; p 025 em maior frequência, correspondendo a 64.1% dos casos. Os incisivos laterais superiores (12 e 22) apresentaram calibres ISO ≤ 025 numa proporção de 64.8%. 53.8% dos caninos superiores apresentaram calibre apical maior de 0.25. Associações significativas reforçam a calibração apical individualizada via gauge apical como abordagem essência
Introdução: A correta determinação do Gauging apical tem sido alvo de crescente interesse na prática clínica endodôntica pelo seu potencial no aumento da desinfeção apical e na melhoria do sucesso do Tratamento do Canal Radicular a longo prazo. Nos dentes anteriores maxilares, o controlo apical eficaz é crucial de modo a evitar complicações pós- tratamento e garantir a eficácia do tratamento a longo prazo. O processo de calibração apical, particularmente na escolha da Primeira Lima Apical (Master Apical File) de tamanho ISO 0,25 ou superior, influencia a eficácia do Tratamento do Canal Radicular, promovendo uma melhor adaptação e limpeza apical. No entanto, o impacto da correta determinação da 1ª lima apical no sucesso do Tratamento do Canal Radicular, especificamente em dentes anteriores maxilares, permanece pouco explorado. Este estudo tem como objetivo fornecer informações clínicas sobre o papel da correta determinação do gauging apical, concentrando-se na seleção ideal da Primeira Lima Apical. Determinar se a escolha da Primeira Lima Apical no tratamento endodôntico não cirúrgico de dentes anteriores maxilares realizados nos últimos 5 anos, na Clínica Pedagógica de Medicina Dentária da FCS-UFP e noutras clínicas privadas da área metropolitana do Porto e do Algarve, selecionada com base no tamanho ISO ≥ 0,25, afeta diretamente a eficácia e o sucesso a longo prazo do seu tratamento endodôntico. Esta análise comparativa procurou esclarecer os benefícios clínicos e as limitações da determinação da 1ª lima apical com o objetivo final de orientar decisões baseadas em evidências científicas na seleção da lima apical. Este estudo comparativo e observacional inclui 154 casos de Tratamento do Canal Radicular realizados em dentes anteriores maxilares. A recolha de dados incidiu, sobre o tamanho da Primeira Lima Apical utilizada, gauge apical, dente tratado, diagnóstico inicial, avaliação radiográfica e resultados de acompanhamento clínico disponíveis. A análise estatística foi utilizada para avaliar a relação entre os dentes anteriores maxilares e a escolha da primeira lima apical. A confidencialidade e o anonimato do paciente foram assegurados através da utilização de um código alfanumérico para cada caso. A calibração conservadora predominou (ISO ≤ 025: 56.5%), porém 43.5% dos casos houve ISO > 025. Associações significativas identificadas: lesões periapicais (OR= 7.46; p=0.002), retratamento endodôntico não cirúrgico (20.9% vs 10.3%; p 025 em maior frequência, correspondendo a 64.1% dos casos. Os incisivos laterais superiores (12 e 22) apresentaram calibres ISO ≤ 025 numa proporção de 64.8%. 53.8% dos caninos superiores apresentaram calibre apical maior de 0.25. Associações significativas reforçam a calibração apical individualizada via gauge apical como abordagem essência
Descrição
Palavras-chave
Foraminal enlargement Apical gauging Master apical file Root canal treatment
