Dick, Steven J.2008-09-302011-10-062008-09-302011-10-062005Cons-Ciências. Porto: Edições Universidade Fernando Pessoa. CTEC. ISSN 1645-6564. 2 (2005) 287-301.1645-6564http://hdl.handle.net/10284/778Neste artigo, sustenta-se a tese de que precisamos de tomar a sério a componente relativa à evolução cultural da equação de Drake, Concluindo-se que a evolução cultural ao longo de vastos períodos temporais terá resultado, em muitos casos, num universo pós-biológico, no qual a inteligência artificial substituiu a biológica. Esta evolução da inteligência artificial resultou numa inteligência semelhante a Deus, mas não sobrenatural. Ora, quer o universo esteja povoado de inteligências biológicas ou posbiológicas, é necessário proceder a um reexame dos novos conceitos teológicos correntes. De facto, num artigo recente (Dick 2000), concluiu-se que, provavelmente, a evolução cósmica deu como resultado um universo biológico cheio de inteligência, e que este facto deveria modificar, expandir ou mudar completamente a nossa visão teológica. A Cosmoteologia deve ter em conta aquilo que sabemos acerca do universo, especialmente o facto de a humanidade não ser o centro biológico desse universo, mas situar-se, possivelmente, no nível inferior da cadeia dos seres inteligentes. Assim, a Cosmoteologia também deve estar aberta a novos conceitos radicais de Deus, baseados na evolução cósmica.engCosmotheology revisited: theological implications of extraterrestrial lifejournal article