Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10284/3258
Título: Inteligência emocional, estratégias de coping em estudantes universitários
Autor: Cardoso, Cristina Paula Correia
Orientador: Alves, Sónia
Palavras-chave: Coping
Inteligência Emocional
Estudantes Universitários
Emotional Intelligence
College Students
Adaptation
L'intelligence émotionnelle
Etudiants à l'université
Data de Defesa: 2011
Editora: [s.n.]
Resumo: Sendo os estudantes universitários uma população sujeita diversas situações de stress e de necessidade de gestão emocional adequada, o objectivo do presente estudo foi estudar a Inteligência Emocional e o coping, assim como a sua relação. A amostra do presente estudo é constituída por 114 estudantes universitários da Universidade Fernando Pessoa, com idades compreendidas entre os 18 e os 37 anos (M=21,41; DP=3.62). Para avaliação do coping foi aplicado o Inventário de Resolução de Problemas de Vaz-Serra (1988) e para a análise da inteligência emocional o Emotional Skills and Competence Questionnaire (ESCQ) de Tasik (2000), traduzido e validado para a população portuguesa por Faria e Santos (2005). Os resultados obtidos revelam valores elevados de inteligência emocional, assim como, das suas dimensões Expressão Emocional, Percepção Emocional e Capacidade de Lidar com Emoções. Em relação ao coping as estratégias mais frequentemente utilizadas são a Agressividade Internalizada/Externalizada, Abandono Passivo perante a situação e Estratégias de Controlo de Emoções. Não se verificam diferenças estaticamente significativas nos resultados relativos ao coping e respectivas dimensões em relação ao sexo, situação profissional (Trabalhador Estudante e Estudante). As diferenças entre cursos só se relevaram significativas para o abandono passivo da situação (F=2.212, p<.05), Estratégia de Controlo de Emoções (F=2.648, p<.05) e auto-responsabilização e medo de consequências (F=2.956, p=.05). O ano académico não esta relacionado com o coping em geral e respectivas dimensões, Não existem diferenças significativas ao nível da inteligência emocional e respectivas dimensões em função do sexo e ano académico. Para a situação profissional os resultados variam significativamente na expressão emocional (t=2.559, p<.05), Percepção Emocional (t=2.308, p<.05) e inteligência emocional em geral (t=2.515, p<.05). Também existem diferenças significativas em função do curso frequentado na expressão emocional (F=2.212, p<.05), Percepção Emocional (F=2.845, p<.05) e Inteligência Emocional Geral (F=2.506, p<.05). A dimensão do coping controlo e resolução activa de problemas está positivamente correlacionada com a Expressão Emocional (r=.435, p<.01), Percepção Emocional (r=.240, p<.01), capacidade de lidar com emoções (r=.438, p<.01) e inteligência emocional geral (r=.416, p<.01). O coping total também esta correlacionado positivamente com a expressão emocional (r=.236, p<.05) e a capacidade de lidar com emoções (r=.221, p<.05). O modelo de regressão linear múltipla ajustado (F=9.207, p<01) revela que as dimensões percepção emocional, expressão emocional e capacidade de lidar com emoções explicam conjuntamente 20.1 % (r2=.201) da variação total do coping. A dimensão expressão emocional é a que apresenta maior poder preditivo explicando 9.7% da variância total. Being a college student subject various situations of stress and emotional need for adequate management. The main of this study was assess emotional intelligence and coping, as well as their association. The study sample consists of 114 university students at the University Fernando Pessoa, with ages between 18 and 37 years (M = 21.41, SD = 3.62). To evaluate coping “Inventário de Resolução de Problemas” (Vaz-Serra, 1988) was applied and for evaluate emotional intelligence the “Emotional Skills and Competence Questionnaire (ESCQ)” (Tasik, 2000), translated and validated for the Portuguese population by Faria and Lima Santos (2005). The results reveal high levels of emotional intelligence, as well as their dimensions Emotional Expression, Emotional Perception and Ability to Deal with Emotions. Coping strategies most frequently used are Internalized aggression / Externalizing, Abandonment Liabilities in the situation and control strategies of Emotions. Total coping and his dimensions are not significantly related to gender and professional status (Student and Student Worker). The differences between courses are only significant for withdrawal liability of the situation (F = 2,212, p <.05), Emotions Control Strategy (F = 2,648, p <.05) and self-responsibility and fear of consequences (F = 2,956, p <. 05). The academic year is not related to coping in general and its dimensions. There are no significant differences in emotional intelligence and their dimensions based on gender and academic year. For the professional situation results vary significantly in emotional expression (t = 2,559, p <.05), Emotional perception (t = 2,308, p <.05) and emotional intelligence in general (t = 2,515, p <.05). There are also significant differences between academic course in emotional expression (F = 2,212, p <.05), Emotional Perception (F = 2,845, p <.05) and Emotional Intelligence General (F = 2,506, p <.05). Active Coping Control and Resolution of problems dimension is positively correlated with emotional expression (r =. 435, p <.01), Emotional perception (r =. 240, p <.01), ability to handle emotions (r =. 438, p <.01) and general emotional intelligence (r =. 416, p <.01). The total coping is positively correlated with emotional expression (r =. 236, p <.05) and the ability to manage and control emotions (r =. 221, p <.05). The multiple linear regression model adjusted (F = 9,207, p <01) reveals that the dimensions of emotional perception, emotional expression and ability to manage and control emotions together explain 20.1% (r2 =. 201) of the total variation of coping. Emotional Expression has the highest predictive power, explaining 9.7% (r2=.097) of total variance. Etre une population étudiante soumise diverses situations de stress et de besoin émotionnel de gestion adéquate, l'objectif de cette étude était d'évaluer l'intelligence émotionnelle et d'adaptation, ainsi que leur relation. L'échantillon d'étude se compose de 114 étudiants universitaires à l'Université Fernando Pessoa, âgés entre 18 et 37 ans (M = 21,41, SD = 3,62). Pour évaluer l'inventaire d'adaptation a été appliquée Dépannage Vaz-Serra (1988) et pour l'analyse des compétences de l'intelligence émotionnelle émotionnelle et questionnaire de compétence (ESCQ) de Tasik (2000), traduit et validé pour la population portugaise par Faria et Santos (2005). Les résultats ont montré des niveaux élevés de l'intelligence émotionnelle, ainsi que leurs dimensions expression émotionnelle, la perception émotionnelle et la capacité à faire face aux émotions. En ce qui concerne les stratégies d'adaptation les plus fréquemment utilisées sont internalisés Passif Abandon agression / extériorisation, dans les stratégies de situation et le contrôle des émotions. Il n'y a pas de différences statistiquement significatives dans les résultats pour les dimensions respectives et d'adaptation en fonction du sexe, le statut d'emploi (étudiants et travailleurs Student). Les différences entre les cours ne soulagement significatif de la responsabilité retrait de la situation (F = 2212, p <0,05), Stratégie de contrôle des émotions (F = 2648, p <0,05) et l'auto-responsabilité et la peur des conséquences (F = 2956, p =. 05). L'année scolaire n'est pas liée à faire face en général et de ses dimensions. Il n'y a pas de différences significatives dans l'intelligence émotionnelle et leurs dimensions basée sur le sexe et l'année académique. Pour les résultats professionnels varient sensiblement en expression émotionnelle (t = 2559, p <0,05), la perception émotionnelle (t = 2308, p <0,05) et l'intelligence émotionnelle en général (t = 2515, p <0,05). Il ya également des différences significatives selon le cours pris dans l'expression émotionnelle (F = 2212, p <0,05), la perception émotionnelle (F = 2845, p <0,05) et l'intelligence émotionnelle générale (F = 2506, p <0,05). La taille du contrôle actif d'adaptation et la résolution de problèmes est positivement corrélée avec l'expression émotionnelle (r =. 435, p <0,01), la perception émotionnelle (r =. 240, p <0,01), la capacité à gérer les émotions (r =. 438, p <0,01) et en général l'intelligence émotionnelle (r =. 416, p <0,01). Le total aussi faire face est positivement corrélée avec l'expression émotionnelle (r =. 236, p <0,05) et la capacité à faire face aux émotions (r=.221,p<0,05). Le modèle de régression linéaire multiple ajustée (F = 9207, p <01) révèle que les dimensions de la perception émotionnelle, l'expression émotionnelle et la capacité à gérer les émotions expliquent ensemble 20,1% (R2 =. 201) de la variation totale de l'adaptation. La dimension est l'expression émotionnelle qui a le plus haut pouvoir prédictif expliquant 9,7% de la variance totale.
Descrição: Dissertação apresentada à Universidade Fernando Pessoa, como parte dos requisitos para a obtenção do grau de Mestre em Psicologia, especialização em Psicologia Clínica e da Saúde
URI: http://hdl.handle.net/10284/3258
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