Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10284/5023
Título: L’image de la guerre de libération algérienne dans les medias de deux rives de la méditerranéen
Autor: Nabila, Bouchaala Aldjia Nabila
Palavras-chave: Représentations médiatiques
Mémoire
Communication
Imaginaire social
Agenda setting
Media representations
Memory
Communication
Social imaginary
Agenda setting
Representações midiáticas
Memória
Comunicação
Imaginário social
Agenda setting
Data: 2015
Editora: Edições Universidade Fernando Pessoa
Citação: MULTIMED – Revue du Réseau Transméditerranéen de Recherche en Communication. Porto. ISSN 2182-6552. 3 (2015) 57-68.
Resumo: Dans sa première acception, la guerre renvoie à l’échec de la communication dans le sens du partage et de la négociation. Toutefois, communiquer sur une guerre passée s’avère chose difficile pour les médiateurs des faits; c’est le cas de la presse. Il ressort de notre analyse de deux hors-séries (algérien et français) que la question de la mémoire ne peut être reçue et conçue de la même façon dans les deux sociétés. En Algérie, il semble que la question de la guerre est articulée au regard de son utilisation par le pouvoir politique en place. En France, elle est au coeur de la mémoire.
In its first signification, the war returns to the failure of communication in the sense of sharing and negotiation. however, communicating a past war is a difficult thing for those mediators’ facts, as is the case of the press. From our analysis of two special editions (Algerian and French) the issue of the memory can’t be designed and received in the same way in the two countries. In Algeria, it seems that the issue of war is articulated in terms of its use by political power. In France, it is in the heart of memory.
Em sua primeira acepção, a guerra leva à falha da comunicação, no sentido de partilha e de negociação. Todavia, comunicar sobre uma guerra passada se torna algo difícil para os mediadores dos fatos; é o caso da imprensa. O que resulta de nossa análise de duas edições especiais (argelina e francesa) é que a questão da memória não pode ser projetada e percebida da mesma forma nas duas sociedades. na Argélia, parece que a questão da memória é concebida em termos de sua utilização pelo poder político dominante. na França, ela está no âmago da memória.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10284/5023
ISSN: 2182-6552
Aparece nas colecções:MULTIMED – Revue du Réseau Transméditerranéen de Recherche en Communication - Nº03 (2015)

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