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Body fat and body muscle mass analysis by bioimpedance and by anthropometry in comparison with the dual‑energy X‑ray absorptiometry in community dwelling adults: a narrative review

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Resumo(s)

The aim of this paper is to review the existing literature and determine if the results on the fat mass and the fat free mass obtained by anthropometry and BIA are comparable to the results determined by DXA in community dwelling adults and also which method would be preferable between anthropometry and BIA.The PubMed platform was used for data collection.Several studies have compared anthropometry and BIA with DXA, the gold standard for body composition assessment. The effectiveness of alternative methods varies depending on the population and technique used. Anthropometric equations based on waist circumference or BMI have shown greater accuracy in older adults, while in male athletes, equations such as Yuhasz and Faulkner correlated strongly with DXA, even outperforming BIA. However, methods like Jackson & Pollock underestimated body fat in Taiwanese diabetic adults. Specific approaches, such as the BFI in Koreans and equations tailored to Polynesians, showed good agreement with DXA. In patients with cystic fibrosis, heart disease, and in the elderly, BIA’s accuracy was influenced by factors such as hydration and height. While BIA shows strong population-level correlation with DXA, it tends to underestimate fat mass and overestimate lean mass, often with systematic bias. Portable BIA devices have proven useful in low-resource settings. Although anthropometry and BIA can serve as alternatives to DXA in certain contexts, it is essential to account for limitations and population-specific factors. For accurate individual-level assessments, DXA remains the preferred method.
O objetivo do presente trabalho é rever a literatura existente, de forma a analisar o estudo da associação entre a antropometria, a bioimpedância em relação com a DXA como métodos de avaliação nutricional e composição corporal numa comunidade de adultos. Utilizou-se a plataforma PubMed para a recolha de dados. Diversos estudos compararam a antropometria e a análise de impedância bioelétrica com a DEXA, referência para avaliação da composição corporal. A eficácia de métodos alternativos varia conforme a população e a técnica utilizada. Equações antropométricas baseadas em circunferência da cintura ou IMC mostraram maior precisão em idosos, enquanto em atletas masculinos, equações como Yuhasz e Faulkner correlacionaram-se fortemente com DXA, superando a BIA. No entanto, métodos como Jackson & Pollock subestimaram a gordura corporal em adultos diabéticos taiwaneses. Métodos específicos, como o índice de BFI em coreanos e equações para polinésios, demonstraram boa concordância com DXA. Em pacientes com fibrose cística, doentes cardíacos e idosos, a precisão da BIA foi afetada por fatores como hidratação e estatura. Embora a BIA mostre forte correlação com DXA em nível populacional, tende a subestimar gordura e superestimar massa magra, apresentando viés sistemático. Dispositivos BIA portáteis mostraram-se úteis em contextos com recursos limitados. Embora antropometria e BIA possam substituir o DXA em determinadas situações, é essencial considerar limitações e especificidades populacionais. Para avaliações precisas individuais, o DXA continua sendo o método preferencial.

Descrição

Trabalho Complementar apresentado à Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para obtenção do grau de Licenciado em Ciências da Nutrição.

Palavras-chave

Young adults Older adults DXA scans Percentage body fat Jovens adultos Adultos mais velhos Exames DEXA Percentagem de gordura corporal

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