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| Projeto de pós-graduação_41330 | 1018.72 KB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Background: Oral and maxillofacial surgery is a challenging specialty with challenging technical demands and fine anatomical requirements. Traditional teaching methods are nearly entirely reliant on direct observation, cadaveric dissection, and clinical supervision. Limitations such as restricted access to cases, ethical considerations, and lack of consistency in learning opportunities are also present in these methods. Simulation technologies such as immersive virtual reality (VR), 3D printed anatomical models, dynamic navigation systems, and haptic feedback devices offer innovative solutions with the potential to enhance surgical training through interactive, reproducible, and risk-free learning environments. The purpose of this systematic review is to evaluate how these simulation devices compare to conventional teaching methods in oral and maxillofacial surgical training.
Methodology: The literature search was carried out in three main databases: PubMed, Web of Science and Google Schoolar. The PRISMA guidelines were followed and inclusion and exclusion criteria were applied.
Results: Of the 440 studies identified, 11 studies from 2014 to 2024 were selected and reviewed. Various simulation tools utilized were immersive virtual reality, 3D printed models, dynamic navigation systems, and haptic devices. Simulation technology has shown utility in preclinical education, particularly in augmenting student confidence, satisfaction, and anatomical knowledge. Variability of findings, paucity of longitudinal data, and scarcity of randomized controlled trials restrict the potential for generalized conclusions. The majority of studies addressed subjective outcomes, with few assessing objectively technical accuracy or translation to clinical practice.
Conclusions: Simulation devices have great educational promise, but they are not yet available for substitution of conventional teaching. Additional well-conducted investigations involving larger numbers of subjects and longer follow-up are required to authenticate these technologies and establish their ultimate position in oral and maxillofacial surgery training curricula.
Background: A cirurgia oral e maxilofacial é uma especialidade desafiante, com exigências técnicas e requisitos anatômicos finos. Os métodos tradicionais de ensino dependem quase inteiramente da observação direta, da dissecação cadavérica e da supervisão clínica. Limitações como acesso restrito a casos, considerações éticas e falta de consistência nas oportunidades de aprendizagem também estão presentes nesses métodos. Tecnologias de simulação, como realidade virtual imersiva (VR), modelos anatômicos impressos em 3D, sistemas de navegação dinâmica e dispositivos de feedback háptico oferecem soluções inovadoras com o potencial de aprimorar o treinamento cirúrgico por meio de ambientes de aprendizagem interativos, reproduzíveis e sem riscos. O objetivo desta revisão sistemática é avaliar como esses dispositivos de simulação se comparam aos métodos convencionais de ensino no treinamento cirúrgico bucomaxilofacial. Metodologia: A pesquisa bibliográfica foi realizada em três bases de dados principais: PubMed, Web of Science e Google Schoolar. As diretrizes PRISMA foram seguidas e os critérios de inclusão e exclusão foram aplicados. Resultados: Dos 440 estudos identificados, 11 estudos de 2014 a 2024 foram selecionados. Várias ferramentas de simulação utilizadas foram realidade virtual imersiva, modelos impressos em 3D, sistemas de navegação dinâmica e dispositivos hápticos. A tecnologia de simulação tem demonstrado utilidade na educação pré-clínica, particularmente no aumento da confiança, satisfação e conhecimento anatômico dos alunos. A variabilidade dos achados, a escassez de dados longitudinais e a escassez de ensaios clínicos randomizados e controlados restringem o potencial para conclusões generalizadas. A maioria dos estudos abordou resultados subjetivos, com poucos avaliando objetivamente a precisão técnica ou a tradução para a prática clínica. Conclusão: Os dispositivos de simulação têm grande promessa educacional, mas ainda não estão disponíveis para substituir o ensino convencional. Investigações adicionais bem conduzidas envolvendo um maior número de indivíduos e um acompanhamento mais longo são necessárias para autenticar essas tecnologias e estabelecer sua posição final nos currículos de ensino em cirurgia oral e maxilofacial.
Background: A cirurgia oral e maxilofacial é uma especialidade desafiante, com exigências técnicas e requisitos anatômicos finos. Os métodos tradicionais de ensino dependem quase inteiramente da observação direta, da dissecação cadavérica e da supervisão clínica. Limitações como acesso restrito a casos, considerações éticas e falta de consistência nas oportunidades de aprendizagem também estão presentes nesses métodos. Tecnologias de simulação, como realidade virtual imersiva (VR), modelos anatômicos impressos em 3D, sistemas de navegação dinâmica e dispositivos de feedback háptico oferecem soluções inovadoras com o potencial de aprimorar o treinamento cirúrgico por meio de ambientes de aprendizagem interativos, reproduzíveis e sem riscos. O objetivo desta revisão sistemática é avaliar como esses dispositivos de simulação se comparam aos métodos convencionais de ensino no treinamento cirúrgico bucomaxilofacial. Metodologia: A pesquisa bibliográfica foi realizada em três bases de dados principais: PubMed, Web of Science e Google Schoolar. As diretrizes PRISMA foram seguidas e os critérios de inclusão e exclusão foram aplicados. Resultados: Dos 440 estudos identificados, 11 estudos de 2014 a 2024 foram selecionados. Várias ferramentas de simulação utilizadas foram realidade virtual imersiva, modelos impressos em 3D, sistemas de navegação dinâmica e dispositivos hápticos. A tecnologia de simulação tem demonstrado utilidade na educação pré-clínica, particularmente no aumento da confiança, satisfação e conhecimento anatômico dos alunos. A variabilidade dos achados, a escassez de dados longitudinais e a escassez de ensaios clínicos randomizados e controlados restringem o potencial para conclusões generalizadas. A maioria dos estudos abordou resultados subjetivos, com poucos avaliando objetivamente a precisão técnica ou a tradução para a prática clínica. Conclusão: Os dispositivos de simulação têm grande promessa educacional, mas ainda não estão disponíveis para substituir o ensino convencional. Investigações adicionais bem conduzidas envolvendo um maior número de indivíduos e um acompanhamento mais longo são necessárias para autenticar essas tecnologias e estabelecer sua posição final nos currículos de ensino em cirurgia oral e maxilofacial.
Descrição
Palavras-chave
Virtual reality Augmented reality Haptics Oral surgery Maxillofacialsurgery Realidade virtual Realidade aumentada Háptica Cirurgia oral Cirurgia maxilofacial
