Percorrer por autor "Bisegna, Marcel"
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- Membranas não reabsorvíveis Vs reabsorvíveisPublication . Bisegna, Marcel; Salgado, AbelAs membranas reabsorvíveis e não reabsorvíveis são materiais utilizados nas técnicas de Regeneração Tecidular Guiada e de Regeneração Óssea Guiada na Medicina Dentária, desenvolvidas nos últimos 20-30 anos, permitindo alcançar resultados de outra maneira inimagináveis. Este trabalho quer efectuar uma revisão da literatura permitindo verificar o estado da arte e as perguntas que ainda precisam de ser respondidas em relação à utilização de um ou outro tipo de membranas, proporcionando um ponto de partida para a investigação, para tal foi efectuada uma pesquisa em três bases de dados (PubMed, Web of Knowledge e Wiley), foram também utilizados livros para introduzir os conceitos sobre as aplicações desses materiais. No que diz respeito à RTG: É aconselhável a utilização de membranas reabsorvíveis poliméricas nos defeitos infra-ósseos de 2 e 3 paredes, nos defeitos de furca de classe II e nos defeitos provocados por tratamento endodôntico de tamanho maior. São necessários mais estudos: Para avaliar a utilização de RTG com membranas não reabsorvíveis ou reabsorvíveis em defeitos infra-ósseos de 1 parede e defeitos de furca de classe III. Para confirmar qual o tipo de defeitos provocados por tratamento endodôntico cirúrgico que poderão ter indicação de RTG e para avaliar a utilidade da RTG em defeitos de recessão gengival. No que diz respeito à ROG: É clara a necessidade de estudos para comparação das membranas, devido à escassez actual, contudo: Nos defeitos ósseos horizontais é aconselhável a utilização de membranas reabsorvíveis poliméricas. Nos defeitos de deiscência e fenestração a utilização de membranas reabsorvíveis com enxerto e membranas não reabsorvíveis é comparável, requerendo uma avaliação da relação custo-benefício. Não parece haver vantagens na ROG em alvéolos pós extraccionais quando se consegue a estabilidade primária, contudo são necessários mais estudos para comprovar esta teoria. Nos defeitos verticais não há evidência suficiente para aconselhar especificamente o uso de um tipo de membrana, sendo necessária a comparação da utilização de membranas em politetrafluoretileno reforçadas em titânio ou placas de osteossíntese cobertas por membranas reabsorvíveis.
