Publicação
A fluência verbal na doença de Parkinson
| dc.contributor.advisor | Gomes, Inês | por |
| dc.contributor.author | Santos, Joana Ramalhão Ferreira dos | por |
| dc.date.accessioned | 2008-09-30T09:59:05Z | por |
| dc.date.accessioned | 2011-10-25T15:28:15Z | |
| dc.date.available | 2008-09-30T09:59:05Z | por |
| dc.date.available | 2011-10-25T15:28:15Z | |
| dc.date.issued | 2006 | por |
| dc.description | Monografia apresentada à Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para a obtenção do grau de licenciada em Psicologia, especialização em Psicologia Clínica | por |
| dc.description.abstract | A fluência verbal é uma tarefa cognitiva complexa que envolve processos linguísticos, mnésicos e executivos que, de forma directa ou indirecta, dependem do bom funcionamento do lobo frontal e das regiões subcorticais a ele associadas. Como a Doença de Parkinson (DP) implica um comprometimento destas regiões, observa-se uma diminuição de desempenho nas tarefas de fluência verbal. Desta forma, tais tarefas têm-se revelado boas indicadoras de disfunção cerebral e, mais especificamente, têm-se mostrado sensíveis a alterações da doença e bons preditores de demência. O presente estudo tem como objectivo geral avaliar se a fluência verbal na Doença de Parkinson se encontra diminuída em estádios iniciais da doença (estádios II e III na Escala de Hoehn & Yahr). Concretamente, participaram 40 sujeitos, metade com DP e a outra metade sem DP. Nenhum dos participantes apresentava defeito cognitivo, nem diferiam quanto a níveis de ansiedade e depressão. A avaliação da fluência verbal foi feita através de três provas de fluência verbal semântica (animais, nomes de pessoas e artigos de comer) e três provas de fluência verbal fonémica (letras P, R e M). Os resultados observados evidenciaram que os sujeitos com DP apresentaram uma fluência verbal total inferior aos sujeitos sem doença. Contudo, quer para a fluência verbal fonémica, quer para a fluência verbal semântica, não foram observadas diferenças significativas entre os grupos. Relativamente às repetições, os sujeitos com DP proferiram-nas em maior número, comparativamente com os sujeitos sem DP, sendo as diferenças significativas apenas para a tarefa de fluência verbal fonémica. No que diz respeito ao grupo com DP, não se verificaram diferenças significativas entre os estádios II e III nas provas de fluência verbal. No seu conjunto, os resultados obtidos sugerem que nos estádios iniciais de DP, e na ausência de demência, não se verificam efectivas alterações a nível da fluência verbal, tornando-se necessária a condução de futuros estudos para elucidar melhor esta questão. | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10284/758 | por |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.publisher | [s.n.] | por |
| dc.title | A fluência verbal na doença de Parkinson | por |
| dc.type | bachelor thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | openAccess | por |
| rcaap.type | bachelorThesis | por |
