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http://hdl.handle.net/10284/7940| Title: | Avaliação de alguns parâmetros relativos ao estado ecológico do Rio Tinto e de alguns dos seus afluentes: monitorização (out’15-set’17) relatório final |
| Author: | Jesus, Teresa Maria Gonçalves Moreira de Monteiro, Álvaro Guerreiro, Maria João Abreu, Isabel Amado, Ana Costa, Miguel |
| Keywords: | Limnologia Rio Tinto Qualidade de Água Estado Ecológico |
| Issue Date: | Nov-2017 |
| Abstract: | O presente relatório foi realizado no âmbito do Projeto de Avaliação de Alguns Parâmetros Relativos ao Estado Ecológico do Rio Tinto e de alguns dos seus afluentes (no período compreendido entre outubro de 2015 e setembro de 2017) e tem como principal objetivo analisar o respetivo estado ecológico. Nesse período foram efetuadas deslocações mensais ao rio Tinto e a três dos seus afluentes para análise in loco de alguns parâmetros hidro-morfológicos e físico-químicos, bem como em posteriores análises laboratoriais em amostras, de água e de substrato do leito do rio, recolhidas em cada ponto de amostragem. A análise laboratorial compreendeu a determinação de parâmetros físico-químicos, na água e em sedimentos, e análise de amostras da comunidade de macroinvertebrados bentónicos. Realizou-se uma análise da variação espacial e temporal dos parâmetros analisados e calcularam-se índices de qualidade hidro-morfológica, de qualidade ripícola e de qualidade biológica da água. Os dados obtidos confirmam que o rio Tinto se encontra degradado, continuando a sofrer pressões provocadas pela ocupação das margens por áreas urbanas, industriais e agrícolas, com problemas ao nível das redes de saneamento e de águas pluviais, por afluentes com níveis de poluição elevada, pela deterioração das suas margens e pelas estruturas de regularização presentes ao longo do seu percurso. Quanto aos afluentes monitorizados, constatou-se que a ribeira da Granja foi um dos principais focos de poluição d rio Tinto, dadas as periódicas descargas de esgotos domésticos que, sobre este curso de água, foram efetuadas. Por outro lado, a ribeira da travessa do Caneiro foi um afluente com menor grau de contaminação. |
| Peer review: | no |
| URI: | http://hdl.handle.net/10284/7940 |
| Appears in Collections: | 3ERL - Other Documents/ Outros Documentos |
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