Browsing by Author "Pinto, Andreia Vaz"
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- Pensar a HOMOPARENTALIDADE… A partir das atitudes de diferentes profissionais relativamente à parentalidade homossexualPublication . Pinto, Andreia Vaz; Santos, Luís; Silva, IsabelNo cenário social atual, assistimos a gradativas mudanças na forma de pensar e vivenciar as relações humanas. O presente estudo exploratório de natureza observacional e transversal pretende compreender as perspetivas de diferentes profissionais que, pela sua área de atividade profissional, poderão ter maior probabilidade de estabelecer relacionamentos profissionais com as famílias homoparentais. Foi estudada uma amostra não probabilística de conveniência constituída por profissionais de três diferentes áreas: a área Psicossocial (179 psicólogos, 70 educadores sociais e 219 assistentes sociais); a área da Educação (82 professores e 55 educadores de infância) e a área da Saúde (16 médicos e 59 enfermeiros). Os participantes deste estudo têm idades compreendidas entre os 20 e 70 anos, sendo 90,1% do sexo feminino. Os participantes responderam eletronicamente à versão portuguesa da Escala de Avaliação das Competências Parentais de Gato e Fontaine (2013), que avalia as opiniões sobre a competência dos futuros pais e o desenvolvimento da criança. Esta investigação vem apontar a existência de diferenças nas atitudes dos diferentes profissionais relativamente à homoparentalidade, nomeadamente diferenças de atitudes entre assistentes sociais e psicólogos. Da mesma forma, no que concerne à perceção relativamente à estabilidade do casal ou à aptidão parental, existem diferentes perspetivas entre sexo feminino e masculino, sendo que este último tem uma atitude menos favorável relativamente à homoparentalidade. Apenas uma percentagem (32,9%) dos profissionais contactou ao longo do ensino superior com informação científica sobre a temática da homossexualidade e/ou parentalidade homossexual, mas não parecem distinguir-se de forma estatisticamente significativa dos restantes profissionais quanto às suas atitudes em relação à homoparentalidade. Não existem diferenças entre os profissionais que trabalham e os que não trabalham diretamente com processos com crianças.
