Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10284/3402
Título: A psicologia cognitiva em meios judiciais
Outros títulos: o empoderamento da justiça portuguesa
Autor: Gomes, Vânia Andrea Oliveira
Orientador: Cunha, Pedro
Palavras-chave: Psicologia cognitiva
Psicologia cognitiva em meios judiciais
Fatores constitutivos de um testemunho
Entrevista cognitiva
Psicologia cognitiva na mediação
Data de Defesa: 2012
Editora: [s.n.]
Resumo: O presente projeto de graduação procura abordar a psicologia cognitiva como meio de facilitar e empoderar a justiça portuguesa. Começa-se por definir a psicologia cognitiva e descrever os seus domínios, e é ainda efetuada uma ligação entre este ramo da psicologia e a sua interação no meio judicial, nomeadamente no que respeita à sua influência sobre o testemunho. Outra parte fundamental deste projeto é a descrição de uma técnica de inquirição, a entrevista cognitiva, para a obtenção de um testemunho mais verdadeiro. O principal objetivo deste projeto é, sem dúvida, a integração da psicologia cognitiva e a forma como ela interage e ajuda os meios judiciais. A metodologia seguida no estudo em questão foi a indutiva, pois de observações particulares criam-se “leis gerais”, ou seja, primeiro observa-se o fenómeno, posteriormente levantam-se hipóteses, de seguida testa-se as hipóteses e finalmente formula-se uma “lei geral”. No enquadramento prático, o projeto pretende essencialmente verificar se as variáveis selecionadas (o género, a faixa etária, o contato ocular e movimento corporal das testemunhas e a presença ou ausência das questões condicionantes/capciosas) poderão interferir ou não na capacidade de a testemunha se lembrar ou não de um determinado acontecimento. Para tal, é usado um inquérito de observação (anexo A) de forma a avaliar as variáveis supra mencionadas, sendo que, numa fase posterior da investigação, os dados serão alvo de tratamento e análise estatística através do programa informático SPSS. Deste estudo espera-se que algumas variáveis operacionalizadas no inquérito interfiram na capacidade de a testemunha se recordar dos eventos questionados pelo interrogador/entrevistador, o que constitui, aliás, a hipótese central do estudo a levar a cabo.
Descrição: Trabalho apresentado à Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para a obtenção do grau de Licenciada em Criminologia
URI: http://hdl.handle.net/10284/3402
Aparece nas colecções:FCHS (DCPC) - Outros Trabalhos Académicos

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