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- Avaliação da capacidade de selamento da Guttapercha versus Resilon: revisão integrativaPublication . Ciancimino, Giovanni; Vasconcelos, NatáliaA endodontia tem evoluído com o aparecimento de novos materiais que permitem uma obturação mais hermética dos canais radiculares. A guta-percha é tradicionalmente a principal escolha como material obturador do núcleo, mas, o Resilon surgiu como uma alternativa inovadora. A gutta-percha, um polímero natural, é conhecida pela sua biocompatibilidade, mas a sua adaptação às irregularidades do canal pode ser limitada e apresenta riscos de infiltração bacteriana ao longo do tempo. Por outro lado, o Resilon, feito de uma matriz termoplástica, une-se quimicamente ao cimento, oferecendo à partida melhor adesão e menor permeabilidade promovendo uma adaptação superior aos contornos do canal. Desta forma, o objetivo desta revisão é avaliar se a utilização de um determinado tipo de material obturador de núcleo em comparação com outro pode alterar a capacidade de selamento dos canais radiculares. Para tal foi realizada uma pesquisa bibliográfica nas bases de dados PubMed, B-On e ScienceDirect com diversas palavras-chave combinadas entre si. A questão de investigação desta revisão foi “Que tipo de material de obturação, Gutta-percha ou Resilon, é mais indicado para permitir um melhor selamento canalar?” Foram incluídos diversos tipos de artigos, tais como caso-controlo, in vivo, in vitro e longitudinais, publicados desde 2018 e que avaliam a realização do tratamento endodôntico com os dois tipos de material obturador do núcleo e que compararam a sua capacidade de selamento. Desta forma obtiveram-se 8 artigos que cumpriam os critérios de inclusão desta revisão. Estes artigos são todos estudos in vitro e apresentam amostras que variam entre os 30 dentes e os 152 dentes. Verificou-se que a maioria dos estudos afirma que a Gutta-percha apresenta uma melhor capacidade de selamento que o Resilon. No futuro são necessários mais estudos com maiores tempos de follow-up e que simulem condições orais para fornecer mais suporte sobre a capacidade de selamento destes materiais.
- Bioactive compounds from marine macroalgae in the treatment and prevention of neurodegenerative diseasesPublication . C. Leal, M. Fernanda; Duarte, Rúben Jorge Guedes; Lopes Cardoso, Inês; Catarino, Rita; Pimenta, Adriana; Souto, RenataTo date, neurodegenerative diseases, such as Alzheimer’s and Parkinson’s diseases, have no cure. The identification of natural compounds that can be used to treat and prevent neurodegeneration is of growing scientific interest. Marine macroalgae are associated with added value in the areas of therapeutics, food, and industry, and are unexplored sources of bioactive compounds including phlorotannins, terpenes, pigments, phytosterols, and polysaccharides, with beneficial properties for human health. Their antioxidant, anti-inflammatory, and anti-amyloidogenic properties increasingly reinforce their great neuroprotective potential, acting to protect against oxidative stress, neuroinflammation, and mitochondrial dysfunction, which are related to the pathophysiology of neurodegenerative diseases. Few compounds from marine macroalgae have been studied in clinical trials to date. However, the recent approval in China by the National Medical Products Administration of a marine macroalgae oligosaccharide, sodium oligomannate, for the treatment of Alzheimer’s disease has paved the way for the discovery of drugs with potential for the treatment and prevention of neurodegenerative diseases based on marine macroalgae. This manuscript reviews the mechanisms of neurodegeneration characteristic of diseases such as Alzheimer’s and Parkinson’s diseases, and the bioactive compounds of marine macroalgae that exhibit neuroprotective effects, as well as their application in the treatment and prevention of neurodegenerative diseases.
