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| Projeto de pós-graduação_42311 | 473.04 KB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Introduction: Diabetes mellitus is a chronic metabolic disease characterized by persistent hyperglycemia and systemic inflammatory alterations that may affect multiple tissues, including the dental pulp. Increasing evidence suggests that systemic metabolic dysregulation may influence pulpal inflammation and tissue responses. Inflammatory biomarkers such as interleukin-6 (IL-6), tumor necrosis factor-alpha (TNF-α), and matrix metalloproteinase-9 (MMP-9) have been associated with the progression of pulpal inflammation. Additionally, hyperglycemia may promote the accumulation of advanced glycation end-products (AGEs) and activation of the AGE-RAGE signaling pathway, contributing to oxidative stress and structural alterations in pulpal tissues. This integrative review aimed to analyze the available scientific evidence regarding inflammatory biomarkers in dental pulp and their relationship with systemic metabolic alterations associated with type 2 diabetes mellitus.
Methodology: An integrative literature review was conducted using PubMed, Web of Science, and Embase databases. Original experimental and clinical studies, including in vitro, animal and clinical studies investigating inflammatory biomarkers in dental pulp from diabetic and non-diabetic patients were considered for inclusion. Study selection resulted in the inclusion of six studies for qualitative synthesis.
Results: The analyzed studies consistently demonstrated the involvement of inflammatory biomarkers such as IL-6, TNF-α, and MMP-9 in pulpal inflammation. Several studies reported increased expression of these biomarkers in diabetic conditions compared with non-diabetic individuals. Experimental and animal studies further indicated that chronic hyperglycemia and AGE-RAGE pathway activation may promote oxidative stress, vascular alterations and intrapulpal calcification.
Conclusion: Current evidence suggests that type 2 diabetes mellitus may influence pulpal inflammation and structural alterations through metabolic and inflammatory mechanisms. Inflammatory biomarkers such as IL-6, TNF-α, and MMP-9 may play an important role in reflecting the severity of pulpal inflammation.
Introdução: A diabetes mellitus é uma doença metabólica crónica caracterizada por hiperglicemia persistente e alterações inflamatórias sistémicas que podem afetar múltiplos tecidos, incluindo a polpa dentária. Evidências crescentes sugerem que a desregulação metabólica sistémica pode influenciar a inflamação pulpar e as respostas teciduais. Em particular, biomarcadores inflamatórios como a interleucina-6 (IL-6), o fator de necrose tumoral alfa (TNF-α) e a metaloproteinase de matriz-9 (MMP-9) têm sido associados à progressão da inflamação pulpar. Além disso, a hiperglicemia pode promover a acumulação de produtos finais de glicação avançada (AGEs) e a ativação da via de sinalização AGE-RAGE, contribuindo para o stress oxidativo e para alterações estruturais nos tecidos pulpares. Esta revisão integrativa teve como objetivo analisar a evidência científica disponível sobre os biomarcadores inflamatórios na polpa dentária e a sua relação com as alterações metabólicas sistémicas associadas à diabetes mellitus tipo 2. Metodologia: Foi realizada uma revisão integrativa da literatura utilizando as bases de dados PubMed, Web of Science e Embase. Estudos experimentais e clínicos originais, incluindo estudos in vitro, em animais e clínicos, que investigaram biomarcadores inflamatórios na polpa dentária de pacientes diabéticos e não diabéticos, foram considerados para inclusão. A seleção dos estudos, resultou na inclusão de seis estudos para síntese qualitativa. Resultados: Os estudos analisados demonstraram consistentemente o envolvimento de biomarcadores inflamatórios, como a IL-6, o TNF-α e a MMP-9, na inflamação pulpar. Vários estudos reportaram um aumento da expressão destes biomarcadores em condições diabéticas em comparação com indivíduos não diabéticos. Estudos experimentais e em animais indicaram ainda que a hiperglicemia crónica e a ativação da via AGE-RAGE podem promover stress oxidativo, alterações vasculares e calcificação intrapulpar. Conclusão: As evidências atuais sugerem que a diabetes mellitus tipo 2 pode influenciar a inflamação pulpar e as alterações estruturais através de mecanismos metabólicos e inflamatórios. Os biomarcadores inflamatórios como a IL-6, TNF-α e MMP-9 podem desempenhar um papel importante na avaliação da severidade da inflamação pulpar.
Introdução: A diabetes mellitus é uma doença metabólica crónica caracterizada por hiperglicemia persistente e alterações inflamatórias sistémicas que podem afetar múltiplos tecidos, incluindo a polpa dentária. Evidências crescentes sugerem que a desregulação metabólica sistémica pode influenciar a inflamação pulpar e as respostas teciduais. Em particular, biomarcadores inflamatórios como a interleucina-6 (IL-6), o fator de necrose tumoral alfa (TNF-α) e a metaloproteinase de matriz-9 (MMP-9) têm sido associados à progressão da inflamação pulpar. Além disso, a hiperglicemia pode promover a acumulação de produtos finais de glicação avançada (AGEs) e a ativação da via de sinalização AGE-RAGE, contribuindo para o stress oxidativo e para alterações estruturais nos tecidos pulpares. Esta revisão integrativa teve como objetivo analisar a evidência científica disponível sobre os biomarcadores inflamatórios na polpa dentária e a sua relação com as alterações metabólicas sistémicas associadas à diabetes mellitus tipo 2. Metodologia: Foi realizada uma revisão integrativa da literatura utilizando as bases de dados PubMed, Web of Science e Embase. Estudos experimentais e clínicos originais, incluindo estudos in vitro, em animais e clínicos, que investigaram biomarcadores inflamatórios na polpa dentária de pacientes diabéticos e não diabéticos, foram considerados para inclusão. A seleção dos estudos, resultou na inclusão de seis estudos para síntese qualitativa. Resultados: Os estudos analisados demonstraram consistentemente o envolvimento de biomarcadores inflamatórios, como a IL-6, o TNF-α e a MMP-9, na inflamação pulpar. Vários estudos reportaram um aumento da expressão destes biomarcadores em condições diabéticas em comparação com indivíduos não diabéticos. Estudos experimentais e em animais indicaram ainda que a hiperglicemia crónica e a ativação da via AGE-RAGE podem promover stress oxidativo, alterações vasculares e calcificação intrapulpar. Conclusão: As evidências atuais sugerem que a diabetes mellitus tipo 2 pode influenciar a inflamação pulpar e as alterações estruturais através de mecanismos metabólicos e inflamatórios. Os biomarcadores inflamatórios como a IL-6, TNF-α e MMP-9 podem desempenhar um papel importante na avaliação da severidade da inflamação pulpar.
Descrição
Palavras-chave
Dental pulp inflammation Type 2 diabetes mellitus Inflammatory biomarkers AGE-RAGE pathway Inflamação da polpa dentária Diabetes mellitus tipo 2 Biomarcadores inflamatórios Via AGE-RAGE
