Percorrer por autor "Alves, Ana Filipa Correia"
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- Burned out student: prevalência e correlatos sociodemográficos da síndrome de burnout em estudantes universitáriosPublication . Alves, Ana Filipa Correia; Meneses, RuteNas últimas décadas, os riscos psicossociais têm ganho um maior destaque no mundo do trabalho, onde significativas transformações tornam-se fatores de risco que contribuem diretamente para um desequilíbrio do bem-estar do trabalhador. Estas transformações surgem mediante o nível de exigência em que o trabalhador se insere, uma realidade vincada e pouco percecionada pela sociedade em geral, na medida em que a realização pessoal, a integração na sociedade e o reconhecimento social tornam-se um relevante foco individual. Contudo, quando já não existem formas ou recursos para que o indivíduo se mantenha nesta linha de sobrevivência, face às pressões sociais e profissionais em que se encontra, desenvolve-se um padrão de vida traduzido pela exaustão. Este é um padrão que desencadeia disfunções tanto comportamentais como físicas e cognitivas. É cada vez mais claro que se deve considerar os estudantes como um grupo importante onde a exaustão se manifesta fortemente. O burnout tornou-se assim uma das síndromes com maior destaque, tornando-se uma epidemia mundial, atualmente com números avassaladores e que não param de subir. Neste contexto, com o presente estudo pretendeu-se: analisar a prevalência da Síndrome de burnout numa amostra de estudantes do ensino superior privado do Norte de Portugal e identificar os correlatos sociodemográficos da Síndrome de burnout da amostra. Após a obtenção das devidas autorizações, um total de 213 participantes respondeu, online, a um questionário sociodemográfico, para caraterizar a amostra, e ao Inventário de burnout de Copenhagen – Versão Estudantes (CBI-S; adaptado para Portugal por Campos, J. A. D. B., Carlotto, M. S. e Marôco, J., 2013). Dos 213 participantes que caracterizam a amostra, 172 indivíduos representam o sexo feminino, com 80,8% da amostra total e 41 indivíduos o sexo masculino (19,2%), com idades compreendidas entre os 18 e os 58 anos (M=23,84; DP= 7,53). Através dos dados recolhidos, verificou-se neste estudo que existe a prevalência do burnout ainda que de forma reduzida, com maior destaque para o sexo feminino. É assim importante, considerar na elaboração de estratégias de forma a reduzir o impacto e a prevenir as evidências do burnout manifestados.
