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- Os principais suplementos alimentares na farmácia comunitáriaPublication . Araújo, Gabriel José Monteiro dos Santos; Barata, PedroUma alimentação adequada e variada pode, em circunstâncias normais fornece ao ser humano todos os nutrientes necessários ao bom desenvolvimento e funcionamento do seu organismo. No entanto, os diferentes estilos de vida, as diferentes condições socioeconómicas, entre outros fatores, podem comprometer esta situação de idealidade em relação a todos os nutrientes e a todos os grupos populacionais. Assim sendo, os consumidores podem optar por complementar as quantidades ingeridas de alguns nutrientes através do consumo de suplementos alimentares (Camilo, 2009; Coates et al., 2005). Segundo o Decreto-Lei n.º 136/2003 de 28 de Junho, os suplementos alimentares são definidos como géneros alimentícios que se destinam a complementar e/ou suplementar o regime alimentar normal e que constituem fontes concentradas de determinadas substâncias, nutrientes ou outras com efeito nutricional ou fisiológico, estremes ou combinadas, comercializadas em forma doseada que se destinam a ser tomados em unidades medidas de quantidade reduzida. Estes suplementos podem legalmente conter nutrientes e outros ingredientes como vitaminas, minerais, aminoácidos, ácidos gordos essenciais, fibras, várias plantas e extratos de ervas (Decreto-Lei n.º 136/2003 de 28 de Junho). No entanto, os suplementos alimentares são compostos por diversas substâncias e devem ser tomados com precaução, ao serem administrados, pois tal como os medicamentos podem causar efeitos secundários, contraindicações e apresentar interações com alimentos ou com outros medicamentos (Potterat, 2010). É nesta área que o Farmacêutico desempenha um papel importante no aconselhamento sobre este tipo de produtos garantindo um consumo correto e sem riscos.
