Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10284/4661
Título: Relação entre a intensidade da dor aguda no pós-operatório e a satisfação dos doentes
Autor: Magalhães, Fernando José Duarte
Orientador: Santos, José Manuel dos
Dias, Henrique José de Oliveira
Palavras-chave: Dor aguda do Pós-operatório
Nível de intensidade de dor
Satisfação do doente
Dolor agudo del post-operatorio
Nivel de intensidad del dolor
Satisfacción del paciente
Data de Defesa: 2014
Editora: [s.n.]
Resumo: Apesar da importância dada ao controlo da dor aguda no pós-operatório, os estudos sobre incidência em vários países, estabelecem uma prevalência de dor elevada, sabendo-se que a possibilidade de a diminuirmos, dependerá dos esforços que os profissionais de saúde e as organizações possam implementar. Existe evidência, que um adequado controlo da dor em associação com outros fatores, como recuperação da capacidade funcional precoce, não só aumenta o conforto e a satisfação dos doentes, como contribui para diminuir a mortalidade pós-opratória e reduzir tempos de internamento. Em Portugal, a DGS (Norma 003/2012) vem reconhecer este problema, ao instituir a criação das Unidades Funcionais de Dor aguda (UFDA), que no âmbito das suas funções inclui nos indicadores de avaliação a satisfação do doente. São escassos os estudos sobre a relação entre a satisfação do doente e a gestão da dor no pós-operatório, constatando-se que a maioria revela não existir relação entre a satisfação dos doentes e os níveis de intensidade de dor. O objetivo principal deste estudo é conhecer a relação entre o nível de intensidade da dor e o grau de satisfação com a gestão da dor nas primeiras 24h após cirurgia. Utilizou-se uma metodologia quantitativa, descritiva e transversal, tendo sido construído um formulário para o efeito. Este instrumento foi aplicado a 27 pessoas submetidas a artroplastia da anca e joelho, 24 horas após a cirurgia, numa unidade hospitalar com UFDA. Da amostra obtida, a maioria (77,8%) pertencia ao sexo feminino e tinha uma média de idades de 66,85 anos. Às 24 horas após cirurgia mais de metade da amostra manifestou ausência de dor (55,56%) e “muito satisfeito” (77,78%) com a gestão da dor, no entanto verificou-se existir uma correlação negativa forte entre estas duas variáveis (r= -0,749, p= 0,00). Este estudo permitiu observar a importância da existência de UFDA`s no controlo da dor do pós-operatório e a possível associação com os níveis de satisfação, numa tentativa de contribuir para uma melhoria dos indicadores de qualidade. A pesar de la importancia que se le da al control del dolor agudo en el post operatorio, los estudios sobre incidencia en varios países, establecen una prevalencia del dolor elevada. De esta forma la posibilidad de disminuirla dependerá del esfuerzo que los profesionales de salud y organizaciones realicen. Existe evidencia, que el control adecuado del dolor en combinación con otros factores, tales como la recuperación temprana de la capacidad funcional, no sólo mejora la comodidad y la satisfacción del paciente, sino que contribuye a la reducción de la mortalidad post- operatoria y reduce los tiempos de hospitalización. En Portugal, el DGS (Estándar 003/ 2012) ha reconocido este problema, mediante la creación de las Unidades Funcionales del Dolor Agudo (UFDA), que en el ejercicio de sus funciones se incluyen indicadores para la evaluación de la satisfacción del paciente. Son escasos los estudios sobre la relación entre la satisfacción del paciente y el tratamiento del dolor post-operatorio, cabe destacar que la mayoría de estos estudios revela que no hay ninguna relación entre la satisfacción y los niveles de intensidad del dolor de los pacientes. El objetivo principal de este estudio es conocer la relación entre el nivel de intensidad del dolor y la satisfacción con el tratamiento del dolor en las primeras 24 horas después de la cirugía. Se ha creado un formulario para este propósito siguiendo una metodología cuantitativa, descriptiva y transversal. Este instrumento fue aplicado a 27 personas 24 Hs después de haber sido sometidas a una atroplastia de rodilla y de cadera, en una unidad hospitalaria con UFDA. Las muestras obtenidas, en su mayoría (77,8 %) pertenecían al sexo femenino y con una media de edad de 66,85 años. 24 horas después de la cirugía más de la mitad de los pacientes se manifestaron sin dolor (55,56 %) y " muy satisfechos" (77,78 %) con la gestión del dolor, sin embargo, resultó ser una fuerte correlación negativa entre estas dos variables (r = -0,749, p = 0,00). Este estudio nos permitió observar la importancia de las UFDAs en el control del dolor post-operatorio y su asociación con los niveles de satisfacción, con la intención de contribuir a una mejora de los indicadores de calidad.
Descrição: Projeto de Graduação apresentado à Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para obtenção do grau de Licenciado em Enfermagem
URI: http://hdl.handle.net/10284/4661
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