Publicação
Opto, a nova forma de ver televisão em português
| datacite.subject.fos | Ciências Sociais::Ciências da Comunicação | |
| dc.contributor.author | Santos, Ana | |
| dc.contributor.author | Weber, Patricia | |
| dc.contributor.author | Nogueira, Ana Gabriela C. Frazão | |
| dc.contributor.editor | Silva, Dora Santos | |
| dc.contributor.editor | Cardoso, Fátima Lopes | |
| dc.contributor.editor | Ito, Liliane de Lucena | |
| dc.date.accessioned | 2026-04-21T09:32:29Z | |
| dc.date.available | 2026-04-21T09:32:29Z | |
| dc.date.issued | 2023-12 | |
| dc.description.abstract | No relatório da ANACOM 2021, Portugal é o quarto país da UE27 em que o serviço streaming mais cresceu, assegurando, os portugueses, a 15ª posição do ranking europeu. De acordo com o mesmo texto, estes números vêm confirmar os de 2020, ano em que, no nosso país, o vídeo streaming on demand chegou aos 34%, um acréscimo de 20% relativamente a 2018, justificado pelo período de pandemia. Outro dado de relevo que esse mesmo documento indica é que são os indivíduos entre os 16 e os 34 anos, estudantes com ensino superior e rendimentos mais elevados, que apresentam mais recetividade (e acesso) ao streaming. Isto quer dizer que hoje, como nunca, a tecnologia conceptualiza espaços e tempos, imiscuindo-se, sem reservas, em todas as áreas e, por isso, de todas as conceptualizações de tipologias geracionais que cada avanço cronológico sistematizou, chegámos à “geração de screenagers” (Muanis, 2013). De facto, mais de que uma transformação, a adaptabilidade e abrangência do Media proporcionou a que a televisão se metamorfoseie evolutivamente do analógico ao digital, primeiro, e do broadcast ao streaming, fintando, sub-repticiamente, a morte anunciada. É, aliás, principalmente neste Media que se confirma McLuhan (1994), na constatação de que um Media, em vez de desaparecer, modifica-se. Falamos de convergência (McQuail, 2003) e de remediação (Bolter & Grusin, 2000), de que o ‘prime time’ dá lugar ao ‘my time’, de uma nova realidade com grande impacto e poder de influência nos modos de fazer, de circular e de assistir televisão (Rios, 2021). Mas até quando? Ou seja, poderão, de facto, as novas plataformas de streaming ditar o fim paulatino do broadcast, ou, pelo contrário, constituem, de facto, um aliado na (re)invenção dos conceitos de produzir e ver televisão? Em Portugal há um serviço, pioneiro e, até ao momento único, em língua portuguesa. A OPTO, foi lançada em 2020 e, segundo assume o seu canal propulsor, é “uma nova forma de ver a SIC”. De acordo com o site oficial (Opto, 2022), o serviço streaming da SIC leva ao público mais de 8 mil horas dos melhores conteúdos nacionais e não só. Acima de tudo, é uma estratégia diferente da RTP Play. Na verdade, ambas reclamam, para si, o pioneirismo e poderão fazê-lo, mas por circunstâncias distintas: ao contrário da RTP Play e também da TVI Player, a OPTO é o primeiro serviço nacional pago, sujeito a subscrição, com conteúdos exclusivos e em língua portuguesa e é aquela que mais se assemelha à Netflix, o motor de todo este novo paradigma. O presente texto, tem por base uma dissertação de mestrado apresentada na Universidade Fernando Pessoa e é suportado por uma pesquisa qualitativa de metodologia mista. Ou seja, para melhor ficar a conhecer a interface e funcionalidade da plataforma de streaming OPTO, teve-se por base Yin (2016) e Chizzotti (2018) e não só se efetuou a sua observação e análise quantitativa dos conteúdos disponibilizados pela OPTO em comparação com a RTP Play, (o serviço streaming da televisão pública nacional), mas também foi realizado um conjunto de onze entrevistas baseadas em questões semiabertas e dirigidas. De uma forma transversal, pode-se resumir os conteúdos recolhidos como a confirmação de McLuhan, ou seja, tanto o broadcast como o streaming têm lugar neste novo panorama do audiovisual, bastando, para tal, soluções criativas por parte dos players, já para não falar dessa convergência omnipresente e multiscreen, uma complementaridade que se torna cada vez mais evidente. | por |
| dc.identifier.citation | S., Ana C.; Weber, P., & Frazão-Nogueira, A.G.C. (2023). Opto, a nova forma de ver televisão em português. In D.S. Silva, F.L. Cardoso, & L.L. Ito (Coords), De Olha na Notícia (pp. 241-267). Ria Editorial. | |
| dc.identifier.isbn | 978-989-8971-86-9 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10284/15380 | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.peerreviewed | yes | |
| dc.publisher | Ria Editorial | |
| dc.relation.hasversion | https://www.riaeditorial.com/livro/de-olho-na-noticia | |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/ | |
| dc.title | Opto, a nova forma de ver televisão em português | por |
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| person.givenName | Ana Gabriela C. Frazão | |
| person.identifier.orcid | 0009-0008-2153-2483 | |
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