Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10284/782
Título: A beginningless universe
Autor: Ricard, Mathieu
Data: 2004
Editora: Edições Universidade Fernando Pessoa. CTEC
Citação: Cons-Ciências. Porto: Edições Universidade Fernando Pessoa. CTEC. ISSN 1645-6564. 2 (2005) 241-246.
Relatório da Série N.º: Cons-Ciências
2
Resumo: Ao contrário das restantes grandes religiões, o Budismo nunca teve uma visão limitada do mundo. Falou sempre em biliões de mundos e num começo sem fim do universo. A doutrina apresenta diversos argumentos para mostrar que esse “nada” não pode tornar-se “alguma coisa” e que um Criador imutável, que seria a sua própria causa, não faz sentido. Comentando a perspectiva budista o filósofo Bertrand Russel escreveu: “Não há razão para supor que o mundo tenha tido um início. A ideia de que deve ter tido um começo é devida à pobreza da nossa imaginação”. Na perspectiva budista, eventos como o “big bang” serão apenas episódios de uma história muito mais longa.
URI: http://hdl.handle.net/10284/782
ISSN: 1645-6564
Aparece nas colecções:Cons-Ciências- Nº 02

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