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- Discrepâncias transversais: disjuntor Haas versus disjuntor Hyrax – revisão narrativaPublication . Matos, Alessandra; Pinho, Mónica MoradoIntrodução: A técnica mais utilizada e amplamente aceite, para corrigir a discrepância transversal na maxila é a Expansão Rápida da Maxila, que tem como objetivo a expansão maxilar com a ajuda dos aparelhos de expansão. Estes disjuntores exercem uma pressão nos ossos da maxila com força suficiente para que a sutura palatina mediana se abra e com isso tenhamos o aumento do perímetro da arcada. Objetivo: Analisar a literatura relativa à expansão maxilar comparando os efeitos da expansão rápida da maxila com os disjuntores Haas e Hyrax. Materiais e Métodos: Realizou-se uma pesquisa bibliográfica recorrendo às bases de dados da PubMed e Scopcus onde foram incluídos ensaios clínicos randomizados, publicados a partir de 2006 em inglês. Conclusão/Resultados: A expansão da maxila no plano transversal com o expansor Haas ou Hyrax é clinicamente semelhante, porém o Hyrax parece produzir maior efeito ortopédico apesar de implicar maior compromisso periodontal dos dentes que o suportam.
- O uso de protetores bucais na modalidade de hóquei em patins: estudo pilotoPublication . Costa, Nataliya Serhiyenko; Queirós, Maria GabrielObjetivos: Avaliar o uso do protetor bucal durante a prática desportiva dos atletas do escalão sénior, de hóquei em patins, do Futebol Clube do Porto e analisar a importância dada ao protetor bucal na modalidade. Métodos: Foram realizados dois questionários, através do google forms, dirigidos aos atletas e à equipa técnica e médica. A análise de dados foi realizada através do Excel® (Microsoft Office Plus Professional 2016, Microsoft EUA) Resultados: Foram obtidas 18 respostas aos questionários. Dos 10 atletas, apenas 6 (60%) utilizam protetor bucal durante a prática desportiva. Dos 10 atletas, 6 (60%) sofreram uma lesão facial, 5 (50%) sofreram uma lesão dentária e destes 5 apenas 2 (40%) estavam a utilizar protetor bucal. Apenas 5 (50%) atletas referiram que foram aconselhados pelo clube a usar protetor bucal. Em relação à equipa técnica e médica, todos (100%) consideram que o protetor bucal é importante e que devia ser obrigatório e 6 (75%) consideram que não existe informação no clube sobre o uso do mesmo. Conclusão: As lesões orofaciais no hóquei em patins são muito recorrentes, por isso é fundamental estabelecer medidas preventivas. Os atletas, treinadores e dirigentes desportivos devem ser consciencializados sobre este tema, entendendo as implicações que pode ter um trauma na cavidade oral. Assim, podem optar por implementar medidas no clube de forma a tornar o uso de protetor bucal uma escolha mais consciente e em considerarem este dispositivo um equipamento de proteção obrigatório.
- As representações LGBTI+ na publicidade e a sua aceitação na sociedade portuguesaPublication . Moreira, Diogo Filipe Pinto; Simões, ElsaA presente investigação compromete-se a contribuir para que exista uma melhor compreensão acerca do modo como as marcas representam as questões LGBTI+ na sua comunicação e que reações obtêm por parte do público. Orienta-se pela seguinte questão de investigação: ‘Estarão os públicos, hoje em dia, recetivos a mensagens publicitárias com referências a vivências/ universos LGBT+ ?” Para lhe responder, são colocadas duas hipóteses: (1) a representação de vivências/universos LGBT na publicidade é geralmente bem aceite pelo público, e (2) a representação de vivências/universos LGBT na publicidade é rejeitada / não é bem aceite pelo público. Com recurso a um inquérito, e através da análise das respostas obtidas, valida-se uma das hipóteses, sendo a outra refutada. Na última parte do trabalho são discutidos os resultados obtidos bem como as limitações deste estudo, apontando-se sugestões para futuras investigações.
- Método de Demirjian para determinação da idade dentária de crianças e jovens: estudo de investigaçãoPublication . Gonçalves, Solange Pita; Silva, Cristina; Guimarães, Maria InêsObjetivo: A presente investigação teve como objetivo determinar a idade dentária de crianças e jovens, utilizando o método de Demirjian, através da análise de radiografias panorâmicas, e estabelecer uma comparação com a idade cronológica. Materiais e Métodos: O estudo consistiu na recolha da data de nascimento e na análise das radiografias panorâmicas dos ficheiros clínicos dos pacientes com idades até aos 18 anos que foram atendidos nas Clínicas Pedagógicas da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade Fernando Pessoa. Os dados foram recolhidos por dois examinadores e foi realizada uma calibração prévia interexaminador. Foi registado o estadio de desenvolvimento de cada dente do terceiro e quarto quadrantes, excluindo os terceiros molares. Depois, foi calculada a idade dentária. Posteriormente, as análises estatísticas foram realizadas no programa IBM© SPSS© Statistics. Resultados: No presente estudo foram avaliadas 188 radiografias panorâmicas, das quais 90 (48%) de indivíduos do sexo feminino e 98 (52%) de indivíduos do sexo masculino. Os resultados obtidos mostraram que há uma diferença estatisticamente significativa entre a idade dentária estimada pelo método de Demirjian em comparação com a idade cronológica p=0,000. O coeficiente de correlação foi de 0,862 para a amostra total, 0,797 para o sexo feminino e 0,916 para o sexo masculino, o que mostra uma correlação positiva forte. Conclusões: No presente estudo concluiu-se que o método de Demirjian tende a sobrestimar a idade, em ambos os sexos. Apesar da diferença entre a idade dentaria estimada e a idade cronológica ter sido estatisticamente significativa, ambas apresentam uma correlação positiva forte.
- Efeitos ecotoxicológicos em peixes (Salmo truta fario) expostos a concentrações ambientalmente realistas de omeprazol com recurso a biomarcadores de stress oxidativo e peroxidação lipídicaPublication . Coelho, Nazaré do Carmo; Correia, Alberto Teodorico; Nunes, BrunoNa década de 1980 surgiu uma classe de fármacos designada de inibidores da bomba de protões (ATPase H+K+). O omeprazol foi o primeiro fármaco desta classe a ser introduzido no mercado para a profilaxia e tratamento de patologias associadas à produção excessiva de ácido gástrico. Por ser um fármaco eficaz, seguro e com poucos efeitos adversos, a sua prescrição abusiva, faz com que este e/ou seus metabolitos cheguem ao meio ambiente, em particular ao compartimento aquático. Após a sua toma, o omeprazol é metabolizado com formação de metabolitos secundários, nomeadamente omeprazol sulfona, omeprazol sulfito e hidroxiomeprazol. Após metabolização hepática, estes compostos são excretados, principalmente por via urinária, para os esgotos domésticos, que são posteriormente tratados por intermédio de estações de tratamento de águas residuais. Contudo, as estações de tratamento de águas residuais não são suficientemente eficazes na remoção completa destes compostos contribuindo para a sua entrada no meio aquático. Além disso, é também expectável a entrada no compartimento aquático do composto parental pelo descarte direto inapropriado. Este trabalho experimental teve por base a utilização de biomarcadores de stress oxidativo (catalase e glutationa-s-transferases) e de peroxidação lipídica (substâncias reativas ao ácido tiobarbitúrico), com o intuito de determinar potenciais efeitos ecotoxicológicos em Salmo truta fario, em particular nas brânquias e no fígado, resultantes da exposição crónica (28 dias) a concentrações ambientalmente realísticas de omeprazol parental (0,01, 0,1 e 1,0 μg/L). Pela análise dos resultados obtidos, estas concentrações não causaram efeitos bioquímicos adversos, pois não ocorreram alterações estatisticamente significativas nos animais sujeitos aos diferentes tratamentos. Na literatura são escassos os estudos acerca dos efeitos que este composto provoca a nível dos organismos aquáticos, sendo necessário a realização de novas pesquisas, nomeadamente o recurso a biomarcadores adicionais, tais como a superóxido dismutase e a glutationa peroxidase.