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L’identité Mediterraneenne: une Question de Chiffres et de Sentiment

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La question de l’identité est prééminente dans notre relation aux autres et cela est d’autant plus vrai que la mondialisation brouille les repères et met potentiellement tout individu de la planète en contact avec tous les autres. Cette question s’inscrit dans le mouvement de l’intelligence territoriale. L’article a pour but de montrer comment le sentiment d’identité méditerranéenne peut être explicité par les regards multiples que prône l’intelligence territoriale. L’introduction rappellera le mouvement de l’intelligence territoriale (It), son origine, ses principaux concepts et les développements actuels. La problématique envisagera Notre Méditerranée (Mare Nostrum) sous l’angle de l’intelligence territoriale; le défi de l’Union pour la Méditerranée servira de base à la démonstration de la dialectique du «top down» au «bottom up». Une étude de cas fournira un exemple de la complémentarité des chiffres et des sentiments. En conclusion on proposera l’intelligence au service d’un territoire: futur, passé, présent.... montrant l’importance de la démocratie participative et le rôle de l’information. The question of identity is prominent in our relationship with others and this is even more true that globalization blurs the benchmarks and potentially puts everyone on the planet in contact with all others. This question is part of the movement of territorial intelligence. The article aims to show how the sense of Mediterranean identity can be explained by the multiple viewpoints that territorial intelligence advocates. The introduction explains the movement of territorial intelligence, its origin, its key concepts and current developments. The rationale will consider Our Mediterranean Sea (Mare Nostrum) in terms of territorial intelligence, the challenge of the Union for the Mediterranean as a basis for demonstrating the dialectic of “top down” vs. “bottom up”. A case study will provide an example of the complementary figures and feelings. In conclusion, we propose the intelligence to be put at the service of a territory: future, past, present.... showing the importance of participatory democracy and the role of information. A questão da identidade é importante na nossa relação com os outros e isso é ainda mais verdade no sentido em que a globalização dilui os benchmarks e potencialmente coloca todos no planeta em contacto com todos os outros. Esta questão é parte do movimento de inteligência territorial. O artigo pretende mostrar como o sentido de identidade do Mediterrâneo pode ser explicado pelos múltiplos pontos de vista que defende a inteligência territorial. A introdução explica o movimento da inteligência territorial, sua origem, seus principais conceitos e desenvolvimentos atuais. Este raciocínio irá considerar o Nosso Mar Mediterrâneo (Mare Nostrum) em termos de inteligência territorial, o desafio da União para o Mediterrâneo como uma base para demonstrar a dialética de “cima para baixo o top-down” versus “baixo para cima o bottom up”. Um estudo de caso servirá de exemplo dos valores complementares e sentimentos. Em conclusão, propomos que a inteligência seja colocada ao serviço de um território: presente e futuro, passado.... mostrando a importância da democracia participativa e do papel da informação.

Description

Keywords

Mondialité Territoire Frontière Mobilité Culture local Culture global Mondiality Territory Borders Mobility Culture local Culture global Mundialidade Território Fronteiras Mobilidade Cultura local Cultura global

Citation

MULTIMED – Revue du Réseau Transméditerranéen de Recherche en Communication. Porto. ISSN 2182-6552. 1 (2012) 69-84.

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Edições Universidade Fernando Pessoa

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