Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10284/4789
Título: Promoção de Práticas Alimentares Saudáveis e Melhores Cuidados de Higiene em Meio Prisional
Outros títulos: um Programa de Educação por Pares
Autor: Fernandes, Natacha Alexandra Ramos
Orientador: Jólluskin, Glória
Palavras-chave: Literacia em saúde
População Reclusa
Promoção de Saúde
Educação por Pares
Projecto de Intervenção
Health Literacy
Prison Population
Health Promotion
Peer Education
Intervention Project
Data de Defesa: 2015
Editora: [s.n.]
Resumo: O acesso aos cuidados de saúde é um direito fundamental de todos os cidadãos; no entanto, durante séculos, foi visto apenas como um privilégio para aqueles se encontravam em reclusão. Somente no século XX estas crenças se modificaram e, hoje em dia, a maioria dos países desenvolvidos considera essencial oferecer aos seus reclusos a oportunidade de utilizar os serviços de saúde regularmente. Contudo, a iliteracia da comunidade prisional nesta área contribui para que esta não utilize adequadamente estes cuidados, uma vez que considera esta actividade desnecessária, já que não compreende a importância da adopção de atitudes preventivas, prejudicando, desta forma, a sua condição física e psicológica. A educação para a saúde torna-se assim imprescindível no interior dos estabelecimentos penitenciários, oferecendo à comunidade reclusa não só a oportunidade de assimilar informações básicas nesta área, mas também capacitá-la para a transmissão dos conhecimentos adquiridos aos seus companheiros e familiares, promovendo atitudes mais saudáveis e preventivas, assim como a capacidade de realização de auto-cuidados. O combate à iliteracia em saúde entre a população reclusa é, assim, uma prática cada vez mais comum em diversos países, que, através da educação por pares, promovem programas de intervenção que contribuem para o bem-estar físico e psicológico de uma população maioritariamente enferma.
Access to health care is a fundamental right of all citizens, however for centuries has only been seen as a privilege for those in prison. Only in the XX century these beliefs have changed and today most developed countries considers essential to offer its inmates the opportunity to use the health care services regularly. However the illiteracy of the prison community in this area contributes for a not proper use of these services, such as it considers this an unnecessary activity, since they do not understand the importance of taking preventive measures, thereby undermining their physical and psychological condition. The health education thus becomes essential within the prisons, providing the inmate community, not only the opportunity to assimilate basic information in this area, but also enabling them for the transmission of knowledge acquired to their companions and family members, promoting healthier and preventive measures, as well as the ability to perform self-care. Tackling health illiteracy among the prison population is, therefore, an increasingly common practice in many countries that through peer education promote intervention programs that contribute to the physical and psychological well-being of a majority sick population.
Descrição: Dissertação apresentada à Universidade Fernando Pessoa, como parte dos requisitos necessários para a obtenção do grau Mestre em Criminologia
URI: http://hdl.handle.net/10284/4789
Aparece nas colecções:FCHS (DCPC) - Dissertações de Mestrado

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