Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10284/3750
Título: O papel do Farmacêutico nos estudos de Farmacogenética
Outros títulos: uma proposta para a Farmácia Comunitária
Autor: Azevedo, Ana Catarina Rodrigues de
Orientador: Medeiros, Rui
Palavras-chave: Farmacogenómica
Farmacogenómica
Polimorfismos
Vacinas
Hipertensão arterial
Diabetes
Farmacêuticos comunitários
Pharmacogenetics
Pharmacogenomics
Genetic polymorphisms
Vaccines
Hypertension
Cholesterol
Diabetes
Community pharmacist
Data de Defesa: 2012
Editora: [s.n.]
Resumo: Introdução: A farmacogenética (PG) está atualmente em rápido desenvolvimento, define-se como a disciplina que estuda as variações hereditárias que condicionam a resposta individual aos fármacos, nomeadamente por processos de farmacocinética e farmacodinâmica. Considera não só os mecanismos moleculares originários de RAM mas também os biomarcadores que permitem identificar as pessoas de risco. Uma alteração da atividade enzimática pode originar uma ineficácia no tratamento ou toxicidade. A aplicação da farmacogenética em farmácia comunitária é não só numa necessidade como um desafio. Objetivo: Identificar o conhecimento dos farmacêuticos comunitários sobre a área da PG, recorrendo a um questionário e concretizar uma proposta de guideline para aplicar em farmácia comunitária. Investigar na literatura, informação referente ao conhecimento destes profissionais de saúde sobre PG, recorrendo a uma revisão bibliográfica. Metodologia: Elaboração de um questionário, anónimo e confidencial, preenchido por farmacêuticos com atividade em farmácia comunitária, no distrito do Porto. São abordados temas como, o grau do de conhecimento e formação dos farmacêuticos sobre PG, ação dos farmacêuticos perante uma RAM, conhecimento dos utentes sobre polimorfismos genéticos e viabilidade de testes de PG em farmácia comunitária. Resultados e discussão: Foram obtidas respostas ao questionário por 72 farmacêuticos, sendo 13 do género masculino e 59 do género feminino. Nos resultados, observamos que o conhecimento sobre PG está fortemente associado ao facto dos farmacêuticos concluírem a Licenciatura no ano 2000 ou posteriormente, (90,0% vs 9,1%). Neste caso, estes profissionais afirmam ter formação universitária sobre PG (89,3%), polimorfismos genéticos (100%), e acreditam ser viável a realização de testes PG na farmácia comunitária (73,3%). Mais ainda, 85,7% dos farmacêuticos, classificaram a sua formação como “razoável” e apenas 14,3% classificaram a sua formação como “boa”, com 51,1% a demonstrar interesse em frequentar uma formação sobre PG. Conclusão: Na população estudada o grau de conhecimentos sobre PG é baixo, principalmente nos farmacêuticos que terminaram a licenciatura anteriormente ao ano 2000. Considera-se necessário introduzir a PG no plano curricular das universidades em Portugal, à semelhança de outros países, e formações profissionais para os farmacêuticos. Aguardam-se mais estudos e novos testes de PG, direcionados para as necessidades dos utentes das farmácias em Portugal. Introduction: Pharmacogenetics (PG) is currently undergoing rapid development. It is defined as the discipline that studies the heritable variations that influence individual response to drugs, especially for processes pharmacokinetics and pharmacodynamics. It considers not only the molecular mechanisms originating RAM but also biomarkers for identifying people at risk. A change in enzyme activity may result in ineffective treatment or toxicity. The application of PG in community pharmacy is not only a necessity but a challenge. Objective: Identify the knowledge of community pharmacists over the area of PG, hanging out a questionnaire and implement a proposed guideline for community pharmacy. Investigate the literature, information regarding the knowledge of health professionals about PG, using a literature review. Methodology: Development of a questionnaire, anonymous and confidential, filled by pharmacists in community pharmacy from Porto. We address issues such as the degree of knowledge and training of pharmacists on PG, pharmacist’s action before a RAM, users' knowledge about genetic polymorphisms and feasibility testing PG in community pharmacy. Results and discussion: A total of 72 pharmacists provided their answers, 13 being males and 59 being females. In the results, we found that knowledge about PG is strongly associated with that of pharmacists completing the degree in age 2000 or later (90.0% vs 9.1%). In this case, these professionals say they have about PG college education (89.3%), genetic polymorphisms (100%), and believe it is feasible to PG testing in community pharmacy (73.3%). Moreover, 85.7% of pharmacists rated their training as "reasonable" and only 14.3% rated their training as "good", with 51.1% showing interest in attending training on PG Conclusion: In this population the global average of knowledge on PG is low, especially in the pharmaceutical who finished his degree before age 2000. It is considered necessary to introduce PG in the curriculum of universities in Portugal, like other countries, and professional training for pharmacists. Await more studies and new tests of PG, targeted to the needs of users of pharmacies in Portugal.
Descrição: Projeto de Pós-Graduação/Dissertação apresentado à Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para obtenção do grau de Mestre em Ciências Farmacêuticas
URI: http://hdl.handle.net/10284/3750
Aparece nas colecções:FCS (DCF) - Dissertações de Mestrado

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