Percorrer por autor "Popp, Tadiane Regina"
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- A comunicação nas redes sociais digitais dos centros de inovação: um estudo netnográfico comparativo Portugal-BrasilPublication . Popp, Tadiane Regina; Sousa, Jorge Pedro; Quadros, Claudia Irene deEsta pesquisa investiga a comunicação organizacional de Centros de Inovação (CIs) em redes sociais digitais no contexto pós-convergente, considerando a centralidade da comunicação nos ecossistemas de inovação contemporâneos e a necessidade de compreender como essas organizações articulam suas estratégias comunicativas para fomentar a inovação aberta. Iniciou-se com a questão de pesquisa: Como os Centros de Inovação comunicam da/para a inovação em redes sociais digitais? Diante dela, foi proposto como objetivo geral: Descrever e avaliar, comparativamente, a performance comunicativa de CIs em Portugal e no Brasil, nas cidades do Porto-PT e Florianópolis-BR. Já como objetivos específicos, foram determinados os seguintes: 1) observar a atividade comunicativa da/para a inovação dos CIs nas redes sociais digitais, considerando os diferentes atores e públicos envolvidos; 2) conhecer a contribuição da comunicação em redes sociais digitais para a proposta de valor dos CIs; 3) determinar a reação dos seguidores dos CIs, avaliando se essa comunicação consegue reunir comunidades colaborativas; 4) explicitar quem são os protagonistas da comunicação da/para a inovação nos CIs, nos níveis estratégico, tático e operacional, e esclarecer qual é o seu papel e as suas funções; e, finalmente, 5) comparar a realidade das equipes de comunicação da/para a inovação nos CIs em Portugal e no Brasil, verificando pontos de identificação e diferenciação. Com abordagem qualitativa e natureza descritiva, o percurso metodológico desta tese articula três métodos complementares. Este estudo iniciou-se com a netnografia (Kozinets, 2014), foi complementada com a análise de conteúdo (Bardin, 2016) e foi finalizada com o método comparativo (Fachin, 2017), que conferiu uma análise robusta do fenômeno. Cada etapa do percurso metodológico foi permeada pelo rigor ético decorrente de seus métodos. Os dois CIs participantes desta pesquisa são o UPTEC (Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto), que promove a transferência de conhecimento entre academia e indústria em Portugal, e a ACATE (Associação Catarinense de Tecnologia), que gerencia uma rede de CIs no ecossistema empreendedor catarinense no Brasil. Foram analisadas 1.055 publicações nas redes sociais digitais Facebook, Instagram e LinkedIn, complementadas pelos dados da observação participante e das notas da autora. A investigação revelou estratégias consistentes na comunicação digital dos CIs. O LinkedIn emergiu como plataforma prioritária em ambos os CIs, concentrando o maior número de seguidores e refletindo o caráter profissional dos ecossistemas de inovação. As categorias temáticas convergentes incluíram inovação e empreendedorismo, eventos e programas, comunidade e ecossistema, financiamento e investimento, educação e capacitação, além de reconhecimento e premiações. Os públicos prioritários identificados foram as comunidades específicas de cada CI (stakeholders e públicos de interesse), seguidos pela comunidade geral e empreendedores. A análise da performance revelou duas dimensões comunicacionais distintas: "comunicação da inovação" e "comunicação para a inovação" O engajamento mostrou-se significativo, contudo, identificou-se predominância de comunicação informativa sobre interativa. As equipes de comunicação demonstraram estruturas multidisciplinares consolidadas, com profissionais qualificados operando nos níveis estratégico, tático e operacional. Ambos os CIs mantêm políticas formalizadas mediante manuais de identidade (UPTEC) e marca (ACATE), implementando processos padronizados de briefing, produção e validação estratégica. As semelhanças identificadas incluem estruturas comunicacionais similares (Facebook, Instagram e LinkedIn), públicos-alvo coincidentes e objetivos comunicacionais alinhados, priorizando divulgação de eventos e fortalecimento comunitário. As diferenças refletem adaptações culturais específicas no formato das publicações e elementos visuais. Os resultados confirmaram três das cinco hipóteses investigadas, evidenciando que os CIs desenvolvem comunicação estratégica alinhada com seus ecossistemas, mantendo planejamento sistemático e estruturas organizacionais consolidadas. Embora demonstrem competências sólidas para comunicar sobre inovação, persiste oportunidade estratégica para transformar as redes sociais digitais em espaços de construção colaborativa e inovação participativa.
- Integración del neuromarketing y la neurocomunicación en la formación académicaPublication . Nogueira, Ana Gabriela C. Frazão; Weber, Patricia; Popp, Tadiane Regina; Ferreira, Ana Cátia; Cuesta, Ubaldo; Barrientos-Báez, AlmudenaSe puede resumir Egolf (2012) al considerar que la neurocomunicación es la aplicación de la Neurociencia y el comportamiento humano a la Comunicación, lo que permite crear interacciones más precisas a partir de la comprensión de las necesidades humanas, cómo piensa y se comporta el ciudadano-consumidor. Considerando que la neurocomunicación es una ciencia aplicada que une la razón, la emoción y la biología cerebral, se asume que esta sugiere la optimización de la eficacia del proceso comunicativo, prestando especial atención a los sesgos cognitivos de la recepción y respuesta a los mensajes. Potenciar éticamente la Comunicación para estructuras y modelos que se centran en el cuidado de ‘cómo comunicamos’ permite a la neurociencia aplicada al consumo comprender, por ejemplo, por qué y cómo compramos o, si se aplica al Design, ‘cómo percibimos y reaccionamos visualmente’. Sutil Martín (2013, s/p) refiere que la neurociencia «tienen una extraordinaria relevancia en el seno de las organizaciones empresariales entendidas como nodos fundamentales que configuran la actividad económica así como entornos donde se produce un importante tipo de relaciones sociales, las relaciones laborales» asumiendo, también, que el objetivo principal deberá ser «entrenar el cerebro del nuevo directivo para que pueda responder exitosamente a la velocidad con que se le exige actuar» (2013, p. 12) dentro y fuera de la empresa. Por otro lado, Becker y Cropanzano (2012, p. 1056) señalan que «la neurociencia organizacional se entiende mejor como un paradigma o marco interpretativo que arroja nueva luz sobre los problemas existentes, además de plantear cuestiones que de otro modo podrían no tenerse en cuenta», mientras que Natal y Carruesco, (2015, s/p) asumen que «el consumidor exige soluciones que se adapten de forma personalizada a sus necesidades, porque siente que, entre toda la oferta comercial existente, encontrará a alguien que le ofrezca exactamente lo que desea». Partiendo de esta línea de pensamiento, se podría considerar la neurocomunicación aplicada como una erramienta mimética, es decir, al potenciar las relaciones emocionales, la memoria y la inteligencia, ella sistematiza y se asemeja al comportamiento del cerebro. En realidad, de forma tangible y cotidiana, la neurocomunicación aplicada potencia la relación humana con cualquier acción, contexto o decisión, influyendo, de este modo, en los grupos y en la sociedad (ahora sin fronteras), controlando y originando, una inteligencia social y comportamientos conscientes. En este sentido, esta investigación se basa en la creciente importancia de las neurociencias aplicadas a la comunicación y al marketing, áreas que demandan profesionales capacitados para satisfacer las exigencias del mercado actual.
- Integración del neuromarketing y la neurocomunicación en la formación académicaPublication . Nogueira, Ana Gabriela C. Frazão; Popp, Tadiane Regina; Weber, Patricia; Ferreira, Ana Cátia; Barrientos-Báez, Almudena
