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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Os objectivos deste estudo pretenderam verificar se existem diferenças estatisticamente
significativas nos objectivos de vida dos adolescentes considerando se: os adolescentes estão
ou não institucionalizados, o sexo masculino e o feminino; a pratica ou não de uma religião;
as habilitações dos pais; o consumo de álcool, tabaco e outras drogas; no caso dos
institucionalizados, considerar o tempo de institucionalização; o ano de escolaridade em que
se encontram e se existem diferenças significativas entre os adolescentes institucionalizados
comparados com os não institucionalizados relativamente à Dimensão Vivencial e à
Dimensão Existencial.
Participaram nesta investigação 74 adolescentes de ambos os sexos com idades
compreendidas entre os 11 e os 20 anos. Sendo que 42.3% estão institucionalizados e os
restantes não.
Recorreu-se a um questionário sócio-demográfico e ao Teste dos Objectivos de Vida (PIL-R)
adaptado por Peralta e Silva (2003).
Os resultados da investigação demonstram que existem diferenças significativas nos
objectivos de vida dos adolescentes institucionalizados, que são menores, comparados com os
não institucionalizados que são mais elevados. Verificam-se, também, diferenças
estatisticamente significativas nos objectivos de vida dos adolescentes que estão
institucionalizados, sendo que os objectivos são tanto maiores quanto mais tempo de
institucionalização tiver decorrido. O ano de escolaridade revela também influenciar os
objectivos de vida dos adolescentes, sendo que estes objectivos são mais elevados quanto
mais avançado na escola a pessoa está. A Dimensão Vivencial, relativa aos afectos, revela,
igualmente, um valor mais elevado nos adolescentes institucionalizados do que nos não
institucionalizados. Nos restantes objectivos não se encontram diferenças estatisticamente
significativas.
Descrição
Monografia apresentada à Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para obtenção do grau de Licenciada em Psicologia, especialização em Psicologia Clínica
