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- Além da visão: o papel dos sentidos para humanizar a arquiteturaPublication . Reis, Pedro Nuno Moreira; Félix, DanielA arquitetura tem sido um campo em permanente evolução, espelhando as culturas e ideologias dos contextos socioculturais em que se insere. Na contemporaneidade, tornou-se acessível à maioria da população graças à globalização, mas enfrenta um desafio primordial: a excessiva disseminação e internacionalização resultou em inúmeras obras concebidas com uma abordagem meramente visual, descurando a experiência espacial dos seus ocupantes. Esta rutura advém de múltiplos fatores, entre eles, uma mudança nas ideologias dos arquitetos, que passaram a privilegiar cada vez mais a criação de projetos para contemplação, em detrimento de espaços centrados no ser humano. Este afastamento surge, em parte, porque, embora as dimensões sensoriais e percetivas fossem fundamentais na história da arquitetura, foram progressivamente substituídas por considerações económicas e exigências técnicas à medida que as sociedades se modernizaram. Atualmente, as obras arquitetónicas são frequentemente concebidas como entidades autónomas, desprovidas da riqueza sensorial que estabelece a simbiose entre o espaço e o seu utilizador. Assim, o ato de projetar transcende a pura objetividade, pois os edifícios devem ser, acima de tudo, espaços vivos que criam laços profundos entre os indivíduos e o ambiente envolvente. É urgente colmatar esta dicotomia entre o espaço construído e a vivência do ocupante, pois só assim será possível compreender o profundo impacto que a arquitetura exerce no bem-estar físico e psicológico, transformando edifícios em verdadeiros catalisadores de qualidade de vida. Esta dissertação procura explorar como os vários elementos da linguagem arquitetónica podem ser estrategicamente articulados pelo arquiteto, em função dos significados que ambiciona materializar nos espaços que concebe.
- Odontopediatria e a controvérsia do uso de flúor: revisão integrativaPublication . Ferreira, Sofia Castro; Rodrigues, RitaObjetivo: Analisar criticamente a controvérsia em torno do uso de flúor na prática clínica odontopediátrica, considerando tanto os seus benefícios preventivos na saúde oral quanto os potenciais efeitos adversos sistémicos. Material e Métodos: Foram realizadas duas estratégias complementares de pesquisa bibliográfica. A primeira centrou-se nos efeitos fisiológicos e tóxicos da exposição crónica ao flúor, analisando artigos recentes sobre as suas implicações em diversos órgãos e sistemas, como o sistema nervoso central, endócrino, hepático e ósseo. A segunda pesquisa focou-se na eficácia do flúor enquanto agente anticárie, particularmente na dentição decídua, com destaque para formas tópicas como dentífricos, vernizes e fluoreto de diamina de prata, e estratégias comunitárias como a fluoretação da água. Foram incluídos 41 artigos científicos, selecionados de plataformas reconhecidas (PubMed, B-on, SciELO, entre outras), publicados entre 1984 e 2025. Resultados: Embora o flúor continue a ser considerado o padrão-ouro na prevenção da cárie dentária, há evidência crescente sobre os riscos associados à sua exposição excessiva, particularmente em populações pediátricas. Foram identificados casos de fluorose dentária, alterações neurocognitivas, disfunções tiroideias e efeitos tóxicos multissistémicos. Por outro lado, alternativas promissoras como a hidroxiapatite nanoestruturada e a combinação de flúor com agentes bioativos têm vindo a ser exploradas como abordagens mais seguras. Conclusão: O uso do flúor deve ser individualizado, com base na avaliação de risco-benefício, considerando fatores como idade, via de administração, frequência de uso e outras fontes de exposição. A educação parental, a vigilância profissional e o uso de concentrações reduzidas em dentífricos infantis (<1000 ppm) são medidas essenciais para maximizar os benefícios do flúor enquanto minimizam os seus riscos. Esta análise crítica contribui para uma compreensão mais abrangente da temática e reforça a necessidade de protocolos clínicos atualizados, baseados em evidência científica robusta.
- Abordagens inovadoras no tratamento da periodontite: uma revisão integrativaPublication . Teboul, Shyrel Marlène; Moutinho, Carla; Neves, HelenaA periodontite é uma doença inflamatória crónica que afeta as estruturas de suporte dos dentes, levando à perda de inserção e eventual perda dentária. O tratamento convencional envolve desbridamento mecânico e terapia antimicrobiana sistémica ou local. No entanto, devido às crescentes preocupações com a resistência aos antibióticos e à complexidade dos biofilmes periodontais, novas estratégias terapêuticas têm sido cada vez mais investigadas. O objetivo desta revisão integrativa foi avaliar a eficácia clínica de abordagens terapêuticas inovadoras como adjuvantes do tratamento periodontal não cirúrgico (NSPT), em comparação com as modalidades de tratamento tradicionais. Foi efetuado uma pesquisa bibliográfica nas bases de dados PubMed e Cochrane utilizando os termos “periodontite”, “doença periodontal”, “novas abordagens terapêuticas” e “estratégias terapêuticas inovadoras”, combinados com operadores booleanos. Os critérios de inclusão compreenderam ensaios clínicos publicados entre 2020 e 2024, escritos em inglês e conduzidos em populações humanas. No total, foram selecionados 11 estudos seguindo as diretrizes PRISMA. A revisão da literatura selecionada identificou uma variedade de tratamentos adjuvantes promissores. Os probióticos demonstraram melhorias clínicas e microbiológicas, com alguns estudos a apresentarem resultados comparáveis à clorohexidina. Os fitoterápicos como o Semelil mostraram propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes, resultando numa melhor profundidade de sondagem e nível de inserção clínica. O plasma de pressão atmosférica não-térmica foi associado a reduções significativas no Hemorragia à sondagem e nos marcadores inflamatórios, apoiando o seu potencial para a descontaminação da bolsa. A terapia laser com lasers de díodo de 445 nm melhorou os resultados clínicos quando utilizada em conjunto com a raspagem e alisamento radicular. Da mesma forma, o uso adjuvante de terapia fotodinâmica antimicrobiana (aPDT) com indocianina verde levou a reduções superiores na carga bacteriana e nos índices clínicos em comparação com o NSPT isolado. O ácido hialurónico e a suplementação antioxidante com melatonina e vitamina C também apresentaram melhorias estatisticamente significativas nos parâmetros clínicos. Por fim, os sistemas de polimento a ar à base de eritritol demonstraram uma eficácia comparável ao desbridamento mecânico tradicional em pacientes com baixa atividade periodontal. Os resultados dos estudos revistos sugerem que estas novas terapêuticas adjuvantes podem aumentar significativamente a eficácia do NSPT convencional. Entre elas, os probióticos e as estratégias baseadas em antioxidantes são particularmente promissores devido à sua compatibilidade biológica e efeitos secundários mínimos. As aplicações de NAPP e laser oferecem opções precisas e minimamente invasivas com efeitos antimicrobianos notáveis. Embora os resultados sejam encorajadores, mais ensaios clínicos randomizados de longo prazo e em larga escala são essenciais para confirmar a sua utilidade clínica e a integração na terapêutica periodontal de rotina.
- Mecanismos de ação dos bifosfonatos versus denosumab e seus riscos pós-extração dentária: revisão de escopoPublication . Santos, Nayjara da Silva; Pimenta, Adriana; Souto, RenataA terapêutica antirreabsortiva com bifosfonatos (BPs) e denosumab (Dmab) tem sido amplamente utilizada no tratamento da osteoporose e de metástases ósseas, porém está associada ao desenvolvimento de osteonecrose dos maxilares relacionada a medicamentos (MRONJ), especialmente após extrações dentárias. O objetivo desta revisão de escopo foi comparar os mecanismos de ação dos BPs e do Dmab e avaliar seu impacto na cicatrização óssea e no risco de MRONJ após as extrações dentárias. Para tal, a pesquisa bibliográfica foi realizada nas seguintes bases de dados: PubMed, Scopus, Web of Science e Cochrane Library, o período temporal dos trabalhos publicados foi restringido de 2015 a 2025. A triagem dos artigos foi realizada segundo as diretrizes PRISMA-ScR, dos 269 artigos identificados, 19 atenderam aos critérios de elegibilidade. Apesar das diferenças farmacológicas entre os BPs e o Dmab, ambos estão associados ao risco de desenvolvimento de MRONJ após extrações dentárias, com maior incidência em pacientes tratados por via injetável e naqueles sob Dmab com histórico prévio de BPs ou submetidos à múltiplas exodontias. As pausas terapêuticas demonstraram eficácia limitada não sendo autossuficientes como medidas preventivas. Por outro lado, as estratégias preventivas como a profilaxia antibiótica, técnicas cirúrgicas minimamente invasivas, fechamento primário de ferida e o controlo rigoroso de infeções orais, mostraram-se mais eficazes na redução da incidência de MRONJ. Contudo, a maioria da evidência identificada provém de estudos retrospetivos, estudos de coorte de pequeno porte, ensaios clínicos piloto e relatos de caso, o que limita a generalização dos achados. Torna-se, portanto, imprescindível a realização de novas pesquisas com maior robustez metodológica, especialmente ensaios clínicos randomizados com amostras representativas, padronização dos desfechos e acompanhamento longitudinal, a fim de consolidar diretrizes clínicas mais seguras e individualizadas para a gestão de pacientes submetidos a terapias antirreabsortivas.
- A utilização de anestésicos no atendimento clínico médico-dentário de crianças em Itália: estudo transversalPublication . Faraci, Roberta Maria; Silva, CristinaIntrodução: A anestesia local desempenha um papel fundamental na prática da medicina dentária, especialmente no atendimento de crianças e adolescentes, nos quais o controlo da dor e da ansiedade é essencial para o sucesso clínico e para a prevenção de experiências traumáticas futuras. Apesar da sua importância, as práticas clínicas relacionadas com a administração de anestesia local em pacientes pediátricos podem variar amplamente em função da formação, experiência e preferências dos profissionais. Objetivo: Avaliar a prática clínica de médicos dentistas que atuam em Itália no que diz respeito à utilização de anestesia local em crianças e adolescentes, identificando os tipos de anestésico mais utilizados, as técnicas preferenciais de administração, os principais desafios enfrentados e a perceção dos profissionais quanto à sua própria competência nesta área. Metodologia: Foi realizado um estudo observacional transversal baseado num questionário online. O inquérito abordou aspetos demográficos, frequência de atendimento pediátrico, critérios para administração de anestesia local, tipo e forma de anestésico utilizado, técnicas aplicadas, tempo médio de administração, desafios percebidos e estratégias para a gestão da ansiedade infantil. Resultados: A amostra esteve constituída por 152 médicos dentistas, tendo a maioria dos participantes relatado utilizar anestesia local de forma seletiva (45,4%) ou frequente (40,8%), sendo a ansiedade da criança o principal desafio apontado (73,7%). A lidocaína foi o anestésico mais utilizado (59,2%), seguida da articaína, e a técnica infiltrativa foi a preferida (85,5%). A anestesia tópica, maioritariamente em gel, foi amplamente adotada (79,6%). A maioria dos dentistas afirmou sentir-se confortável com a administração de anestesia local em crianças (89,5%) e valorizou cursos de atualização como principal recurso de formação contínua (86,2%). Conclusão: Os resultados evidenciam uma prática clínica geralmente segura e adaptada ao contexto pediátrico, embora ainda existam lacunas importantes relacionadas com a padronização das técnicas, cálculo da dose anestésica e formação específica em odontopediatria. Estratégias educativas direcionadas e maior adesão às diretrizes clínicas internacionais podem contribuir para a melhoria da qualidade e segurança do atendimento médico-dentário infantil.
- Microbiota oral materna a sua influência na saúde oral do recém-nascido: uma análise sistemáticaPublication . El Yousfy, Sajida; Magalhães, RicardoIntrodução: Uma boa saúde oral é um fator essencial na saúde humana, pois influência a saúde geral. Desde o nascimento, os bebés são expostos a bactérias dos seus pais ou do ambiente externo, que colonizam as suas bocas ao longo do tempo e formam a sua microbiota oral. A microbiota oral é constituída por todos os microrganismos presentes na cavidade oral. Estes microrganismos benéficos ou patogénicos desempenham um papel crucial no desenvolvimento oral do bebé. Eles influenciarão a saúde e as funções orais do bebé a longo prazo. Um desequilíbrio na microbiota oral causado por bactérias patogénicas; a disbiose, é sinónimo de má saúde oral e pode ter efeitos significativos na saúde geral. Uma boa higiene oral pode, portanto, ajudar a prevenir doenças orais e limitar a transmissão de bactérias patogénicas. Nesta revisão sistemática, procuramos compreender se a microbiota oral materna tem influência na saúde oral dos bebés desde o nascimento até à primeira infância. Métodos: Esta investigação basear-se-á no estudo de 5 artigos encontrados nas bases de dados DOI, PubMed, PubMed Central, OpenAlex e Core. A metodologia de seleção seguiu as recomendações PRISMA para revisões sistemáticas e meta-análises. Resultados: Este estudo destaca vários fatores que influenciam a colonização da microbiota do bebé, tais como a presença de cáries maternas, o tipo de parto, a higiene oral e os hábitos alimentares da mãe. A transmissão vertical de Streptococcus mutans também foi observada. Conclusão: A microbiota oral materna influência a colonização e a diversidade microbiana inicial do recém-nascido. A higiene oral, a presença de cáries, o tipo de parto e os hábitos orais maternos têm um impacto na saúde oral do bebé desde os primeiros meses de vida.
- Conhecimento dos estudantes de medicina dentária sobre a relação entre os cigarros eletrónicos e a saúde oral: estudo observacional transversalPublication . Manceron, Mathieu Jean Gael; Miler, ArturA popularidade crescente dos cigarros eletrónicos, particularmente entre jovens adultos, gera preocupações significativas relativamente aos seus potenciais efeitos adversos na saúde oral. Este estudo transversal avaliou os conhecimentos e perceções dos estudantes do 3.º, 4.º e 5.º ano do Mestrado Integrado em Medicina Dentária da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade Fernando Pessoa sobre os impactos específicos dos cigarros eletrónicos na cavidade oral. Através da aplicação de um questionário estruturado, foi observado um aumento gradual do nível de conhecimento ao longo do percurso académico, com destaque para uma melhor compreensão entre os estudantes finalistas relativamente aos efeitos sobre a microbiota oral, inflamação gengival, desenvolvimento de lesões pré-cancerosas e alterações ósseas. Contudo, persistem lacunas importantes em áreas menos abordadas nos planos curriculares atuais, especialmente no que se refere a alterações microbiológicas e imunológicas. Constatou-se ainda uma elevada experiência pessoal com produtos à base de nicotina entre os estudantes, o que pode influenciar negativamente a sua perceção crítica dos riscos associados. Adicionalmente, verificou-se uma perceção generalizada de que a formação académica específica sobre cigarros eletrónicos é insuficiente, sublinhando a necessidade urgente de reforçar os conteúdos curriculares nesta área de modo a capacitar os futuros médicos dentistas das competências necessárias.
- Uso de instrumentação mecanizada versus instrumentação manual na pulpectomia na dentição primária: revisão de escopoPublication . Lakhdari, Si-Mohamed; Correia, Patrícia Nunes; Costa, Maria Esmeralda Alves Graça RibeiroEste trabalho consiste numa revisão de escopo com o objetivo principal de mapear e sintetizar os conhecimentos atuais sobre a utilização de sistemas endodônticos manuais e mecanizados (rotatórios, reciprocantes e adaptativos), na realização da pulpectomia em dentes decíduos. Pretendeu-se compreender os impactos clínicos destes sistemas em determinados parâmetros, como sucesso do tratamento, tempo operatório, dor pós-operatória, comportamento da criança e extrusão apical, entre outros. Para tal, foi conduzida uma revisão, conforme as diretrizes metodológicas do Joanna Briggs Institute (JBI) para uma revisão de escopo. Foram incluídos ensaios clínicos randomizados publicados entre 2015 e 2025, identificados nas bases de dados PubMed e Cochrane, além da análise cruzada das referências dos artigos selecionados. A triagem e extração de dados seguiram as etapas do fluxograma PRISMA. No total, foram incluídos 23 estudos, após leitura completa e aplicação dos critérios de elegibilidade. Os parâmetros clínicos avaliados nos estudos foram: tempo operatório, qualidade da obturação, redução microbiana, comportamento da criança, dor pós-operatória, sucesso clínico e sucesso radiográfico. A maioria dos estudos foi realizada no continente asiático. O sistema rotatório foi o mais representado (87,5 %), seguido pelo sistema reciprocante (20,83 %) e pelo sistema adaptativo (8,33 %). Os parâmetros clínicos avaliados tendem a favorecer os sistemas mecanizados, especialmente no que diz respeito ao tempo operatório, à qualidade da obturação e à redução microbiana. No entanto, a instrumentação manual continua a ser uma referência padrão na endodontia pediátrica. O comportamento da criança foi pouco estudado de forma sistemática, o que limita a robustez das conclusões nesse aspeto. Da mesma forma, os dados sobre os sistemas adaptativos ainda são escassos, evidenciando a necessidade de mais estudos nestes dois domínios.
- O impacto do tempo de ecrã na saúde oral das crianças: revisão sistemáticaPublication . Cardoso, Eduarda Silva; Macho, VivianaIntrodução: O aumento do tempo dedicado ao uso de dispositivos eletrónicos entre as crianças tem sido associado a impactos negativos na saúde oral, tema que tem recebido crescente atenção em estudos recentes. Objetivos: O objetivo desta revisão sistemática foi avaliar se as crianças que utilizam os dispositivos eletrónicos apresentam alterações na saúde oral. Esta revisão sistematizada teve como objetivo responder à seguinte questão: O uso excessivo de dispositivos eletrónicos poderá influenciar negativamente a saúde oral em pacientes pediátricos? Material e Métodos: A pesquisa foi conduzida em bases de dados reconhecidas, como PubMed, Web of Science e B-on. Os termos de pesquisa utilizados de acordo com o MeSH foram “oral health”; “caries”; “bruxism”, “children”; “screen time”; “sleep” articuladas com o marcador booleano “AND” ou “OR”. Foram selecionados estudos com amostras de crianças e adolescentes (menores de 18 anos) usuários de dispositivos eletrônicos. Foram excluídos estudos de revisão, meta-análises, investigações com adultos, estudos em modelos animais ou in vitro. Resultados: De um total inicial de 342 artigos, 8 estudos atenderam aos critérios e foram analisados. Os resultados indicam uma associação significativa entre o tempo excessivo em frente ao ecrã e o aumento do risco de problemas de saúde oral, incluindo cáries, índices elevados de placa e gengivite, além de menor frequência de escovagem dentária (menos de duas vezes por dia). Conclusão: O uso excessivo de dispositivos eletrónicos pode contribuir para o desenvolvimento de manifestações orais adversas e negligência nos cuidados dentários. Dessa forma, o dentista desempenha um papel crucial na identificação precoce desses sinais, apoiando o diagnóstico e a intervenção adequada.
