Percorrer por autor "Matos, Joel Ricardo"
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- Fracturas da mandíbula e extracção de terceiros molaresPublication . Matos, Joel Ricardo; Lobato, JoséA prática de cirurgia oral e maxilofacial contemporânea deve sempre incluir o uso de um consentimento detalhado e informado, designado para instruir o paciente acerca dos riscos e complicações e possibilitar que este contribua para o processo de tomada de decisão da cirurgia, também prevenir uma litigação de má conduta. A discussão de riscos e complicações, embora pouco comuns, devem ser incluídas tanto nas discussões de riscos/ benefícios antes da operação, como nas instruções após a operação. Embora outras complicações tenham sido extensivamente estudadas e relatadas, a incidência e causas das fracturas mandibulares após a extracção de terceiros molares não o foram, principalmente as fracturas mandibulares tardias. Uma fractura mandibular patológica, depois da remoção do terceiro molar, é uma complicação rara. Mas são várias as razões que podem levar à fractura da mandíbula aquando da extracção dos terceiros molares, tais como: O enfraquecimento do osso mandibular com o decréscimo da elasticidade durante o avançar da idade, a elevada força com que se morde/mastiga, o tipo de impactação do terceiro molar, a idade do paciente, o sexo, o uso de instrumentos inapropriados, uma má panificação do caso clínico, o descuido e não seguimento dos conselhos por parte dos pacientes. A fractura mandibular é, entre todas as fracturas faciais, a mais frequente e pode ser causada por várias razões entre as quais a remoção de dentes que na maioria dos casos se encontram inclusos. Os princípios básicos para o tratamento da fractura mandibular consistem em redução, contenção e imobilização dos segmentos fracturados. A escolha terapêutica depende da severidade do caso e domínio da técnica escolhida pelo profissional.
