Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10284/3290
Título: Relatório de estágio
Autor: Rocha, Rita Maria Alexandrino Mendes
Orientador: Sampaio, Manuela
Palavras-chave: Administração e gestão escolar
Autonomia
Autoavaliação
Melhoria
Qualidade
Administration and school management
Autonomy
Auto-evaluation
School development
Learning quality
L'administration et gestion scolaire
Autonomie
Auto-évaluation des écoles
Amélioration
Qualité
Administración y Gestión Escolar
Autoevaluación
Mejoría
Calidad
Data de Defesa: 2012
Editora: [s.n.]
Resumo: Na expetativa de relacionar e solucionar problemas que se nos colocam diariamente na área de “Administração e Gestão Escolar” a que, por questões profissionais, direta ou indiretamente, estamos vinculados, optámos, no quarto semestre, por uma vertente prática – estágio – cuja área específica de intervenção consiste num tema que, pela sua acuidade na escola atual, pretende assumir-se como um espaço obrigatório de ação, diálogo, reflexão e permanente procura de melhoria, de modo a prestar, dia após dia, um serviço de qualidade: a autoavaliação. A par dos gestores da Administração Escolar estão todos os profissionais da educação com especial enfoque os que coordenam o processo de avaliação interna/autoavaliação. Este processo deve ser complementado pela avaliação externa e pelos espaços de autonomia, que apesar de ser de caráter obrigatório, como está disposto na Lei 31/2002 de 20 de Dezembro, e, “sendo um instrumento de desenvolvimento das escolas enquanto instituições com um projecto próprio e mobilizador dos seus recursos e das suas competências” (Avaliação Externa das Escolas, IGE, 2011), ainda não está verdadeiramente implementado nas escolas. O caminho para atingir a eficácia, a qualidade e, consequentemente, a excelência, faz-se com o contributo e forte envolvimento de todos os atores educativos, na certeza de que a autoavaliação permite uma tomada de consciência da escola que temos e das estratégias a adotar para incessantemente a melhorar e ir sempre mais além no processo de ensino e aprendizagem. As escolas têm vindo, lentamente, a aprofundar os seus processos de autoavaliação, abrindo-se cada vez mais a novos grupos e recorrendo a uma maior diversidade de instrumentos com caráter mais estruturado e sistemático. Contudo, ainda há um longo caminho a percorrer…é necessário a criação de uma “cultura de escola de autoavaliação”. O presente relatório reflete a prática vivenciada e adquirida no período de estágio, abrindo lugar à descrição, à análise, a considerações teóricas das temáticas apresentadas e à reflexão crítica das atividades desenvolvidas em estágio, bem como as conclusões acerca do contributo pessoal e profissional que esta experiência teve para nós. O estágio permitiu-nos ter um contacto com os diversos órgãos da Administração e Gestão Escolar, inteirando-nos do seu funcionamento específico, das suas funções e competências: Conselho Geral, Direção, Conselho Administrativo e Conselho Pedagógico. In the expectation of being able to relate and solve problems that place to all of us daily in “Administration and School Management” context to which, by professional matters, direct or indirectly, we are linked in, we opted, in the fourth semester, for a practical slope – traineeship. This very specific intervention area comprises a subject that, for its perceptiveness in the contemporary school, intends to be assumed like a compulsory space of action, dialog, reflection and permanent research of improvement, to delivery and excel, day by day, a quality service: the auto-evaluation. At same time managers of School Administration and all the education professionals are implementing a special approach, mainly those who coordinate the process of internal and auto-evaluation. This process must be complemented by the external evaluation as well as by the spaces given by autonomy, which in spite of having a compulsory bond, disposed in the Law n.º 31/2002, 20th of December, and, “being an instrument of school development, as an institution with its own project and mobilizing its own resources and competencies” (Schools External Assessment, IGE, 2011), is still not fully implemented in the schools. The way to grasp the efficiency, the quality and, thus, the excellence, is only possible with the contribution and strong involvement of all educative actors, convicted that auto-evaluation allows a school awareness with strategies to adopt for improving persistently and always going further more in the process of teaching and apprenticeship. Schools have been, slowly, deepening its own processes of auto-evaluation, opening more and more to new groups and applying to a major mechanisms diversity which have more structured and systematic character. Nevertheless, there is still the long way to be done … It is necessary to create a “culture of school auto-evaluation”. The present report reflects a practice endured and acquired in the traineeship period, opening place to the description, analysis, theoretical considerations of the presented themes and to the activities developed in traineeship critical reflection, as well as the assumptions about the personal and professional contributions that this experience had for us. The traineeship allowed us to interact with several structures of the School Administration and Management, advising us about its specific functioning, about its purposes and competencies: General Council, School Direction, Administrative Council and Pedagogic Council. Dans le but de mettre en parallèle et de résoudre les problèmes auxquels nous sommes confrontés tous les jours dans le secteur de " L’Administration et Gestion Scolaire”, à laquelle nous sommes liés pour des raisons professionnelles, directement ou indirectement, nous avons décidé, dans le quatrième trimestre, pour un côté pratique –stage – de prendre en charge un domaine d’action spécifique qui, par sa pertinence dans l'école actuelle, entend se positionner comme un espace d'action obligatoire, de dialogue, de réflexion et de recherche constante d'amélioration afin de fournir jour après jour, un service de qualité: d'auto-évaluation. Avec les responsables de l'administration scolaire et l’ensemble des enseignants nous mettons en premier lieu ceux qui coordonnent l'évaluation interne et / l’auto-évaluation. Ce processus devrait être complété par une évaluation externe et les espaces d'autonomie, en dépit d'être obligatoire, comme cela est prévu par la loi 31/2002 du 20 Décembre, et “étant un outil pour le développement des écoles en tant qu'institutions d'un projet et de mobiliser leurs propres ressources et competences” (évaluation externe des écoles, IGE, 2011), n'est pas réellement mis en oeuvre dans les écoles. La méthode pour assurer l'éfficacité, la qualité et, par conséquence, l'excellence, passe par la contribution et l'implication forte de tous les acteurs de l'éducation, dans la conviction que l'auto-évaluation permet une prise de conscience de l'école que nous avons et dans la stratégie à adopter pour améliorer constamment et aller plus loin dans le processus d'enseignement et d'apprentissage. Les écoles sont parvenus progressivement à améliorer leurs méthodes d'auto-évaluation, s’ouvrant de plus en plus à de nouveaux groupes et ayant recours à un plus grand nombre d’outils divers et variés permettant une structuration et une systématisation. Cependant, il reste encore un long chemin à parcourir ... il est nécessaire de créer une “culture de l'auto-évaluation" . Ce rapport reflète la pratique et l'expérience acquise dans la période de stage, ouvrant la voie à la description, à l'analyse, aux considérations théoriques des questions présentées et la réflexion critique sur les activités menées dans le stage, ainsi que les conclusions sur l’enrichissement que cette expérience nous a apporté sur le plan personnel et professionnel. Le stage nous a permis d'établir un contact avec les divers organismes de l'Administration et Gestion Scolaire, nous familiariser avec son fonctionnement spécifique, de connaître leurs fonctions et leurs compétences: Conseil Géneral, Directeur, Conseil Administratif et le Conseil Pédagogique. Este trabajo surge por la necesidad de relacionar y solucionar problemas que se presentan a diario en lo que concierne a la Administración y Gestión Escolar, que por cuestiones profesionales y por su acuidad , pretende ser un espacio de acción, diálogo y reflexión, buscando permanentemente mejorar, para poder presentar un servicio educativo de calidad: la autoevaluación. Así como los gestores, todos los agentes de la educación están involucrados en el proceso de auto-evaluación, que sólo estaré completo con la evaluación interna, externa y con el proyecto de autonomía, tal como refiere la Ley 31/2012 diciembre, “siendo un instrumento de desarrollo de los centros escolares con un proyecto propio y mobilizador de sus recursos y competencias” (Avaliação Externa das Escolas (Evaluación Externa de Centros Escolares), IGE, 2011),” La única forma de conseguirse la eficacia la calidad, y por consiguiente, la excelencia, se hace involucrando a todos los agentes educativos en el proceso de autoevaluación, pues éste permite, seguramente, una tomada de consciencia sobre la escuela de hoy y nos hace reflexionar y adoptar las mejores estrategias, para intentar desarrollar y mejorar el servicio educativo a cada día. Los centros educativos están implementado sus propios proyectos de autoevaluación, a medida que se abren a otros grupos, usando varios instrumentos, más sistemáticos y estructurados. Todavía, hay un largo camino que hacer…y es necesario crear una cultura de autoevaluación de los centros educativos. Este trabajo refleja la práctica vivida y adquirida en el periodo de prácticas, abriendo lugar a la descripción, análisis, a las consideraciones teóricas temáticas. Permitió también una reflexión crítica sobre las actividades desarrolladas en las prácticas y sobre las conclusiones, que tienen que ver con la contribución personal y profesional que esta experiencia tuvo para nosotros. Las prácticas nos permitieron tener un contacto más cercano con los órganos de la administración y de gestión escolar, de manera que nos enteramos completamente de su funcionamiento específico y de sus competencias, nos referimos al: Consejo General; Dirección, Consejo Administrativo y Consejo Pedagógico.
Descrição: Trabalho apresentado à Universidade Fernando Pessoa, como parte dos requisitos para a obtenção do Grau de Mestre em Docência e Gestão da Educação, especialização em Administração Escolar e Educacional
URI: http://hdl.handle.net/10284/3290
Aparece nas colecções:FCHS (DCEC) - Dissertações de Mestrado

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