Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10284/4158
Título: O Excesso de Informação e as Implicações para Indivíduos e Organizações
Autor: Gouveia, Luís Borges
Palavras-chave: Informação
Factores humanos
Excesso de informação
Information overload
Data: Fev-2014
Resumo: Um dos desafios que se colocam no contexto atual, são os associados com a forma como indivíduos e organizações são forçados a lidar com um crescente e mais complexo fluxo de informação. De facto, a quase total presença em qualquer tipo de atividade de computadores e redes, torna a mediação digital a regra e acelera de forma significativa a troca de informação. Tal implica alterações no modo de os indivíduos e as organizações perceberem tempo e espaço. O resultado é uma diminuição de tempos de resposta que se traduz em mais interações e ainda maiores quantidades de informação e de maior complexidade para lidar. Por sua vez, a pressão sobre o tempo e o encurtar de distâncias virtuais, torna a deslocação física ainda um fator de maior custo. O espaço traduz-se assim, em complemento com o tempo, dimensões da alteração que o recurso a computadores e redes e o crescente uso do digital provoca, introduzindo alterações na forma como indivíduos e organizações são estruturadas. Para a compreensão das alterações, um dos fenómenos que importa considerar é o de excesso de informação. Considerado como a composição de três ocorrências em simultâneo, altera a capacidade de cada indivíduo percecionar a realidade e afeta a sua capacidade de decisão, com evidentes implicações para indivíduos e organizações, no contexto do seu trabalho. O excesso de informação é resultado: da crescente quantidade de informação com que é preciso lidar, quer em volume, quer em frequência; o aumento de complexidade dessa informação, por via da crescente multiplicidade de canais de onde é originada, da estrutura que exige e da sincronização que obriga; e de uma última dimensão que se relaciona com os aspetos críticos de avaliação da sua verdade, isto é, de se tratar de informação ou não informação e da necessidade de a considerar fiável e adequada para o suporte de informação. O resultado é uma maior pressão sobre indivíduos e organizações e constitui um desafio que importa refletir.
Descrição: Apresentação realizada no âmbito do 10º Congresso Nacional de Psicologia da Saúde, Universidade Fernando Pessoa, Porto, 6 a 8 de fevereiro de 2014
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10284/4158
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